“NÃO BASTA HOMENAGEAR, NECESSITA O OLHAR.”

Nesse dia consagrado , vamos olhar com benevolência as  nossas mães, com respeito e amor. Sem julgamento, cada uma tem o amor que poder dar, da forma que o receberam. Sem nos sentirmos maiores, simplesmente sendo o pequeno, o filho.

“Você é minha mãe, você é a única, a certa, a melhor, porque você me deu a vida com o meu pai.

Obrigada pela vida, muito obrigada por minha vida.

Eu te amo.

Está tudo certo.

Recebi tudo.

O melhor.

A vida.

Muito Obrigada. “

Já dizia Renato Russo –

”Você culpa seus pais por tudo,

isso é absurdo

São crianças como você

O que você vai ser

Quando você crescer”

Selma Flavio – Psicoterapeuta – Terapia Cognitivo-Comportamental / Constelação Familiar – Terapia Florais

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Entre o homem e a paz, existe uma vertente qual o homem ainda não se encaixa totalmente, uma vertente gerada dentre um vácuo, qual separa o homem da capacidade de CoCriar a própria paz. Quanto mais o homem se aproxima da matéria mais  se posiciona distante. Num conceito antagônico; o ser humano aprende que o homem como matéria necessita de bens para se sentir em paz.

Efêmero

         Com dificuldade  de sentir, de vivenciar sentimentos o homem quer o controle da situação, não aceita o invisível como caminho e não permite a  entrega. Exatamente nesse espaço está a dificuldade de se relacionar com a paz tão procurada; inerente ao ser humano contrapõem-se; pois, se encontra no efêmero, é leve  sublime sentimento da tranquilidade interna.  Por um instante você o sente, no outro tudo pode ter caído por terra ou simplesmente não se dá conta e perde-se na oportunidade do momento; pois, embotado na dor, os sentimentos estão fragilizados e se torna impossível perceber qualquer movimento favorável.

         Ao procurar a paz no palpável  mais dela se distancia, quanto mais tentar controlar, mais se perde num emaranhado de acontecimentos. Somos  humanos e muitas vezes flagelados nos traumas de abandono, rejeição e agressividade… Tentar controlar tudo e idealizar a paz, nos transforma em seres incapazes de ser  feliz. A cada conquista viveremos  instantes de satisfação; pois, amanhã queremos mais.

Satisfação são momentos de alegria, paz é a quietação de ânimo, a tranquilidade.

        


“O desapego não significa que você não deva possuir nada, mas sim que nada deve possuir você”.

Ali Ibn abi Talib

Fiquem em Paz! 

Por Selma Flavio – Psicoterapeuta I Constelação Familiar I Terapia Floral

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“Declaro-me livre para não ser cúmplice de uma linhagem sombria,
Dou luz à minha árvore genealógica.
Eu curo tudo o que minha linhagem não ousou dizer,
ouvir e olhar. Eu mereço ser livre e meu(s) filho(s) ou futuras linhagens, também.
Aqui e agora nos libertamos das cargas pesadas que os
outros não ousaram enfrentar, somos saudáveis ​​e cheios,
amorosos e conscientes e perdoamos com compaixão
a inconsciência de todos aqueles que nos precederam”.

Constelação Familiar

“Tu és o sonho de todos os teus antepassados.”

As chamadas “ovelhas negras” da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.

Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo na contramão dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras

As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo,  desabrocham ramos na árvore genealógica.

Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes

Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.

Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se.

A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.

No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas?

Quem criaria ramos?

Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes. Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua “raridade” como a flor mais preciosa da tua árvore.

Tu és o sonho de todos os teus antepassados.”

Bert Hellinger


Selma Flavio – Psicoterapeuta I Constelação Familiar I Terapia Floral

Precisa de mais ajuda?

Tem dúvidas ou precisa de ajuda?
Estamos aqui para ajudar.

Medo, ansiedade, sintomas depressivos, sensação de impotência diante do desconhecido. De alguma forma esses sentimentos tornaram-se comuns na população mundial diante da pandemia do novo coronavírus, entre os que se isolam obrigatoriamente para se proteger dos  riscos de infecção e entre os que precisam estar na linha de frente do combate, nas unidades de saúde tentando salvar vidas ou em outras atividades essenciais, expondo-se ao vírus. Estudos  demonstraram em outras situações de adoecimento coletivo recente, como nas síndromes respiratórias por H1N1 e Ebola, por exemplo,  que a quarentena apresenta riscos à saúde mental, exigindo, então, um cuidado amplo e integral. O ObservaPICS dá sua contribuição diante do quadro emergente mundial, lançando a coleção Cuidado integral na Covid-19, sobre diferentes práticas integrativas e complementares com evidência de sucesso em cenários similares de sofrimento.

“Diante de uma pandemia que obrigou quarentena mundial sem precedentes, torna-se fundamental fortalecer  o corpo, a mente e o emocional, para lidar com esse novo desafio, às vezes negligenciado nos aspectos sociais e emocionais durante e após a epidemia”, explica a pesquisadora Islândia Carvalho, coordenadora do ObservaPICS. Ela lembra que a Organização Pan-Americana (Opas) e o Ministério da Saúde recentemente lançaram campanha sobre o assunto . “E é  nesse sentido”, completa,  “que buscamos analisar as evidências e experiências acerca das  Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)  que possam contribuir com o bem-estar, associadas à prevenção, promoção da saúde e ao tratamento biomédico”.

A terapia floral (TF) é uma dessas práticas, indicada para ajudar na estabilidade mental e emocional, tão necessária em situações como a vivida diante do risco de adoecimento mental coletivo. A TF abre a coleção Cuidado Integral na Covid-19, que o ObservaPICS está lançando para orientar, principalmente, profissionais de saúde com rotina de trabalho estressante e ampliado, que precisam de equilíbrio e fortalecimento físico, mental e emocional. Afinal, além de cuidar dos portadores do novo coronavírus e das populações que sofrem com os impactos da pandemia, lidam com o sofrimento pessoal, o distanciamento das suas famílias e perdas afetivas.

OMS reconhece ação dos florais desde 1950

Reconhecida desde a década de 1950 pela Organização Mundial de Saúde, a terapia floral vem ajudando na reabilitação de pessoas em sofrimento emocional. É baseada, principalmente, no conhecimento desenvolvido pelo médico inglês Edward Bach, daí existirem os florais de Bach.

Formado na medicina convencional, o médico acabou se interessando por tratamentos mais naturais. Concebia a doença como resultado da desarmonia entre o corpo, a mente, a alma e a personalidade. E viu, no estudo das essências extraídas das flores, a possibilidade de ajudar os indivíduos a alcançarem essa harmonia. As pesquisas de Bach aconteceram nas primeiras décadas do século XX e, graças a elas, os florais começaram a ser usados em maior escala.

Evidências no Brasil

No Brasil, os florais integram as 29 práticas integrativas e complementares reconhecidas pelo Ministério da Saúde, com aplicação por várias equipes de saúde em diferentes municípios e unidades do SUS, além de  estarem incluídos em projetos de pesquisa e extensão de universidades públicas.

“Frente à pandemia de Covid-19, a TF pode diminuir o sofrimento”, explicam as pesquisadoras Carla Luzia França Araújo, professora associada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ), Maria Júlia Paes da Silva, professora titular da Universidade de São Paulo (EEUSP), e Vanessa Damasceno Bastos, professora substituta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ). Elas assinam a publicação Terapia Floral: equilíbrio para emoções em tempo de pandemia, que abre a coletânea produzida especialmente para a página especial do ObservaPICS. “Pessoas deprimidas têm o seu sistema imunológico enfraquecido e, consequentemente, são mais suscetíveis ao contágio de doenças”, lembram.

O documento produzido pelas três pesquisadoras reúne informações conceituais e faz uma revisão na literatura, considerando resultados de estudos publicados nos últimos 14 anos em periódicos científicos. Quatro deles são destacados: um sobre a experiência dos florais em gestantes, para alívio da dor e ansiedade durante o trabalho de parto, outro que investiga o efeito de quatro florais em pessoas ansiosas, um terceiro que aborda a terapia floral como alternativa ao tratamento de indivíduos com sequelas psicológicas decorrentes de violência familiar e um quarto que analisa a eficácia dos florais e de outras práticas no controle de sintomas na menopausa. Em complemento, o documento lista florais com a respectiva indicação, como exemplo do uso voltado ao equilíbrio físico, mental e emocional.

Carla Luzia, Maria Júlia e Vanessa lembram, com base em outros autores, que as essências florais não agem sobre a bioquímica do corpo, não substituindo alimentos e medicamentos. Também não interferem na ação dos remédios.   explicam.

Uso durante a pandemia

Do ponto de vista prático, como usar a terapia floral na rotina dos profissionais de saúde diante da pandemia de Covid-19? “A recomendação é que equipes do SUS que  têm experiência com uso de TF possam oferecer  o suporte aos colegas que estão na linha de frente da assistência às vítimas do novo coronavírus, como também aos que atuam na atenção primária, lidando diretamente, nas comunidades, com a aflição das famílias”, esclarece  Islândia Carvalho, coordenadora do ObservaPICS. Profissionais interessados na terapia floral que não contam com esse tipo de atendimento na rede de saúde onde atuam poderão buscar grupos de apoio com oferta da terapia, a exemplo do que oferece a Rede Cuidar Enfermagem, apoiada pelo observatório.

  • Para leitura complementar
  • Brooks SK, Webster RK, Smith LE, Woodland L, Wessely S, Greenberg N, et al. The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence. Lancet. 2020;395:912-20
  • Ornell F, Schuch JB, Sordi AO, Kessler FHP. “Pandemic fear” and COVID-19: mental health burden and strategies. Braz J Psychiatry. Forthcoming 2020
  • Campanha Saúde Mental https://www.paho.org/bra/

Fonte: fiocruz


Selma Flavio – Psicoterapeuta em Saúde Mental – Constelação Familiar e especialista em Terapia Floral.

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Por tudo que representas, por tudo que falam de ti, amo-te eternamente. Filho de São Paulo não dorme a luta, filho de São Paulo sucumbe a dor, filhos, São Paulo, dores, amores, vida. São Paulo o pai que acolhe, o pai que ensina, o pai que carrega o filho nos braços cândidos, sangrando, que cicatrizam ao vento, ensinando a crescer.

Teus filhos quando criados estão prontos, feitos sementes maduras ao vento, florescem em qualquer outra terra.

Amo-te com dores, com amores.

Selma Flavio

Gratidão São Paulo.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2021


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SOBRE A DEPRESSÃO


O depressivo não recebe de seus pais, mesmo que se disponha a dar muito em sua vida. A
depressão pode ser denominada “doença das raízes”. É como se o depressivo tivesse sido separado de suas raízes, os pais, ficasse privado da seiva e secasse. Quem se limita a dar sem receber toma-se oco e vazio, caindo finalmente em depressão. Com isso já não pode dar e é obrigado a aceitar ajuda em sua doença.

Também aqui podemos indagar: “Que força mais profunda de amor dificulta a alguém receber de seus pais e, mais tarde, também de outras pessoas?

Algumas crianças pequenas já percebem, ao olhar para seus pais, que eles estão onerados com destinos difíceis ou até mesmo em risco de vida. Então algo diz na alma delas: “Agora não posso vir e exigir algo de meus pais, pois eles não suportarão. Eles podem ficar mal ou mesmo morrer se eu pegar algo deles.” Assim essa criança poupa os seus pais, firma-se nas próprias pernas e diz a si mesma: “Vou conseguir sozinha.” Se esse padrão se mantém, a pessoa frequentemente vai à exaustão, com todas as consequências.

Qual é a solução, neste caso?

Ela geralmente não consegue, se olharmos somente para a relação entre os pais e os filhos. Precisamos também dos avós. É necessário um processo em que, retroativamente, os pais recebam de seus pais, em sua alma, aquilo de que precisam, para que se livrem da sobrecarga e do perigo de vida. No fluxo das gerações precisamos encontrar o lugar onde, em razão de determinados eventos, ele foi interrompido. Ali pode começar a cura.

Uma mulher depressiva, que já passara várias vezes por clínicas psicossomáticas, procurou um grupo para melhorar sua relação com a mãe. O terapeuta solicitou-lhe que colocasse em sua constelação apenas uma representante para si e outra para sua mãe. Ela as posicionou frente a frente e muito distanciadas. A imagem era de total frieza. Sem pedir informações, o terapeuta introduziu uma representante para a avó. Nada se moveu e continuou a frieza. Outra mulher foi colocada, a bisavó. Então a avó espontaneamente se aproximou dela, lançou-se em seus braços e chorou amargamente. Depois se soltou, aproximou-se de sua filha, a mãe da cliente, e tomou-a amorosamente nos braços. A mãe começou a sorrir, aproximou-se finalmente da filha, a representante da cliente, como o membro mais novo dessa corrente e abraçou-a fortemente.

A cliente, ainda sentada na roda, ficou calma e pediu para entrar pessoalmente em contato com aquelas mulheres. Todas quatro se abraçaram por longo tempo. Embora não soubesse o que se passara entre a bisavó e a avó, a mulher ficou visivelmente aliviada. Na mesma noite falou cordialmente e por longo tempo com sua mãe pelo telefone. Soube então que a bisavó tivera sua filha como mãe solteira e tivera de entregá-la depois, por pressão de seus pais, a parentes distantes que mais tarde não quiseram devolver-lhe a filha.

Muitos casos de morte nas famílias e eventos dolorosos e terríveis podem levar os pais ao limite de suas forças e de suas vidas, de modo que seus filhos não ousam exigir nada mais deles.

Jakob Robert Schneider
A Prática das Constelações Familiares


Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral

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O que é Transtorno de personalidade borderline?

O Transtorno de Personalidade Borderline (CID10 – F60.3)(TPB) é transtorno de saúde mental que pode causar um padrão de instabilidade comportamental nas relações interpessoais, na autoimagem e afetos.

É considerado um transtorno de personalidade fronteiriço ou limítrofe entre uma modalidade “não normal” da personalidade de se relacionar com o mundo e um estado que pode ser considerado patológico.

A pessoa com síndrome de Borderline apresenta sintomas como impulsividade, visão distorcida de si e dos outros, medo de abandono ou de ficar sozinho e reações agressivas e intensas.

Características da síndrome de Borderline

As características mais comuns das pessoas que têm a Síndrome de Borderline são:

  • Alterações do humor que podem durar horas ou dias, variando entre momentos de ira, depressão e ansiedade;
  • Irritabilidade e ansiedade que pode provocar agressividade;
  • Medo de ser abandonado por amigos e familiares;
  • Instabilidade nas relações, podendo causar distanciamento;
  • Impulsividade e dependência por jogos, gasto de dinheiro descontrolado, consumo exagerado de comida, uso de substâncias e, em alguns casos, não cumprindo regras ou leis;
  • Pensamentos e ameaças suicidas;
  • Insegurança em si próprio e nos outros;
  • Dificuldade em aceitar críticas;
  • Sensação de solidão e de vazio interior.

Diagnóstico de Transtorno de personalidade borderline

Como identificar uma pessoa borderline?

O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é clínico, baseado em uma minuciosa avaliação psiquiátrica feita por profissional de saúde mental qualificado.

Muitos profissionais envolvem o paciente no seu próprio diagnóstico, na medida em que vão mostrando a ele os critérios diagnósticos e perguntando quais deles os definem plenamente. Este método ajuda o paciente a aceitar melhor o diagnóstico.

Entretanto, há profissionais que preferem não dizer ao paciente o diagnóstico por conta do estigma e também porque, antigamente, o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline era tido como intratável.

De modo geral, falar com o paciente sobre o diagnóstico é a conduta preferível para a maioria dos especialistas. Questões que precisam ser perguntadas são sobre ideações suicidas, atos autolesivos e pensamentos sobre machucar os outros. O diagnóstico é clínico, baseado no relato do paciente e nas observações do médico.

Cuidado ao diagnosticar

É importante lembrar que, hoje, o diagnóstico é feito pela presença de uma coleção de traços e não por um critério isolado. Mas nem sempre a resposta é certeira: é comum a confusão do Transtorno de Personalidade Borderline com o transtorno bipolar, por exemplo.

Exames recomendados

Exame físico e testes de laboratório são recomendados para eliminar sintomas possíveis, como problemas de tireoide e abuso de substâncias. Exames de imagem são usados para afastar outras causas, especialmente neurológicas.

Diagnóstico precoce

Normalmente, o Transtorno de Personalidade Borderline demora a ser diagnosticado. Pode levar três, cinco, dez ou ainda mais anos até que seja descoberto. Por isso, é muito importante que o diagnóstico seja feito o mais precocemente possível e que o tratamento seja logo iniciado.

Buscando ajuda médica

Sempre que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresentar sintomas muito angustiantes e/ou reações que possam afetar ou machucar a si mesmo ou a outras pessoas, ele deve procurar um médico.

O mesmo ocorre quando há intenção suicida ou mesmo tentativa. Nesses casos, é muito importante que a família e, principalmente, os terapeutas tenham conhecimento desses pensamentos, pois eles podem ajudar.

Complicações possíveis

O que é ser uma pessoa borderline?

A pessoa com Borderline tende a estar em constante estado de agitação, entenda melhor as características da pessoa borderline. As complicações costumam ocorrer quando há separação, abandono percebido ou desaprovação de outra pessoa.

Os indivíduos com este transtorno exibem impulsividade em áreas potencialmente prejudiciais para si próprios, tais como nos esportes, nos jogos de azar, no consumo de tabaco, álcool e drogas, gastos irresponsáveis, comer em excesso, abusar de medicamentos, praticar sexo inseguro e dirigir de forma impudente.

Portanto, as complicações decorrentes do Transtorno de Personalidade Borderline são:

  • Distúrbios alimentares
  • Obesidade mórbida
  • Síndrome metabólica
  • Promiscuidade
  • Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)
  • Gravidez indesejada
  • Problemas com a lei
  • Dilapidação do patrimônio
  • Graves acidentes
  • Comportamento automutilante

Há ainda a possibilidade de comorbidade com outros transtornos psiquiátricos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline. Entre outras complicações mais graves, estão gestos suicidas e o ato de suicídio em si.

Hoje, sabemos que o risco maior de completar o suicídio a quem sofre da condição é nos 5 a 7 anos do início da manifestação. Depois disto, o risco diminui. Sendo assim, somente 10% das pessoas com Borderline chegam a consumar o suicídio.

Psicoterapia

Tratamento de Transtorno de personalidade borderline

O tratamento inicial do transtorno de Borderline é feito com a psicoterapia. Ela ajudará o paciente a controlar melhor seus impulsos e entender seu comportamento.

A psicoterapia é uma grande aliada para quem busca a melhora de aspectos emocionais. Além de oferecer auxílio em momentos de aflição, o acompanhamento de um psicólogo permite um maior entendimento frente às questões da vida.

Ter o acompanhamento de um psicólogo no dia a dia pode trazer transformações significativas em sua existência, independente do motivo que o motivou a iniciar a psicoterapia.

Outro ponto trazido pelo tratamento com a psicoterapia é o foco, principalmente, nas questões do suicídio e da automutilação, além do aprendizado de novas habilidades, como consciência, eficácia interpessoal, cooperação adaptativa nas decepções e crises e na correta identificação e regulação de reações emocionais.

Terapia familiar

O tratamento de Borderline pode feito também com a ajuda da terapia familiar, pois, em geral, a família tende a abandonar o paciente ou a se tornar superprotetora. Os pais se dizem impotentes e relatam sofrer tanto quanto o paciente.

Medicamentos

Os remédios usados para tratar os pacientes com Borderline geralmente focam em sintomas isolados. Entre os medicamentos mais utilizados, estão:

  • Antidepressivos: para comorbidades (mais de uma patologia) como a depressão
  • Estabilizadores de humor: para problemas interpessoais e de raiva
  • Antipsicóticos: para impulsividade.

Objetivos do tratamento

No início, o tratamento pode aliviar alguns sintomas, principalmente aqueles que mais perturbam os pacientes. Porém, ao pensar no desenvolvimento da personalidade, o tratamento deverá ser de médio a longo prazo.

Os tratamentos, especialmente a psicoterapia, também podem ser breves, com duração de 20 sessões ou de longo prazo, de dois a três anos. Pesquisas atuais têm apontado que tratamentos de longo prazo produzem resultados mais duradouros no decorrer da vida.

O objetivo é ir além dos sintomas, buscando o desenvolvimento duradouro das capacidades psíquicas do paciente.

Fontes minhavida tuasaude

Lembre-se você é responsável por você, diagnóstico correto e ajuda médica são os passos mais importantes para a sua mudança.

Filmes que retrataram o Transtorno de Personalidade Borderline

  • Atração Fatal (1987)
  • Borderliner (2017 – Netflix)
  • Garota, Interrompida (1999 – Netflix)
  • Distúrbio Mortal (2002)
  • As Horas (2002)
  • Monster – Desejo Assassino (2003)
  • Bem-Vindos ao Meu Mundo (2014)


Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral


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Mais um ANO NOVO, mais uma vez a esperança de mudanças bate na porta.

Esse ano novo, um ano que começa diferente.

Então, respire fundo, deixe o ar sair e junto dele todas as amarras dos anos anteriores.

Tome folego, no novo folego com pensamentos renovados.

Com um novo olhar para o seu irmão, um novo olhar para o planeta.

O quanto ainda precisamos de todos, o quanto o todo faz a diferença.

A aproximação exigida, o respeito pelo outro, e a capacidade de resiliência, tudo foi testado e agora, podemos colocar em pratica o melhor de nós  para os anos que virão.

Permita que todo esse aprendizado não tenha sido em vão; ajude mais, se comprometa mais, seja mais solidário. Tenha um novo olhar, um olhar de compaixão – olhe no espero e diga a você. Sinto muito, sinto muito por tudo que passamos e foi dolorido, me comprometo a cuidar de mim.

Permita que o amor invada sua alma, não espere o final do ano, comece agora!

Seja grato pela vida, seja grato pelas oportunidades de mudanças, seja grato pela sua história, que mesmo que tenha sido difícil, que tenha sido para te transformar no melhor que já foi.

Recomece todos os dias, e sinta a felicidade do amor divino, do sopro da vida e da gloria do Cosmo. Somos privilegiados, apesar de todas as dificuldades terrenas.

Tenha a certeza, que cada ano será um ano melhor para você.

                FELICIDADES, QUE TODOS SEJAM ENVOLVIDOS NA PAZ E NO AMOR.

GRATIDÃO!

Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral

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Parece que o marido casou com a mãe, deve ter mesmo casado. Leia esse texto, vai descobrir muito mais.

Foto bastante intrigante. Muita gente deve achar normal, principalmente nos relacionamentos antigos. Mas, até hoje isso acontece e com mais frequência que se parece.

Foto que revela o que está oculto no sistema; a mãe toma o filho como marido, e o filho em amor a relação, aceita. Resultando em relacionamentos amorosos desastrosos, e a perda da sua liberdade.

Quantas sogras “morrem” de ciúmes dos filhos, com raiva da nora, a ponto de acreditar que a nora veio para tirar o filho dela.

Filhos que continuam ao lado da mãe, amarrados nesse acordo inconsciente, pois toma o lugar do pai, que normalmente foi um marido ausente ou se foi muito cedo.

Brigas intermináveis, noras loucas e mães se remoendo no ódio e rancor. Cena típica, da mulher e da amante do marido. Certo? Mas, não deveria.

Já vi mãe preparando o prato do filho, levando até sua mão e dizendo: – É, ele se casou não deu certo e voltou, voltou cheios de manias.

Nesse dia vi um  adulto sentado no sofá, com aspecto infantilizado. Recebendo nas mãos o prato preparado pela mãe.

Quantos são os motivos que levam um homem a se submeter a essas amarras, quantos pais abandonam seus lares e o filho toma o seu papel, quantas mães que não refazem suas vidas, ou excessivamente manipuladoras tomam todos os homens da família.

Você lembra desse filme – A Sogra 2015

Pois é, existem muito mais mistérios nas questões com sogra, – “que possa imaginar  nossa vã filosofia.”

É assim que caminham a as relações, de repente você tem conflitos e ainda não descobriu qual é o seu papel nessa relação.

Quanto as meninas que trocam de papel com a mãe, é muito mais complexo, um outro momento falaremos sobre isso.

Selma Flavio – Psicoterapia / Constelação Familiar.

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Quer entender qual é o seu papel na sua relação amorosa.

Responda:

Você assumiu a roupa limpa, a casa, o bem-estar do outro?

Você percebeu que seu parceiro passa mais tempo fora do que dentro de casa?

Percebeu que ele passa mais tempo no celular do que com você?

Onde ele deixa a toalha molhada, na cama?

Você percebe que te procura menos para fazer amor,  já não te olha mais com aquele tesão?

SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ SENDO MÃE DO SEU COMPANHEIRO?

Percebe também que está sobrecarregada e sozinha. Trabalho, filhos, casa… Tomando decisões sozinha.

É nesse  momento em que precisa se perguntar:
– Qual é o meu papel nessa relação?

Se a maioria das respostas for sim, está na hora de pensar no assunto, você pode ter virado mãe do seu companheiro.

Acompanhe a história:

Alguns anos com o companheiro, veio a trágica anunciação – quero o divórcio –  Um homem bonitão e uma bela mulher, uma relação que parecia perfeita. Ela cuidava dele e dos filhos.

Ela conta que fazia de tudo por ele, se preocupava com a roupa limpa, com a alimentação na hora certa, com as vontades dele, até o ajudou a construir a empresa, dele.

Mas, já percebia que não a procurava mais para fazer amor, já não se interessavam mais pelas mesmas coisas e se viu sobrecarregada com os afazeres, pois ela acabou assumindo quase tudo.

Até que um dia veio a notícia, que a deixou acabada. Ele queria a separação.

Se questionou, pois sempre estava disposta a fazer a suas vontades.

Ele simplesmente a deixou por outra pessoa. E o que fazer?

A pergunta certa é: – Qual era o papel dela  nessa relação?

Existem muitos papéis entre o que chamamos de bons e ruins, mas nessa história, ela percebeu  após algumas reflexões que o dela era o de MÃE, sim, ela exercia esse papel inconscientemente.

Quando  enxergou  verdadeiramente o papel que representava, sua tristeza foi tão grande que a dor da separação a tomou. Uma mistura de fúria e arrependimento.

O lado positivo foi perceber o quanto foi permissiva, e nesse movimento aparente de derrota, a fez se redescobrir como mulher, a levando a outros questionamentos  apontando a caminhos de resgate e cura. Pois já se julgava totalmente responsável e sua estima estava no chão.

O que ela não sabia e muitas ainda não sabem. É  que infelizmente a maturidade masculina em relação ao relacionamento, se dá quando, o homem percebe que não precisa nutrir o ego, através de coleções de mulheres. Seduções constantes para satisfazer a sua criança carente, enganando e se enganando na procura da autoafirmação.

Sabe aquele homem “mulherengo” ? É esse!

Quando encontra uma mulher que faz esse papel perfeitamente, até se casa, mas as consequências serão de traição e abandono.

O homem não sabe e nem admite, mas muitos procuram uma “mãe” para se relacionar. A sua carência gerada por um abandono ou por excesso de mãe, leva o homem a transformar suas relações em conquista intermitente por mulheres que tem o perfil para nutrir sua carência afetiva.

E a mulher por carência  e necessidade e de forma inconsciente, entra nesse jogo. Um jogo dolorido e com consequências desastrosas. É mais comum que parece esse papel, até por conta da cultura de nossas mães e avós, que criavam as meninas para serem empregadas dos maridos.

Quando isso acontece, a relação pode até durar por anos, mas no final você está exausta e abandonada.

E onde está a cura?

Está em você mesmo, saindo dessa relação consciente e transformando sua história.

Uma relação saudável começa, quando ambos têm consciência do papel de cada um na relação e não espera que o outro seja o pai ou a mãe.

Essa é só uma situação de relacionamentos que não terminam bem, temos muito mais aspectos que influenciam nas relações mal sucedidas de casal.

E, você não tem má sorte, você tem um padrão negativo que pode ser cuidado e transformado com amor, com carinho por você mesma e principalmente a verdade.

Selma Flavio – Psicoterapeuta – especialização em saúde mental / Constelação Familiar / Terapia Floral

Assista ao vídeo e entenda sobre o assunto.

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