Viagem Astral

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Jorge L Rodrigues

A viagem astral ou desdobramento astral é quando a alma sai consciente do corpo físico durante o sono ou os sonhos. Na verdade todas as pessoas ao dormirem deixam o seu corpo físico no leito e saem com o seu corpo astral para repetir tudo aquilo que fizeram durante o dia. Geralmente não se lembram destas experiências devido a inconsciência, pois como já sabemos usamos apenas uma parte mínima do nosso potencial, estando com uma gigantesca parte totalmente adormecida.
Todo homem é formado por um trio de Corpo, Alma e Espírito. O corpo físico é este que conhecemos, construído de matéria física, que se alimenta de sólidos, líquidos e gases. A alma ou corpo astral é o intermediário entre a matéria e o espírito. E o espírito é o nosso real Ser, o que de mais elevado existe.

CORDÃO DE PRATA
O cordão de prata é um corpo fluídico na forma de elástico, que liga o corpo astral ao corpo físico. Tem este nome devido a alta vibração de suas partículas fluorescentes geralmente nas cores prateadas.
Durante o dia o corpo astral, com as agitações, emoções, as atividades e os impulsos, desgasta o corpo físico até que as células se revoltam provocando o cansaço e o sono. O corpo astral não necessita de repouso.

E durante o sono, quando se acha em relaxamento total, ele abandona o corpo físico, ficando ligado apenas pelo cordão de prata. Nestas condições geralmente vai repetir tudo o que fez durante o dia ou então visitar outros lugares, cidades, países ou mundos do espaço infinito, estando ainda ligado pelo cordão de prata.A morte física é o rompimento do cordão de prata que se dá quando o espírito abandona a matéria.
A própria Bíblia em Eclesiastes: 12/6-7 mostra claramente o cordão de prata.
“Antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo d’ouro, e se despedace o cântaro junto a fonte, e se despedace a roda junto ao poço.”
“E o pó volte a terra, como era e o espírito volte a Deus, que o deu.”

 

Mas pode ficar tranqüilo que isto nunca acontece durante a projeção astral. Não tenha medo, porque não há razão nenhuma para recear. A viagem astral é bastante normal e sinceramente não há palavras para descrever as maravilhas das viagens fora do corpo.

MUNDOS SUPERIORES
O nosso corpo físico, juntamente com tudo que é material, se encontra na terceira dimensão. No entanto, a nossa alma está na quarta, que é o tempo ou o mundo astral. Este mundo é uma réplica do mundo físico e tudo que tem de um lado, tem o seu correspondente no outro. E tudo o que existe no mundo físico teve a sua origem anteriormente no plano astral. Os nossos próprios pensamentos, memórias, emoções,.. estão na quarta dimensão e em nada tem a ver com o mundo material.
O corpo astral é um organismo vivente que possuí maravilhosos sentidos pelos quais podemos fazer investigações nos mundos superiores.

CIÊNCIA COMPROVA A VIAGEM ASTRAL
A viagem astral, desdobramento astral, ou projeção psíquica, sempre foi conhecida pelos místicos, santos e ocultistas desde a mais remota antigüidade. Na gloriosa civilização egípcia por exemplo, o corpo astral era representado por um pássaro chamado KA, que de tempos em tempos visitava o corpo mumificado. Atualmente, nos modernos estudos de parapsicologia a viagem astral é conhecida como Out-Of-Body Experience. Em todo o mundo, principalmente na Rússia e nos Estados Unidos, há um interesse muito grande nestes estudos, e inclusive existem universidades especializadas neste ramo fazendo parte de pesquisas consideradas secretas. Na Universidade de Virgínia, por exemplo, foram realizadas experiências extra-corpórea, totalmente controladas em laboratório, com o Dr. Robert Moroe, que chegou a publicar alguns livros mostrando os extraordinários resultados.

 

A viagem astral é quando a alma sai consciente, do corpo físico durante o sono ou os sonhos. Na verdade todas as pessoas ao dormirem deixam o seu corpo físico no leito e saem com o seu corpo astral para repetir tudo aquilo que fizeram durante o dia. Geralmente não se lembram destas experiências devido a inconsciência.

DESDOBRAMENTO ASTRAL
O VM. Samael Aum Weor; sábio, cientista, antropólogo e esoterista, é uma das raras pessoas que nasceu com a capacidade de se desdobrar conscientemente no plano astral. Em sua esclarecedora obra ‘DESFAZENDO MISTÉRIOS’ Capítulo XIV, transcreveremos os seguintes parágrafos:

“É preciso que compreendam a necessidade de aprender a sair do corpo celular à vontade. Entendam que o corpo físico é uma casa, onde não precisamos ficar prisioneiros.
“Precisamos entrar na região dos mortos à vontade, visitar as dimensões celestiais e conhecer outros mundos do espaço infinito.
“Fora do corpo físico, qualquer um pode dar-se ao luxo de invocar os seres queridos que já passaram pelas portas da morte e eles concorrerão ao nosso chamado. Assim, podemos conversar pessoalmente com eles.
“Há magos nigromantes que sabem invocar aos defuntos a fim de torná-los visíveis e palpáveis neste mundo físico, mas nós preferimos ir às regiões onde vivem para visitá-los, saber seu estado, ver como estão, etc,.
“Fora do corpo denso, adquirimos pleno conhecimento sobre os mistérios da vida e da morte. Fora do corpo celular, invocamos os anjos para conversar com eles, frente a frente.
“Entendam que no passado tivemos outros corpos e que vivemos outras existências. Fora do corpo físico, podemos recordá-las e revivê-las exatamente. A chave para alguém sair desta forma densa, para sair deste corpo carnal é muito simples.
“Prestem atenção. Qualquer um pode escapar do corpo de carne e osso à vontade naquele momento de transição que existe entre a vigília e o sono.
“Chega-me a memória um caso especial. Certa vez eu cheguei a um povoado e procurei um hotel, mas estavam todos cheios, não havia hospedagem para ninguém. Na última hora, consegui um alojamento em um dos dormitório.
“Havia ali muitas camas, onde dormiam muitos hóspedes. Paguei pelo último dos leitos e nele deitei-me para dormir. Lá pela meia noite um homem bateu na porta daquela casa solicitando alojamento. A dona da casa levou-o ao salão e disse-lhe: Veja, não tenho cama. Veja, todas estão ocupadas. O viajante protestou: Em lugar algum há hospedagem; vou dormir aqui mesmo, ainda que seja no piso. Coloque no chão um colchão, tapete ou esteira e um travesseiro para minha cabeça, porque estou muito cansado.
“A dona da casa de cômodos, comovida concordou em dar ao homem o que pedira. Encontrava-me acordado, vendo e ouvindo tudo aquilo. O viajante deitou-se no chão e pôs-se a dormir. Então observei-o detalhadamente. Enquanto estava desperto, movia-se de um lado a outro como que querendo acomodar-se ao duro piso. De repente, deixou de se movimentar e vejo com assombro uma nuvem cinza ovóide saindo de todos os poros de seu corpo.
“A nuvenzinha flutuou por alguns instantes sobre o corpo cansado do peregrino, depois colocou-se na posição vertical, assumiu sua aparência. Olhou-me fixamente antes de sair do salão caminhando com toda normalidade. Eis aqui o que sempre acontece neste estado de transição existente entre a vigília e o sono. O viajante afastou-se de seu corpo tenso da mesma forma com que todos fazem, mas sempre inconscientemente. Não digo com isto que aquele cavalheiro realizou uma saída consciente.
“Realmente trata-se de um processo natural e dar-se conta de seus processos naturais jamais poderá ser prejudicial a alguém. Realizar todas as suas funções conscientemente ao invés de fazê-lo de uma maneira inconsciente e involuntária nunca será perigoso. É por isso que ponho certa ênfase na necessidade de se aproveitar o momento de transição entre o sono e a vigília para se abandonar o corpo de carne e entrar consciente na região misteriosa. Há gente incrédula que diz: Que pode você saber do além? Como pode saber o que há do Texas para cima? Por acaso você foi ao outro mundo e voltou?, Etc.
“Estimados amigos, com este procedimento afirmo e reafirmo que todos podem ir ao outro mundo e voltar para contar o que viram. Posso jurar pelo que mais quero na vida que vou ao outro mundo cada vez que pretendo. E vocês também poderão ir desde que não tenham medo.
“Quando quero sair do corpo físico, aproveito o momento de sonolência, quando não se esta nem dormindo e nem está desperto de todo. Neste preciso instante, faço o que fez aquele viajante: levando-me suavemente, como que me sentindo vaporoso, fluídico, gasoso e saio do quarto, como aquele personagem saiu da casa de cômodos, e me dirijo para a rua.
“O espaço é infinito e voando posso viajar a todos os lugares da terra ou do infinito. Todos podem fazer o mesmo, desde que se proponham a tal. Antes de tudo, ninguém deve se identificar com o corpo material. Durante o experimento, devem pensar que não são o corpo e sim a alma. Devem sentir-se almas fluídicas, sutis… e quando se sentirem assim, simplesmente levantem-se da cama.
“O que estou dizendo traduza-se em fatos. Ouça-me bem. Não se trata de ficar pensando que estão se levantando, porque aí ficaria pensando sem realizar o experimento. Repito: Traduza-se em fatos. Façam o que fez o viajante da narrativa. Ele não se pôs a pensar que ia sair do corpo. Ele simplesmente agiu. Levantou-se do duro piso em que estava deitado. Repito para ficar bem claro. Levantou-se vaporoso, sutil, daquele lugar. Quando será que irão me entender? Em que período de sua vidas conseguirão sair do corpo à vontade?
“Querem saber algo do além? Querem conversar com os seres divinos fase à fase? Invoquem-nos, chamem-nos aos gritos quando estejam fora do corpo físico. Eles concorrerão com o propósito de instruí-los por amor a vós. Tudo de que se precisa é não ter preguiça e pôr atenção no processo do sono. Os cobertores que nos abrigam, as colchas e os lençóis sabem ser agradáveis. Custa muito trabalho abandonar a moleza, a inércia.
“Recordem que a vontade é indispensável para quem se propõe a sair do corpo físico. Conseguirão aqueles que seguirem minhas indicações com exatidão. Todos os sábios do passado abandonavam a forma densa para viajar consciente e positivamente no espaço infinito e conversar com os Deuses Santos, de quem recebiam maravilhosas instruções.
“Fora do mundo físico, podemos vivenciar diretamente todos os mistérios da vida e da morte. Compreenderão agora porque insisto na necessidade de se aprender a sair conscientemente do corpo físico”.

Através das palavras do Mestre Samael, ficou bem claro que o desdobramento astral é um processo natural que jamais poderá ser prejudicial a alguém

SEGREDOS OCULTISTAS DE PROJEÇÃO ASTRAL

Muito se tem falado e escrito sobre Viajem Astral, mas inquestionavelmente os maiores segredos ocultistas são reservados apenas aos Iniciados. Nossa Escola Iniciática Pistis Sophiah não mede esforços para revelar todos os grandes mistérios e segredos aos seus afiliados e Iniciados nos Mistérios Maiores. E é justamente por isto que tantas pessoas nos escrevem agradecendo-nos pelas extraordinárias revelações que fazemos em todas as nossas lições, e saibam que este nosso trabalho é direcionado à você, pois estamos cumprindo o terceiro fator da revolução da consciência que é o Sacrifício pela Humanidade.
Viajem astral, desdobramento astral, projeção da consciência, etc,. é a saída do corpo astral do corpo físico de forma consciente ou inconsciente.
Durante o dia, o corpo astral cansa o corpo físico. Com os seus desejos, agitações, eus psicológicos. E com toda esta agitação causada pelo corpo astral, as células do corpo físico se revoltam e vem a sensação de cansaço e o sono.
Com o adormecimento do corpo físico, o corpo astral se desprende do corpo físico e sai geralmente para repetir as coisas que mais lhe marcaram durante o dia. Geralmente freqüentar os mesmos lugares de costume , e por estar na quarta dimensão, pode viajar por todos os lugares que imaginar, conhecer qualquer parte do mundo e viajar por todo o espaço e todas as galáxias, etc… E isto é normal e acontece com todas as pessoas todas as noites durante o sono, só que de forma inconsciente. E tudo o que acontece no mundo do sonho é pura realidade, e o corpo astral está passando realmente pela experiência que geralmente é incompreendida no mundo físico. Mas é uma realidade e à muitos anos vem sendo estudada em laboratórios tais como na Ex-União soviética, Estados Unidos, etc… Infelizmente vem sendo usada, nos interesses pessoais (Eus) como forma de espionagem…
O nosso plano físico é a terceira dimensão (comprimento, espessura e largura), e o mundo do pensamento, da memória, do sonho… é a quarta dimensão que é o TEMPO. E o corpo astral viaja justamente na quarta dimensão que é o mundo do sonho. E aí não existe o “ESPAÇO TEMPO”. Pois você pensa em tal lugar e aparece lá mais rápido que a velocidade da luz e tão rápido como o pensamento!
Sabemos que a humanidade está 97% inconsciente e apenas 3% consciente. É devido a isto que traz poucas lembranças das experiências no mundo astral.A mesma consciência do corpo físico é a do corpo astral e que desperta a consciência no mundo físico também despertará no mundo astral. Quando a pessoa fica consciente no sonho ela pode controlar os seus atos. Se você se lembrar que estou lhe afirmando que você os pode controlar, você os controlará com certeza. Pessoalmente quase todas as noites controlo os meus sonhos, e sei por experiência própria que todas as pessoas também pode controlar os seus sonhos inclusive você! Nunca se esqueça destas minhas afirmações e procure sonhar com minhas palavras, repita-as várias vezes ao dia, ou durante semanas se for preciso, e comprovará por si mesmo que você pode e deve controlar os seus sonhos. Todos os ocultistas controlam os seus sonhos e você não será uma exceção.

fonte  pistissophiah

Cientistas atestam que nossa alma pode deixar o corpo e observá-lo

Cientistas e pesquisadores holandeses publicaram estudo no qual revelam que nossas almas podem abandonar nossos corpos e observá-los. Foram mais de 70 casos estudados com pessoas que relataram experiências durante o período em que estiveram clinicamente mortas.

O caso mais impressionante relatado pela pesquisa é de um paciente clinicamente morto por 20 minutos durante uma cirurgia cardíaca. Se sua volta à vida surpreendeu médicos, estes ficaram ainda mais perplexos quando ele descreveu que “saiu de seu corpo” e soube indicar precisamente a posição em que cada um dos médicos durante o período em que estava morto, além de fatos relevantes que aconteceram na sala.

Foram três os médicos responsáveis pelos estudos. Titus Rivas, Anny Adrien e Rudolf Smit publicaram um livro — que até o momento está disponível apenas em holandês — chamado “Wat een stervend brein niet kan”, que na tradução literal seria entitulado “O que um cérebro morrendo é capaz de fazer”. Nele, explicam o caso e concluem que diante das evidências é impossível negar a ausência do paciente de seu corpo durante a morte clínica.

A ideia, porém, ainda não é bem aceita na comunidade científica. Para muitos, o número de casos é reduzido e não há comprovação evidente de que as almas dos pacientes estiveram fora de seus corpos. Nesses casos, os cientistas mais céticos não levam em consideração os depoimentos de pacientes sobre as situações que vivenciaram.

 

fonte yahoo noticias

Crianças com memórias de vidas passadas surpreendem pesquisadores

O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Em “Além da Ciência”, o Epoch Times coleta histórias sobre alguns fenômenos estranhos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide.

Diversos pesquisadores têm investigado cuidadosamente casos de crianças que relatam memórias de vidas passadas. Foram verificados muitos casos em que os detalhes dados por crianças (algumas vezes com uma precisão surpreendente) correspondem a pessoas falecidas. Em outros casos, os dados são mais difíceis de se verificar.

Mesmo nos casos mais convincentes, alguns encontrarão algum elemento de dúvida. Será que os pais influenciaram os seus filhos com uma certa linha de questionamento sugestionável? Será que as crianças ouviram informações e repetiram-nas, sem o conhecimento de seus pais? Poderia uma imaginação fértil ou desejo de atenção terem alimentado a conversa sobre uma vida passada? Talvez a probabilidade possa explicar como tais “memórias” correspondem a pessoas ou eventos reais, ou talvez sejam apenas palpites de sorte.

A psicologia

O psicólogo Dr. Erlendur Haraldsson, professor emérito da Universidade da Islândia, em Reykjavik, estudou 30 crianças no Líbano, que persistentemente falaram de memórias de vidas passadas, e as comparou com outro grupo de teste composto por outras 30 crianças. O Dr. Haraldsson se perguntou se as crianças que se associam tão fortemente a outra pessoa (sua encarnação de vida passada) são psicologicamente semelhantes a pessoas com múltiplas personalidades.

O Dr. Haraldsson testou as crianças para saber se elas estavam mais propensas a tendências dissociativas do que seus pares do grupo outro teste. Ele explicou em seu artigo “Crianças que falam de experiências de vidas passadas: Há uma explicação psicológica?”, publicado pela Sociedade Britânica de Psicologia, em 2003: “O conceito de dissociação tem sido usado para descrever uma variedade de processos psicológicos, que vão desde aqueles que são perfeitamente normais, como a atenção dividida e sonhar acordado, ao aparecimento de múltiplas personalidades na mesma pessoa com pouca ou nenhuma consciência umas das outras”.

Ele descobriu que as crianças com supostas memórias de vidas passadas “obtiveram pontuações mais elevadas em relação a sonhar acordado, busca de atenção, e dissociação, mas não em relação ao isolamento social e à facilidade de se deixarem levar por sugestões”. No entanto, ele descobriu “que o nível de dissociação foi muito menor do que nos casos de personalidade múltipla, e não foi clinicamente relevante”.

No mesmo artigo, ele fez referência ao seu estudo de campo no Sri Lanka. Ele descobriu que lá, as crianças que falavam de vidas passadas sonhavam acordadas mais do que seus pares do outro grupo teste, mas não houve nenhuma indicação de que elas eram mais propensas a fabricar experiências imaginárias. Nem foram encontradas evidências indicando que elas seriam mais  facilmente levadas por sugestões. Em um de seus estudos no Sri Lanka, ele descobriu que essas crianças têm vocabulários maiores, obtiveram maior pontuação em um breve teste de inteligência e tiveram melhor desempenho escolar do que seus pares do outro grupo teste.

Haraldsson citou o Dr. Ian Stevenson, conhecido por seu estudo sistemático iniciado na década de 1960, sobre milhares de casos de crianças que relataram memórias de vidas passadas. Stevenson reexaminou muitas das crianças e descobriu que elas cresceram de forma saudável, se ajustaram apropriadamente à sociedade, e não tiveram diferenças psicológicas significativas comparadas com seus pares do outro grupo teste. Apenas uma das crianças que Stevenson reexaminou tornou-se esquizofrênica na vida adulta.

A busca pela verdade

Psicólogos como Haraldsson e Stevenson esforçaram-se para detectar qualquer influência psicológica que pudesse gerar dúvidas sobre as supostas memórias que eles investigaram.

Em 1975, o Jornal da Associação Médica Americana escreveu sobre Stevenson: “No que diz respeito à reencarnação, ele cuidadosamente e sem emoção coletou uma série detalhada de casos na Índia, casos em que as evidências são difíceis de serem ligadas a qualquer outra razão. … Ele registrou uma grande quantidade de dados que não podem ser ignorados.”

Em 1994, Haraldsson publicou um artigo intitulado “Estudos de Replicação de Casos Sugestivos de Reencarnação por Três Investigadores Independentes”, no Jornal da Sociedade Americana para a Pesquisa Psíquica, delineando estudos que replicaram a obra de Stevenson.

Ele resumiu: “Até o momento, Jurgen Keil estudou 60 casos na Birmânia, Tailândia e Turquia; Erlendur Haraldsson estudou 25 casos no Sri Lanka; e Antonia Mills estudou 38 casos no norte da Índia. … Em 80% dos 123 casos, foi identificada uma pessoa falecida que aparentemente correspondeu a algumas ou todas as declarações da criança. … Em 51% dos 99 casos resolvidos, a pessoa que a criança alegou ser era desconhecida pela família da criança; em 33% era conhecida e em 16% era parente. Da amostra combinada de 123 casos, apenas um dos casos [um estudado de Mills] parecia estar na fronteira entre o engano consciente perpetrado e o autoengano.”

O trabalho incluiu alguns exemplos de casos em que foram verificados os detalhes das memórias. Um desses casos foi o de Engin Sungur, nascido em dezembro de 1980 no Hospital Antakya, em Hatay, Turquia.

Caso de um menino na Turquia

Quando Sungur era um jovem garoto, fez uma viagem com sua família para longe de sua aldeia natal, Tavla. Durante a viagem, ele apontou para uma aldeia pela qual passava, chamada Hancagiz, e disse que ele morava lá. Ele disse que seu nome era Naif Cicek, e que ele tinha ido para Ancara antes de morrer.

Realmente existiu um Naif Cicek, que havia morrido naquela aldeia um ano antes de Sungur nascer. Mas a família de Sungur ficou sem saber disso por algum tempo. Eles não cederam imediatamente aos pedidos de Sungur para visitar a aldeia de sua vida passada.

Em data posterior, quando a filha de Cicek estava na aldeia de Tavla, onde Sungur vivia, antes da família de Sungur e Cicek terem qualquer contato, Sungur se aproximou dela e disse: “Eu sou o seu pai”.

A mãe de Sungur eventualmente levou-o para Hancagiz para conhecer a família de Cicek. O menino identificou corretamente vários membros da família, incluindo a viúva do falecido. Ele apontou para uma lamparina a óleo na casa de Cicek e disse que ele a havia feito sozinho. Ele disse que seu filho uma vez acertou-a com seu próprio caminhão enquanto estacionava de ré.

Todas as declarações feitas por Sungur estavam corretas, todas elas combinaram com os detalhes da vida de Cicek. Algumas outras declarações que ele fez não puderam ser verificadas, mas ele não fez nenhuma declaração incorreta.

O Dr. Jim Tucker, sucessor de Stevenson em estudos de reencarnação da Universidade de Virginia, contou casos semelhantes em que puderam ser verificados os detalhes das memórias de vidas passadas de uma criança, em seu livro “Retorno à Vida: Casos Extraordinários de Crianças que Lembram de Vidas Passadas”. Mas, ele observou, com relação aos casos que não podem ser verificados, “no mínimo, eles levantam a questão sobre o que poderia levar as crianças a acreditar que lembram dos acontecimentos que algumas delas relatam”.

Caso de uma menina no Canadá

O Dr. Tucker citou alguns exemplos, um dos quais envolveu uma menina do Canadá, que pareceu lembrar-se de ser uma senhora idosa. O pai da menina não tinha nenhum interesse por hóquei. Na verdade, ele evitava assistir ou falar sobre este assunto porque ele tinha más associações com o esporte – seu próprio pai era apaixonado por hóquei e sua falta de interesse pelo esporte havia afetado negativamente a relação entre os dois.

A menina, Hannah, quando tinha 3 anos de idade, perguntou ao seu pai por que o filho dela nunca mais levou-a para assistir jogos de hóquei. O pai perguntou quando o filho dela havia feito isso, e Hannah respondeu: “Você sabe, papai, quando eu era uma senhora idosa”.

Depois de algum tempo, ela falou mais sobre seu filho, dando detalhes como o carro branco com ferrugem que seu ele costumava dirigir e sua jaqueta de couro.

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Dr. Tucker escreveu: “Mesmo que as declarações da criança não possam ser verificadas neste caso, eu acho que são bastante impressionantes. O que levaria uma criança de 3 anos de idade, especialmente cuja família nem gostava de hóquei, a imaginar que ela tinha sido uma mulher idosa que desejava que seu filho a levasse para assistir a jogos de hóquei?”

fonte www.epochtimes.com.br 

 

 

 

Você deve parar de usar antitranspirante?

 Não usá-los pode ajudar seu corpo a eliminar toxinas, diz pesquisa!

Suor. A palavra por si só já causa uma sensação desagradável em boa parte das pessoas.

Temos cerca de 2,6 milhões de glândulas sudoríparas em nosso corpo e, para boa parte das pessoas, tentar impedir a produção normal de cada uma delas parece ser uma batalha diária; seja por questões estéticas, para não molhar as roupas na área das axilas, seja para disfarçar ou impedir odores desagradáveis.

A indústria cosmética lança, por ano, um gigantesco arsenal para tentar impedir que sua transpiração seja excessiva e mascare o cheiro – que na verdade é produzido pela ação de bactérias na pele, e não pelo suor em si (em sua grande maioria). Estima-se que, só no Brasil, mais de R$ 2 bilhões sejam gastos anualmente com a compra de produtos que prometem segurar a transpiração e o odor.

Novos estudos médicos garantem que o suor é inofensivo e fundamental para a nossa saúde. Sem ele, por exemplo, nosso corpo se inundaria de metais tóxicos. Nossa pele também seria incapaz de curar feridas de maneira eficaz.

Há muito tempo sabe-se que o suor é vital para a regulação da temperatura corporal – e que falhas neste sistema, pode simplesmente ser fatal.

George Havenith, professor de fisiologia e ergonomia ambiental da Universidade de Loughborough, explica: “A única maneira que o corpo tem de resfriar é suar e perder a energia do calor por evaporação. Se isso não acontecer, seu corpo pode superaquecer em um exercício e, se a temperatura ficar acima de 40 ºC, você sofre de exaustão de calor, o que pode ser fatal”.

Existe uma condição chamada anidrose que provoca este problema em seus portadores. As pessoas têm alto risco de sofrer ataques de insolação – o que pode causar danos graves ao cérebro e órgãos internos – porque seus corpos não conseguem regular o mecanismo de transpiração para diminuir a temperatura corporal.

Felizmente, esta é uma condição bastante rara, associada a danos nas glândulas sudoríparas causadas por lesões ou doenças autoimunes.

Todos nós temos níveis de metais tóxicos que se acumulam em nossos corpos. Arsênio, cádmio, chumbo, mercúrio, são comuns em nosso ambiente e também estão presentes em nossos alimentos – embora não devessem.

Quando consumimos mariscos, cereais e vegetais como brócolis, repolho e couve-flor, a contaminação também acontece. Estas plantas absorvem estes metais de seu ambiente e transmitem para nós durante a alimentação. As folhas de tabaco possuem grande acúmulo de cádmio e chumbo, a partir do solo, de acordo com publicação da revista Journal of Environmental and Public Health.

Estes elementos são considerados cancerígenos, além de causarem prejuízos ao nosso sistema nervoso, coração e rins.

Usar antitranspirantes pode impedir o processo natural de excreção destes metais através do suor.

A evidência disponível sugere que médicos deveriam recomendar a transpiração através de exercícios ou saunas, como atividades de baixo risco, com potencial benéfico, para pessoas que estão sofrendo efeitos acumulativos destes elementos tóxicos”, disse George Havenith.

Estudo publicado em 2012, descobriu que as glândulas de suor desempenham um papel fundamental no fornecimento de células estaminais para curar feridas como arranhões, queimaduras e úlceras.

Outra pesquisa publicada por Chris Callewaert, biocientista da Ghent University, na Bélgica, mostra que a grande maioria do suor é sem cheiro. O suor dos dias quentes é provocado por glândulas écrinas, que são numerosas e estão em todo o corpo.

Mas, o suor causado por estresse, medo, ansiedade e excitação sexual é produzido por glândulas apócrinas, que estão sob os braços, virilha, lábio superior e couro cabeludo.

Ele ainda explica que existem dois tipos de bactérias que vivem nas axilas: O tipo bom (estafilococos) que não provoca odor significativo e a ruim (Corynebacterium) que transforma nosso suor em compostos com odor desagradável.

Seu estudo, publicado na revista Archives of Dermatological Research, sugere que antitranspirantes aumentam o nível das bactérias fétidas, o que acaba gerando uma “ação contrária” do que estes cosméticos deveriam oferecer, podendo alterar de forma significativa o odor natural. Ainda segundo ele, usar antitranspirantes constantemente pode levar a uma maior produção de suor com cheiro ruim nas axilas.

 

Fonte  jornalciencia

Ciência comprova elo entre saúde e espiritualidade

 

 

Ciência comprova elo entre saúde e espiritualidade

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Bons sentimentos reduzem os riscos de doenças cardíacas

Rio –  Tomar um comprimido a cada seis horas, perdoar desavenças e ser otimista. Em breve, pacientes poderão sair de consultas médicas com recomendações parecidas com esta. Estudos norte-americanos apontam que pessoas espiritualizadas têm saúde melhor. No Brasil, 500 cardiologistas começaram a pesquisar o comportamento dos brasileiros.

De acordo com o médico Álvaro Avezum, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, nos Estados Unidos o nível de espiritualidade foi medido por meio de um questionário. Em seguida, foi associado a questões biológicas, como ocorrência de problemas cardiovasculares (derrame e infarto) e índice de mortalidade.

Aqueles que cultivavam sentimentos positivos, como perdão, tolerância e paciência, tiveram pressão arterial controlada, melhor nível de colesterol e menos risco de desenvolver doenças cardíacas. Álvaro explica que, na pesquisa, a espiritualidade é definida como uma forma de enxergar e encarar a realidade e não se relaciona diretamente a religiões.

ATEUS TAMBÉM CONSIDERADOS

“Trata-se dos sentimentos que a pessoa nutre no cotidiano e como ela enfrenta os problemas. Isso se aplica a crentes e ateus ”, afirma, acrescentando que americanos também avaliaram a interferência da religiosidade na saúde. “Os religiosos também tiveram melhores índices”, disse. Segundo o médico, já está comprovado que estresse e depressão estão ligados a problemas cardíacos, mas há muitos mistérios ainda não desvendados. “Não conseguimos explicar casos que fogem do padrão clínico, como pacientes que melhoram ou pioram subitamente, contrariando projeções”.

Há dois meses, a sociedade criou o Grupo de Estudos em Espiritualidade (Gemca). Com cerca de 500 cardiologistas, o Gemca vai analisar o nível de espiritualidade entre os 14 mil médicos da sociedade. A pesquisa será estendida à população brasileira e o resultado deve sair em um ano. Para Álvaro, há casos clínicos que não podem ser explicados apenas pela ótica biológica. “Há lacunas na cardiologia e é possível encontrar a resposta para elas na espiritualidade”, acredita.

 

 

 

Fonte: O Dia – RJ

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