As chamadas “ovelhas negras”

As chamadas “ovelhas negras” da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.

Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo na contramão dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras.

As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo e desabrocham ramos na árvore genealógica.

BErt hellinger

Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes. Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.

Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se. A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.

No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas? Quem criaria novos ramos? Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes.

Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua ”raridade” como a flor mais preciosa da tua árvore. Tu és o sonho de todos os teus antepassados.

Bert Hellinger – Constelação Familiar

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Qual é o seu papel na relação?

Quer entender qual é o seu papel na sua relação amorosa.

Responda:

Você assumiu a roupa limpa, a casa, o bem-estar do outro?

Você percebeu que seu parceiro passa mais tempo fora do que dentro de casa?

Percebeu que ele passa mais tempo no celular do que com você?

Onde ele deixa a toalha molhada, na cama?

Você percebe que te procura menos para fazer amor,  já não te olha mais com aquele tesão?

SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ SENDO MÃE DO SEU COMPANHEIRO?

Percebe também que está sobrecarregada e sozinha. Trabalho, filhos, casa… Tomando decisões sozinha.

É nesse  momento em que precisa se perguntar:
– Qual é o meu papel nessa relação?

Se a maioria das respostas for sim, está na hora de pensar no assunto, você pode ter virado mãe do seu companheiro.

Acompanhe a história:

Alguns anos com o companheiro, veio a trágica anunciação – quero o divórcio –  Um homem bonitão e uma bela mulher, uma relação que parecia perfeita. Ela cuidava dele e dos filhos.

Ela conta que fazia de tudo por ele, se preocupava com a roupa limpa, com a alimentação na hora certa, com as vontades dele, até o ajudou a construir a empresa, dele.

Mas, já percebia que não a procurava mais para fazer amor, já não se interessavam mais pelas mesmas coisas e se viu sobrecarregada com os afazeres, pois ela acabou assumindo quase tudo.

Até que um dia veio a notícia, que a deixou acabada. Ele queria a separação.

Se questionou, pois sempre estava disposta a fazer a suas vontades.

Ele simplesmente a deixou por outra pessoa. E o que fazer?

A pergunta certa é: – Qual era o papel dela  nessa relação?

Existem muitos papéis entre o que chamamos de bons e ruins, mas nessa história, ela percebeu  após algumas reflexões que o dela era o de MÃE, sim, ela exercia esse papel inconscientemente.

Quando  enxergou  verdadeiramente o papel que representava, sua tristeza foi tão grande que a dor da separação a tomou. Uma mistura de fúria e arrependimento.

O lado positivo foi perceber o quanto foi permissiva, e nesse movimento aparente de derrota, a fez se redescobrir como mulher, a levando a outros questionamentos  apontando a caminhos de resgate e cura. Pois já se julgava totalmente responsável e sua estima estava no chão.

O que ela não sabia e muitas ainda não sabem. É  que infelizmente a maturidade masculina em relação ao relacionamento, se dá quando, o homem percebe que não precisa nutrir o ego, através de coleções de mulheres. Seduções constantes para satisfazer a sua criança carente, enganando e se enganando na procura da autoafirmação.

Sabe aquele homem “mulherengo” ? É esse!

Quando encontra uma mulher que faz esse papel perfeitamente, até se casa, mas as consequências serão de traição e abandono.

O homem não sabe e nem admite, mas muitos procuram uma “mãe” para se relacionar. A sua carência gerada por um abandono ou por excesso de mãe, leva o homem a transformar suas relações em conquista intermitente por mulheres que tem o perfil para nutrir sua carência afetiva.

E a mulher por carência  e necessidade e de forma inconsciente, entra nesse jogo. Um jogo dolorido e com consequências desastrosas. É mais comum que parece esse papel, até por conta da cultura de nossas mães e avós, que criavam as meninas para serem empregadas dos maridos.

Quando isso acontece, a relação pode até durar por anos, mas no final você está exausta e abandonada.

E onde está a cura?

Está em você mesmo, saindo dessa relação consciente e transformando sua história.

Uma relação saudável começa, quando ambos têm consciência do papel de cada um na relação e não espera que o outro seja o pai ou a mãe.

Essa é só uma situação de relacionamentos que não terminam bem, temos muito mais aspectos que influenciam nas relações mal sucedidas de casal.

E, você não tem má sorte, você tem um padrão negativo que pode ser cuidado e transformado com amor, com carinho por você mesma e principalmente a verdade.

Selma Flavio – Psicoterapeuta – especialização em saúde mental / Constelação Familiar / Terapia Floral

Assista ao vídeo e entenda sobre o assunto.

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CÂNCER- Vínculo e doença

Como todas as doenças, o câncer é um movimento do Espírito que é colocado em funcionamento quando alguém rejeitou a vida, para levar de volta a essa pessoa a vida.
Quando se trata de uma doença grave, a vida foi rejeitada repetidamente, após a recusa de enfrentar toda uma série de conflitos, e essa rejeição ocorreu em várias gerações seguidas.
Por isso, precisamente a doença se torna difícil, dura e exigente.
Pois o caminho de volta à vida pede a renúncia a crenças familiares muito enraizadas-crenças muito excluidoras -, pede para superar o sentimento de culpa de deixar de ser fiel a várias gerações.
Quanto à pessoa manifesta a sua adesão à vida como ela é: o seu assentimento à sua mãe, assentimento a sua doença, à sua carga; quando toma o seu lugar de filho e só de filho, quando decide enfrentar os seus conflitos, o câncer se aposenta.

HELLINGER
De início, quero dizer algo sobre a dinâmica familiar numa doença grave. É preciso observar que uma doença se origina em diversos níveis, e deve ser considerada tanto pelo lado físico quanto pelo lado da dinâmica interior da alma e do ambiente do enfermo.

Se olhamos principalmente para o ambiente, o ambiente familiar, observamos que a criança se liga à sua família com um amor muito profundo, com um amor arcaico. Esse amor é tão grande que a leva a querer partilhar o destino de seus pais e irmãos, simplesmente pela vontade de pertencer à família. Assim, acontece de alguém ficar doente para seguir uma pessoa que adoeceu antes, para partilhar o seu destino. A doença surge nesse caso como uma consequência dessa ligação.

Esse amor do vínculo familiar é cego na criança, pois ela não vê a outra pessoa, seja o pai ou a mãe. Ela não percebe que o pai, a mãe, os irmãos ou antepassados são pessoas que também amam, que a amam da mesma maneira que são amadas por ela.

Quando a criança percebe o amor que a leva a seguir, na morte ou na doença, sua mãe que morreu prematuramente, e diz à mãe: “Eu também quero morrer”, ela está exprimindo claramente o que sucede com a doença grave. Se, porém, ela encarar a mãe ao dizer isso, já não poderá dizê-lo, porque percebe que a mãe também a ama e que, para amar realmente a mãe, ela deveria dizer: “Mamãe, para alegrá-la continuarei viva”. Pois esse amor seria maior do que o amor que deseja seguir a mãe em seu destino.

É isso o que fazemos aqui. Trazemos à luz o amor escondido que faz adoecer, e levamos o doente a encarar a pessoa que ele deseja seguir. Então, quando o amor cego que faz adoecer vem à tona, ele se transforma numa força que ajuda a permanecer em vida. Quando abre os olhos, o mesmo amor que conduzia cegamente à morte passa a levar à cura. Esta é a dinâmica básica.

Fontes:
DESATANDO OS LAÇOS DO DESTINO – Bert Hellinger-Constelar a doença desde as compreensões de Bert Hellinger e Hamer – Brigitte Champetier de Ribes



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Profunda reflexão de Bert Hellinger

Profunda reflexão de Bert Hellinger, o alemão que já foi padre, largou o celibato e tornou-se psicoterapeuta e escritor. Atualmente está com 93 anos. Ficou conhecido mundialmente pela criação do método “Constelação Familiar”


“A vida decepciona-o pra você parar de viver com ilusões e ver a realidade.
A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.
A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como “É”.
A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.
A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.
A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.
A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.
A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de “reagir”.
A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.
A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.
A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.
A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.
A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.
A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.
A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir.
A vida envia raios e tempestades, para acordá-lo.
A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.
A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.
A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe.
A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.
A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.
A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então torna-se tudo.
A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.
A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração.
A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e busca-los.
A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.
A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta… Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste… até que só o AMOR permaneça em ti”

Bert Hellinger


O sentido da vida

O sentido da vida é vivê-la, dar o que temos para dar, receber o que temos para receber e fazer o que temos de fazer.
É estar no que é.
As grandes respostas sobre o sentido que vêm do pensamento e da análise mais racional nos apartam do perfume da rosa agora.
Assim, não importa tanto que sentido a vida tem para mim, senão que sentido eu tenho para a vida.
Ou seja, qual a nossa colaboração à beleza e ao canto da vida.
Vivamos sustentados em nossos próprios pés, em nossos próprios pais e em nossas raízes familiares e transformemos as moedas que recebemos de nossos antepassados, muitas ou poucas, alegres ou tristes, em riqueza para nossa vida e para a vida daqueles que nos rodeiam.
Vivamos confiantes na grande inteligência que governa as coisas, na força do espírito que a tudo alcança e que nos iguala como irmãos, e não esqueçamos que, além das mágoas e temores das paixões humanas, brilha a batida da vida, sempre alegre e barulhenta.
Aceitar as moedas é uma meta que devemos alcançar para conquistar a paz e a reconciliação com nossos pais, com a vida, com os demais e com a gente mesmo.

Joan Garriga – Onde estão as moedas

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Terapeuta – Constelação Familiar ? Selma Flavio

A outra ousadia do RH da GE – Constelações Organizacionais


A GE é uma empresa centenária de sucesso que ao longo de sua história inventou coisas fundamentais para humanidade, assim como Thomas Edson fez com a lâmpada. Ana Lúcia Caltabiano, VP de RH da GE para América Latina, disse que: “Buscar novas possibilidades e explorar o desconhecido está no DNA da GE e na área temos trabalhado em várias frentes, quebrando alguns paradigmas para humanizar mais a empresa.

 

A GE é uma empresa centenária de sucesso que ao longo de sua história inventou coisas fundamentais para humanidade, assim como Thomas Edson fez com a lâmpada. Ana Lúcia Caltabiano, VP de RH da GE para América Latina, disse que: “Buscar novas possibilidades e explorar o desconhecido está no DNA da GE e na área temos trabalhado em várias frentes, quebrando alguns paradigmas para humanizar mais a empresa. Portanto, experimentar a metodologia das Constelações foi mais uma ousadia que valeu a pena”. Fazer diferente também está no DNA da Corall e ousamos em um projeto com a equipe de RH da GE aplicando metodologias inovadoras, como a Constelação Organizacional, em mais uma experiência transformadora.A Constelação Sistêmica é uma dinâmica que foi desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger e tem como objetivo buscar soluções para todo tipo de questão: familiar, pessoal, profissional e, inclusive, organizacional. Hellinger constatou que em todo sistema existe uma dinâmica oculta que influencia seus membros e sua relação com esse sistema. A Constelação traz luz à essa dinâmica, até então oculta, nos permitindo perceber o que não está visível, revelando insights e favorecendo a solução da questão.No âmbito das organizações, a Constelação pode ser usada para buscar respostas sobre diversas questões e ajudar na tomada de decisões empresariais como, por exemplo, avaliar o impacto de novas estratégias e estruturas, revelar como lançamentos de produtos serão recebidos pelo mercado, identificar dinâmicas de relacionamento entre áreas dentro e fora das empresas, entre outras. Desta forma, o cliente acrescenta perspectivas que vão além da análise cognitiva e incluem outras percepções que contribuem na tomada de decisões e na busca de soluções.A partir de uma questão que é apresentada pelo cliente, escolhemos representantes para alguns elementos que fazem parte do sistema e os colocamos em relação aos outros. A partir da colocação desses representantes, acessamos um campo de energia que nos mostra onde se encontram as dinâmicas ocultas naquele sistema. O representante se conecta ao que ele representa e passa a perceber no corpo sensações e sentimentos vinculados ao elemento e os compartilha com o facilitador. A constelação segue com o movimento dos representantes e o facilitador observa as relações entre eles na busca de uma posição de maior entendimento e força para o cliente e o sistema.O contexto do projeto na GE era uma grande transformação em gestão de pessoas. A empresa tinha decidido abandonar o modelo de avaliação anual de performance e evoluir para um novo modelo fluído, onde o feedback acontece de forma menos estruturada e mais frequente. O RH seria o agente catalizador desta transformação, mas a organização sentia que precisava fazer algo diferente para incorporar e tornar vivo esse modelo dentro do setor. Segundo Ana Lúcia, “Era muito importante que nós, o time de liderança de RH, sentíssemos na pele a mudança e não fossemos somente os facilitadores da implementação global.”

Além disso, a GE estava implementando uma nova organização no setor que envolvia a transformação estrutural complexa onde os RHs das unidades de negócio deixariam de reportar diretamente ao líder do negócio para uma nova posição de Recursos Humanos em cada geografia. Esta mudança gerava muita ansiedade pois o novo modelo afetaria a vida de todos e seria implementada em pouco tempo em toda a região.

Contando com a abertura e a confiança da Ana Lúcia e da equipe, desenhamos um workshop ousado adotando metodologias inovadoras como práticas meditativas, exercícios de conexão emocional e um jantar às cegas para criar um ambiente de confiança e construirmos o campo para realizar uma constelação organizacional que revelou uma outra perspectiva sobre o que estava acontecendo na equipe e na função de RH.

No caso da GE a questão que foi tratada na constelação era: O que ainda não sabemos que é importante para a nossa transformação organizacional? Neste contexto, os membros da equipe representaram, os diversos elementos da nova estrutura de RH (RH do Negócio, RH do País, Operações, Centros de Expertise e Equipe de RH) bem como os clientes da função, como os líderes de negócio e os colaboradores da empresa.

Na constelação vimos que todos os funcionários do setor estavam ansiosos e os líderes de negócio estavam observando de longe, enquanto o RH do país estava tentando definir seu lugar em face ao novo desafio e os centros de expertise precisavam ter maior participação no processo. Estes insights levaram o time de liderança da área a comunicar mais sobre a transformação para engajar a equipe, explicar melhor a transformação para os líderes dos negócios, aprofundar o entendimento do novo papel geográfico de RH e envolver mais os centros de expertise para que todas as partes da organização estivessem alinhados e engajados com a transformação.

“Observando a dinâmica, tive vários insights sobre o que estava acontecendo e que eu não estava vendo. Com estes insights, tomamos ações, ajustamos o projeto da nova estrutura e reconheci que a transformação era mais profunda e complexa do que eu estava vendo. Cada uma das pessoas aprendeu muito e nos ajudou a enxergar coisas que não conseguíamos ver de outra forma. Foi uma intervenção que ficou e nós mudamos de verdade”, afirma Ana Lúcia.

No final de dezembro, fiquei muito tocado quando Ana me ligou para dizer que o nosso trabalho tinha sido uma das melhores coisas que aconteceram com ela durante o ano. Este feedback me marcou profundamente e reforçou minha crença de que as Constelações são uma metodologia efetiva para revelar dinâmicas que estão presentes em qualquer sistema organizacional e podem contribuir muito para entendermos contextos complexos e agirmos para acelerar transformações empresariais.

Fonte Exame

 

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