São Paulo

Por tudo que representas, por tudo que falam de ti, amo-te eternamente. Filho de São Paulo não dorme a luta, filho de São Paulo sucumbe a dor, filhos, São Paulo, dores, amores, vida. São Paulo o pai que acolhe, o pai que ensina, o pai que carrega o filho nos braços cândidos, sangrando, que cicatrizam ao vento, ensinando a crescer.

Teus filhos quando criados estão prontos, feitos sementes maduras ao vento, florescem em qualquer outra terra.

Amo-te com dores, com amores.

Selma Flavio

Gratidão São Paulo.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2021


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Depressão

SOBRE A DEPRESSÃO


O depressivo não recebe de seus pais, mesmo que se disponha a dar muito em sua vida. A
depressão pode ser denominada “doença das raízes”. É como se o depressivo tivesse sido separado de suas raízes, os pais, ficasse privado da seiva e secasse. Quem se limita a dar sem receber toma-se oco e vazio, caindo finalmente em depressão. Com isso já não pode dar e é obrigado a aceitar ajuda em sua doença.

Também aqui podemos indagar: “Que força mais profunda de amor dificulta a alguém receber de seus pais e, mais tarde, também de outras pessoas?

Algumas crianças pequenas já percebem, ao olhar para seus pais, que eles estão onerados com destinos difíceis ou até mesmo em risco de vida. Então algo diz na alma delas: “Agora não posso vir e exigir algo de meus pais, pois eles não suportarão. Eles podem ficar mal ou mesmo morrer se eu pegar algo deles.” Assim essa criança poupa os seus pais, firma-se nas próprias pernas e diz a si mesma: “Vou conseguir sozinha.” Se esse padrão se mantém, a pessoa frequentemente vai à exaustão, com todas as consequências.

Qual é a solução, neste caso?

Ela geralmente não consegue, se olharmos somente para a relação entre os pais e os filhos. Precisamos também dos avós. É necessário um processo em que, retroativamente, os pais recebam de seus pais, em sua alma, aquilo de que precisam, para que se livrem da sobrecarga e do perigo de vida. No fluxo das gerações precisamos encontrar o lugar onde, em razão de determinados eventos, ele foi interrompido. Ali pode começar a cura.

Uma mulher depressiva, que já passara várias vezes por clínicas psicossomáticas, procurou um grupo para melhorar sua relação com a mãe. O terapeuta solicitou-lhe que colocasse em sua constelação apenas uma representante para si e outra para sua mãe. Ela as posicionou frente a frente e muito distanciadas. A imagem era de total frieza. Sem pedir informações, o terapeuta introduziu uma representante para a avó. Nada se moveu e continuou a frieza. Outra mulher foi colocada, a bisavó. Então a avó espontaneamente se aproximou dela, lançou-se em seus braços e chorou amargamente. Depois se soltou, aproximou-se de sua filha, a mãe da cliente, e tomou-a amorosamente nos braços. A mãe começou a sorrir, aproximou-se finalmente da filha, a representante da cliente, como o membro mais novo dessa corrente e abraçou-a fortemente.

A cliente, ainda sentada na roda, ficou calma e pediu para entrar pessoalmente em contato com aquelas mulheres. Todas quatro se abraçaram por longo tempo. Embora não soubesse o que se passara entre a bisavó e a avó, a mulher ficou visivelmente aliviada. Na mesma noite falou cordialmente e por longo tempo com sua mãe pelo telefone. Soube então que a bisavó tivera sua filha como mãe solteira e tivera de entregá-la depois, por pressão de seus pais, a parentes distantes que mais tarde não quiseram devolver-lhe a filha.

Muitos casos de morte nas famílias e eventos dolorosos e terríveis podem levar os pais ao limite de suas forças e de suas vidas, de modo que seus filhos não ousam exigir nada mais deles.

Jakob Robert Schneider
A Prática das Constelações Familiares


Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral

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O que é Transtorno de personalidade borderline?

O Transtorno de Personalidade Borderline (CID10 – F60.3)(TPB) é transtorno de saúde mental que pode causar um padrão de instabilidade comportamental nas relações interpessoais, na autoimagem e afetos.

É considerado um transtorno de personalidade fronteiriço ou limítrofe entre uma modalidade “não normal” da personalidade de se relacionar com o mundo e um estado que pode ser considerado patológico.

A pessoa com síndrome de Borderline apresenta sintomas como impulsividade, visão distorcida de si e dos outros, medo de abandono ou de ficar sozinho e reações agressivas e intensas.

Características da síndrome de Borderline

As características mais comuns das pessoas que têm a Síndrome de Borderline são:

  • Alterações do humor que podem durar horas ou dias, variando entre momentos de ira, depressão e ansiedade;
  • Irritabilidade e ansiedade que pode provocar agressividade;
  • Medo de ser abandonado por amigos e familiares;
  • Instabilidade nas relações, podendo causar distanciamento;
  • Impulsividade e dependência por jogos, gasto de dinheiro descontrolado, consumo exagerado de comida, uso de substâncias e, em alguns casos, não cumprindo regras ou leis;
  • Pensamentos e ameaças suicidas;
  • Insegurança em si próprio e nos outros;
  • Dificuldade em aceitar críticas;
  • Sensação de solidão e de vazio interior.

Diagnóstico de Transtorno de personalidade borderline

Como identificar uma pessoa borderline?

O diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é clínico, baseado em uma minuciosa avaliação psiquiátrica feita por profissional de saúde mental qualificado.

Muitos profissionais envolvem o paciente no seu próprio diagnóstico, na medida em que vão mostrando a ele os critérios diagnósticos e perguntando quais deles os definem plenamente. Este método ajuda o paciente a aceitar melhor o diagnóstico.

Entretanto, há profissionais que preferem não dizer ao paciente o diagnóstico por conta do estigma e também porque, antigamente, o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline era tido como intratável.

De modo geral, falar com o paciente sobre o diagnóstico é a conduta preferível para a maioria dos especialistas. Questões que precisam ser perguntadas são sobre ideações suicidas, atos autolesivos e pensamentos sobre machucar os outros. O diagnóstico é clínico, baseado no relato do paciente e nas observações do médico.

Cuidado ao diagnosticar

É importante lembrar que, hoje, o diagnóstico é feito pela presença de uma coleção de traços e não por um critério isolado. Mas nem sempre a resposta é certeira: é comum a confusão do Transtorno de Personalidade Borderline com o transtorno bipolar, por exemplo.

Exames recomendados

Exame físico e testes de laboratório são recomendados para eliminar sintomas possíveis, como problemas de tireoide e abuso de substâncias. Exames de imagem são usados para afastar outras causas, especialmente neurológicas.

Diagnóstico precoce

Normalmente, o Transtorno de Personalidade Borderline demora a ser diagnosticado. Pode levar três, cinco, dez ou ainda mais anos até que seja descoberto. Por isso, é muito importante que o diagnóstico seja feito o mais precocemente possível e que o tratamento seja logo iniciado.

Buscando ajuda médica

Sempre que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresentar sintomas muito angustiantes e/ou reações que possam afetar ou machucar a si mesmo ou a outras pessoas, ele deve procurar um médico.

O mesmo ocorre quando há intenção suicida ou mesmo tentativa. Nesses casos, é muito importante que a família e, principalmente, os terapeutas tenham conhecimento desses pensamentos, pois eles podem ajudar.

Complicações possíveis

O que é ser uma pessoa borderline?

A pessoa com Borderline tende a estar em constante estado de agitação, entenda melhor as características da pessoa borderline. As complicações costumam ocorrer quando há separação, abandono percebido ou desaprovação de outra pessoa.

Os indivíduos com este transtorno exibem impulsividade em áreas potencialmente prejudiciais para si próprios, tais como nos esportes, nos jogos de azar, no consumo de tabaco, álcool e drogas, gastos irresponsáveis, comer em excesso, abusar de medicamentos, praticar sexo inseguro e dirigir de forma impudente.

Portanto, as complicações decorrentes do Transtorno de Personalidade Borderline são:

  • Distúrbios alimentares
  • Obesidade mórbida
  • Síndrome metabólica
  • Promiscuidade
  • Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)
  • Gravidez indesejada
  • Problemas com a lei
  • Dilapidação do patrimônio
  • Graves acidentes
  • Comportamento automutilante

Há ainda a possibilidade de comorbidade com outros transtornos psiquiátricos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline. Entre outras complicações mais graves, estão gestos suicidas e o ato de suicídio em si.

Hoje, sabemos que o risco maior de completar o suicídio a quem sofre da condição é nos 5 a 7 anos do início da manifestação. Depois disto, o risco diminui. Sendo assim, somente 10% das pessoas com Borderline chegam a consumar o suicídio.

Psicoterapia

Tratamento de Transtorno de personalidade borderline

O tratamento inicial do transtorno de Borderline é feito com a psicoterapia. Ela ajudará o paciente a controlar melhor seus impulsos e entender seu comportamento.

A psicoterapia é uma grande aliada para quem busca a melhora de aspectos emocionais. Além de oferecer auxílio em momentos de aflição, o acompanhamento de um psicólogo permite um maior entendimento frente às questões da vida.

Ter o acompanhamento de um psicólogo no dia a dia pode trazer transformações significativas em sua existência, independente do motivo que o motivou a iniciar a psicoterapia.

Outro ponto trazido pelo tratamento com a psicoterapia é o foco, principalmente, nas questões do suicídio e da automutilação, além do aprendizado de novas habilidades, como consciência, eficácia interpessoal, cooperação adaptativa nas decepções e crises e na correta identificação e regulação de reações emocionais.

Terapia familiar

O tratamento de Borderline pode feito também com a ajuda da terapia familiar, pois, em geral, a família tende a abandonar o paciente ou a se tornar superprotetora. Os pais se dizem impotentes e relatam sofrer tanto quanto o paciente.

Medicamentos

Os remédios usados para tratar os pacientes com Borderline geralmente focam em sintomas isolados. Entre os medicamentos mais utilizados, estão:

  • Antidepressivos: para comorbidades (mais de uma patologia) como a depressão
  • Estabilizadores de humor: para problemas interpessoais e de raiva
  • Antipsicóticos: para impulsividade.

Objetivos do tratamento

No início, o tratamento pode aliviar alguns sintomas, principalmente aqueles que mais perturbam os pacientes. Porém, ao pensar no desenvolvimento da personalidade, o tratamento deverá ser de médio a longo prazo.

Os tratamentos, especialmente a psicoterapia, também podem ser breves, com duração de 20 sessões ou de longo prazo, de dois a três anos. Pesquisas atuais têm apontado que tratamentos de longo prazo produzem resultados mais duradouros no decorrer da vida.

O objetivo é ir além dos sintomas, buscando o desenvolvimento duradouro das capacidades psíquicas do paciente.

Fontes minhavida tuasaude

Lembre-se você é responsável por você, diagnóstico correto e ajuda médica são os passos mais importantes para a sua mudança.

Filmes que retrataram o Transtorno de Personalidade Borderline

  • Atração Fatal (1987)
  • Borderliner (2017 – Netflix)
  • Garota, Interrompida (1999 – Netflix)
  • Distúrbio Mortal (2002)
  • As Horas (2002)
  • Monster – Desejo Assassino (2003)
  • Bem-Vindos ao Meu Mundo (2014)


Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral


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Mais um ANO NOVO, mais uma vez a esperança de mudanças bate na porta.

Esse ano novo, um ano que começa diferente.

Então, respire fundo, deixe o ar sair e junto dele todas as amarras dos anos anteriores.

Tome folego, no novo folego com pensamentos renovados.

Com um novo olhar para o seu irmão, um novo olhar para o planeta.

O quanto ainda precisamos de todos, o quanto o todo faz a diferença.

A aproximação exigida, o respeito pelo outro, e a capacidade de resiliência, tudo foi testado e agora, podemos colocar em pratica o melhor de nós  para os anos que virão.

Permita que todo esse aprendizado não tenha sido em vão; ajude mais, se comprometa mais, seja mais solidário. Tenha um novo olhar, um olhar de compaixão – olhe no espero e diga a você. Sinto muito, sinto muito por tudo que passamos e foi dolorido, me comprometo a cuidar de mim.

Permita que o amor invada sua alma, não espere o final do ano, comece agora!

Seja grato pela vida, seja grato pelas oportunidades de mudanças, seja grato pela sua história, que mesmo que tenha sido difícil, que tenha sido para te transformar no melhor que já foi.

Recomece todos os dias, e sinta a felicidade do amor divino, do sopro da vida e da gloria do Cosmo. Somos privilegiados, apesar de todas as dificuldades terrenas.

Tenha a certeza, que cada ano será um ano melhor para você.

                FELICIDADES, QUE TODOS SEJAM ENVOLVIDOS NA PAZ E NO AMOR.

GRATIDÃO!

Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral

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Parece que o marido casou com a mãe, deve ter mesmo casado. Leia esse texto, vai descobrir muito mais.

Foto bastante intrigante. Muita gente deve achar normal, principalmente nos relacionamentos antigos. Mas, até hoje isso acontece e com mais frequência que se parece.

Foto que revela o que está oculto no sistema; a mãe toma o filho como marido, e o filho em amor a relação, aceita. Resultando em relacionamentos amorosos desastrosos, e a perda da sua liberdade.

Quantas sogras “morrem” de ciúmes dos filhos, com raiva da nora, a ponto de acreditar que a nora veio para tirar o filho dela.

Filhos que continuam ao lado da mãe, amarrados nesse acordo inconsciente, pois toma o lugar do pai, que normalmente foi um marido ausente ou se foi muito cedo.

Brigas intermináveis, noras loucas e mães se remoendo no ódio e rancor. Cena típica, da mulher e da amante do marido. Certo? Mas, não deveria.

Já vi mãe preparando o prato do filho, levando até sua mão e dizendo: – É, ele se casou não deu certo e voltou, voltou cheios de manias.

Nesse dia vi um  adulto sentado no sofá, com aspecto infantilizado. Recebendo nas mãos o prato preparado pela mãe.

Quantos são os motivos que levam um homem a se submeter a essas amarras, quantos pais abandonam seus lares e o filho toma o seu papel, quantas mães que não refazem suas vidas, ou excessivamente manipuladoras tomam todos os homens da família.

Você lembra desse filme – A Sogra 2015

Pois é, existem muito mais mistérios nas questões com sogra, – “que possa imaginar  nossa vã filosofia.”

É assim que caminham a as relações, de repente você tem conflitos e ainda não descobriu qual é o seu papel nessa relação.

Quanto as meninas que trocam de papel com a mãe, é muito mais complexo, um outro momento falaremos sobre isso.

Selma Flavio – Psicoterapia / Constelação Familiar.

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Quer entender qual é o seu papel na sua relação amorosa.

Responda:

Você assumiu a roupa limpa, a casa, o bem-estar do outro?

Você percebeu que seu parceiro passa mais tempo fora do que dentro de casa?

Percebeu que ele passa mais tempo no celular do que com você?

Onde ele deixa a toalha molhada, na cama?

Você percebe que te procura menos para fazer amor,  já não te olha mais com aquele tesão?

SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ SENDO MÃE DO SEU COMPANHEIRO?

Percebe também que está sobrecarregada e sozinha. Trabalho, filhos, casa… Tomando decisões sozinha.

É nesse  momento em que precisa se perguntar:
– Qual é o meu papel nessa relação?

Se a maioria das respostas for sim, está na hora de pensar no assunto, você pode ter virado mãe do seu companheiro.

Acompanhe a história:

Alguns anos com o companheiro, veio a trágica anunciação – quero o divórcio –  Um homem bonitão e uma bela mulher, uma relação que parecia perfeita. Ela cuidava dele e dos filhos.

Ela conta que fazia de tudo por ele, se preocupava com a roupa limpa, com a alimentação na hora certa, com as vontades dele, até o ajudou a construir a empresa, dele.

Mas, já percebia que não a procurava mais para fazer amor, já não se interessavam mais pelas mesmas coisas e se viu sobrecarregada com os afazeres, pois ela acabou assumindo quase tudo.

Até que um dia veio a notícia, que a deixou acabada. Ele queria a separação.

Se questionou, pois sempre estava disposta a fazer a suas vontades.

Ele simplesmente a deixou por outra pessoa. E o que fazer?

A pergunta certa é: – Qual era o papel dela  nessa relação?

Existem muitos papéis entre o que chamamos de bons e ruins, mas nessa história, ela percebeu  após algumas reflexões que o dela era o de MÃE, sim, ela exercia esse papel inconscientemente.

Quando  enxergou  verdadeiramente o papel que representava, sua tristeza foi tão grande que a dor da separação a tomou. Uma mistura de fúria e arrependimento.

O lado positivo foi perceber o quanto foi permissiva, e nesse movimento aparente de derrota, a fez se redescobrir como mulher, a levando a outros questionamentos  apontando a caminhos de resgate e cura. Pois já se julgava totalmente responsável e sua estima estava no chão.

O que ela não sabia e muitas ainda não sabem. É  que infelizmente a maturidade masculina em relação ao relacionamento, se dá quando, o homem percebe que não precisa nutrir o ego, através de coleções de mulheres. Seduções constantes para satisfazer a sua criança carente, enganando e se enganando na procura da autoafirmação.

Sabe aquele homem “mulherengo” ? É esse!

Quando encontra uma mulher que faz esse papel perfeitamente, até se casa, mas as consequências serão de traição e abandono.

O homem não sabe e nem admite, mas muitos procuram uma “mãe” para se relacionar. A sua carência gerada por um abandono ou por excesso de mãe, leva o homem a transformar suas relações em conquista intermitente por mulheres que tem o perfil para nutrir sua carência afetiva.

E a mulher por carência  e necessidade e de forma inconsciente, entra nesse jogo. Um jogo dolorido e com consequências desastrosas. É mais comum que parece esse papel, até por conta da cultura de nossas mães e avós, que criavam as meninas para serem empregadas dos maridos.

Quando isso acontece, a relação pode até durar por anos, mas no final você está exausta e abandonada.

E onde está a cura?

Está em você mesmo, saindo dessa relação consciente e transformando sua história.

Uma relação saudável começa, quando ambos têm consciência do papel de cada um na relação e não espera que o outro seja o pai ou a mãe.

Essa é só uma situação de relacionamentos que não terminam bem, temos muito mais aspectos que influenciam nas relações mal sucedidas de casal.

E, você não tem má sorte, você tem um padrão negativo que pode ser cuidado e transformado com amor, com carinho por você mesma e principalmente a verdade.

Selma Flavio – Psicoterapeuta – especialização em saúde mental / Constelação Familiar / Terapia Floral

Assista ao vídeo e entenda sobre o assunto.

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“Gratidão queridos pais, avós e demais ancestrais por terem tecido o meu caminho, imensa gratidão pela imensidão dos seus sonhos que, de alguma forma, são hoje a minha realidade.

A partir deste ponto e com muito amor, dou luz à tristeza que houve nas gerações passadas, dou luz à raiva, às partidas prematuras, aos nomes não ditos, aos destinos trágicos.

Dou luz à flecha que cortou caminhos e tornou a calçada mais fácil para nós.

Dou luz à alegria, às histórias repetidas várias vezes.

Dou luz ao não dito e aos segredos de família.

Dou luz às histórias de violência e ruptura entre casais, pais e filhos e entre irmãos  e que seja o tempo e o amor que volte a unir.

Dou luz a todas as memórias de limitação e pobreza, a todas as crenças desestruturantes e negativas que permeiem o meu sistema familiar.

Aqui e agora semeio uma nova esperança, alegria, união, prosperidade, entrega, equilíbrio, ousadia, fé, força, superação, amor, amor e amor.

Que todas as gerações passadas e futuras sejam agora, neste instante cobertas com um arco-íris de luzes que curem e restaurem o corpo, a alma e todos os relacionamentos.

Que a força e a bênção de cada geração alcancem sempre e inunde a geração seguinte.

Assim seja.

Assim, é!

Por Bert Hellinger – Constelação Familiar


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Você julga?

O julgamento moral é uma forma de exclusão que decorre do sentimento de superioridade. Certa vez, bastante jovem, Bert Hellinger participava de um workshop para padres, na época que pertencia à igreja e trabalhava na África do Sul.

Ali ele ouviu uma pergunta que mudou sua vida. “Se vocês tiverem que escolher entre as pessoas e os valores, com o que vocês ficam?”

Ele teve certeza que devia responder “com as pessoas”, mas ele e os outros ficavam com os valores morais, os dogmas, as regras e perdiam de vista as pessoas, excluindo quem não se encaixasse na fôrma de sua moral e crenças. Assim ele percebeu que não podia ajudar as pessoas e perdia o essencial de foco.

Quem ajuda precisa analisar, mas não julgar.

A verdadeira ajuda é ética e não moral.

A ajuda efetiva sustenta-se na postura de respeito, igualdade e dignidade que é exercida e promovida em quem ajuda e em quem é ajudado.

Assim, todos são iguais, ninguém precisa salvar e todos podem se conectar à sua competência, força e poder pessoal.

A ordem da ajuda – Bert Hellinger

#SejaEstejaSorria #constelaçãofamiliar #auraquartz #psicoterapia

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TÍMIDO?

LIBERDADE EMOCIONAL NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Você sente nervoso ao falar em público?

Tem dificuldade de conversar com pessoas estranhas?

É muito difícil fazer novas amizades?

Falar no telefone pode ser um tormento para você?

Pedir algo, dar recados é quase impossível para você?

Você precisa compreender o que é Liberdade Emocional nas relações interpessoais.

Quando falamos de Liberdade Emocional na capacidade de relacionamentos interpessoais, falamos de pessoas capazes de circular com tranquilidade entre as pessoas, conversar, falar em publico e muito mais do que isso. Se sentir seguro em qualquer situação, qual envolva outras pessoas.

Se imagine caminhando livremente sem a preocupação de estar entre outros, conversar, se sentir a vontade.

É maravilhoso, não é?

Você gostaria de vivenciar essa sensação no dia a dia, sem nervoso, sem medo ou insegurança.

Você pode!

A dificuldade de se relacionar é mais misteriosa que parece, ela não está apenas na timidez, está também na forma que se relaciona com as pessoas qual convive no seu dia a dia. Casa, trabalho… o olhar que tem pelo outro e a forma de lidar com as pessoas.

A partir do momento que toma conhecimento de quem é você, resgata sua confiança e principalmente sua autoestima. Quando se descobre como um ser humano integro, se torna dono de você mesmo, direcionando sua vida de forma assertiva, com amigos, colegas e pessoas que te respeitando, isso acontece, a partir do momento que também passa a se respeitar internamente. Todo processo de busca interna, é reconhecida como um todo, apoderando-se de forças internas que antes estavam adormecidas, enraizadas em crenças distante da sua essência.

Liberá-la para germinar, crescer e florescer em todo seu ser, para colher alegria em cada passo de sua vida.

Timidez no dicionário leva o peso de sua palavra – A timidez ou o acanhamento pode ser definida como o desconforto e a inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos objetivos pessoais e profissionais de quem a sofre. Caracteriza-se pela obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros. –  O julgamento, a exigência de si, o torna como um botão que não floresce, quando você consegue enxergar qual a sua dor emocional, qual impressão da infância marcou sua vida, quem te calou, você consegue dar o grito da liberdade, libertasse  para novos  caminhos, só que agora florido, feliz e pronto para transformar o restante da sua vida.

Métodos, práticas de autoconhecimento leva água para a semente da comunicação germinar e assim trazer flores a fala, tranquilidade e facilidade de circulação entre as pessoas.

A pergunta é – O que houve que te calou?

Um olhar assertivo para você, através da visão sistêmica é um despertar. Viver sem medo de estar, de ser, de se reconhecer.

Selma Flavio – Psicoterapia/Constelação Familiar

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como está a saúde do filho

Você sabe o que é alienação parental, você sabia que ela começa muito antes da separação?

É a manipulação psicológica em uma criança em mostrar medo, desrespeito ou hostilidade injustificados em relação ao pai/mãe ou outros membros da família do parceiro.

Em poucas palavras, é colocar a criança contra qualquer pessoa do grupo familiar do seu companheiro(a) ou ex-companheiro(a), prejudicando o seu vínculo afetivo, para que a criança fique apenas a seu favor.

Nessa situação a criança é obrigada a tomar partido, tirando a sua posição de filho, forçando a julgar um dos pais. Quando isso acontece, você está dizendo a criança que não gosta de 50% dela, – pois ela é o resultado da união do casal.

“O homem dever reconhecer que a família da mulher, apesar de diferente, tem o mesmo valor que a sua. E a mulher tem que reconhecer que a família do marido, embora seja diferente da sua, também tem o mesmo valor.”

Bert Hellinger -2016

Quando Bert diz a família do companheiro deve ser reconhecido, ele sugere que devemos reconhecê-los como família de nossos filhos. Olhar com respeito sem menosprezar diante a criança.

Em consequência a criança inconscientemente também passa a se rejeitar, não gostar parte de si, se rejeita da mesma forma que você rejeita o companheiro(a).

A alienação parental começa muito antes da separação, começa quando o relacionamento não vai bem e um dos pais já faz a manipulação do filho a  seu favor.

Um jogo grave e perigoso, onde as consequências maiores se projetam na saúde mental do seu filho. Podemos ter crianças com baixa de autoestima, depressivas, agressivas, com doenças físicas e muito mais.

Na gravidade da situação, uma criança é capaz de tentar salvar o casamento dos pais, desenvolvendo uma doença grave.

Deve estar se questionando, como é difícil não mostrar a insatisfação para o filho, principalmente em casos em relacionamentos abusivos com agressividade.

Sei o quanto é difícil, tente pelo menos não comentar na frente do filho, não jogar as frustações na criança, principalmente nas primeiras fases da vida, o que existe entre os adultos precisam ser resolvidos entre os adultos. Mantenha-o o mais parcial possível e procure ajuda terapêutica.

Para poder tomar decisões assertivas, cuidando também do seu emocional, ajudando a preservar a saúde emocional do seu filho. A separação muitas vezes é o melhor caminho, fazê-lo de forma saudável é a melhor solução para todos. Pois, todos estão adoecidos.

Selma Flavio – Psicoterapeuta/Constelação Familiar

“O pai está sempre presente na criança. Quando eu rejeito o pai, rejeito também a criança. A criança sente isso e fica dividida. Não pode ficar completa.”

Bert Hellinger no livro “A fonte não precisa perguntar pelo caminho”

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