Nossas dores, nossos amores


Ouvindo Ho’oponopono e pensando em  tantos suicídios, veio-me a inspiração, chamo atenção a reflexão desse texto. Inspirado pelo bem maior, que inspire também seus corações.

Nossas dores

O que nos resta, a não ser olhar para nós e percebermos que nossos filhos também adoecem, o que nos resta, se a dor é tão grande que nos anestesiamos na frenesia da vida. O que nos resta se não nos percebemos como doentes, delegando culpas mostrando o algoz. O que nos resta, se a vida não nos supre, e a verdade está longe demais para ser vista. Como é possível amar o próximo, se nem mesmo nos amamos.

Nos resta, a última gota de esperança, o ultimo raio de luz, o último suspiro. Basta uma oportunidade para mudar a história, descobrir que enquanto emaranhados em nossas dores, não iremos perceber o outro. Julgaremos nossos filhos, nossos pais, nossos irmãos, nossos amigos. Cobraremos de Deus o que não nos foi dado, o que não foi procurado por nós. Sentaremos na posição de mártir e choraremos a nossa dor. Choraremos a dor que não pode ser vista, precisamos procurar ajuda, procura dimensão além de nossos olhos, buscar o mínimo de movimento a vida. Só então, começaremos a curar nossos filhos.


Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata!

Selma D. Flávio – Terapeuta Sistêmica e Vibracional


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