Ramalhete

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Agonizam as flores no vaso do altar,

reverberando a eternidade das cores.
Contempla-as quantos olhos… Ávidos de beleza.
Entre tons e matizes, uma oferenda para Deus,
nenhuma lágrima minha, nenhum obrigado.
Elas jazem lentamente por nós, e vivem as flores,
morrendo no afã da eternidade…
Para dizer por nós…
Óh Deus! Muito obrigado!

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ZéReys – poeta do profundo.
(Poema escrito em 2008.)

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