TÍMIDO?

LIBERDADE EMOCIONAL NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Você sente nervoso ao falar em público?

Tem dificuldade de conversar com pessoas estranhas?

É muito difícil fazer novas amizades?

Falar no telefone pode ser um tormento para você?

Pedir algo, dar recados é quase impossível para você?

Você precisa compreender o que é Liberdade Emocional nas relações interpessoais.

Quando falamos de Liberdade Emocional na capacidade de relacionamentos interpessoais, falamos de pessoas capazes de circular com tranquilidade entre as pessoas, conversar, falar em publico e muito mais do que isso. Se sentir seguro em qualquer situação, qual envolva outras pessoas.

Se imagine caminhando livremente sem a preocupação de estar entre outros, conversar, se sentir a vontade.

É maravilhoso, não é?

Você gostaria de vivenciar essa sensação no dia a dia, sem nervoso, sem medo ou insegurança.

Você pode!

A dificuldade de se relacionar é mais misteriosa que parece, ela não está apenas na timidez, está também na forma que se relaciona com as pessoas qual convive no seu dia a dia. Casa, trabalho… o olhar que tem pelo outro e a forma de lidar com as pessoas.

A partir do momento que toma conhecimento de quem é você, resgata sua confiança e principalmente sua autoestima. Quando se descobre como um ser humano integro, se torna dono de você mesmo, direcionando sua vida de forma assertiva, com amigos, colegas e pessoas que te respeitando, isso acontece, a partir do momento que também passa a se respeitar internamente. Todo processo de busca interna, é reconhecida como um todo, apoderando-se de forças internas que antes estavam adormecidas, enraizadas em crenças distante da sua essência.

Liberá-la para germinar, crescer e florescer em todo seu ser, para colher alegria em cada passo de sua vida.

Timidez no dicionário leva o peso de sua palavra – A timidez ou o acanhamento pode ser definida como o desconforto e a inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos objetivos pessoais e profissionais de quem a sofre. Caracteriza-se pela obsessiva preocupação com as atitudes, reações e pensamentos dos outros. –  O julgamento, a exigência de si, o torna como um botão que não floresce, quando você consegue enxergar qual a sua dor emocional, qual impressão da infância marcou sua vida, quem te calou, você consegue dar o grito da liberdade, libertasse  para novos  caminhos, só que agora florido, feliz e pronto para transformar o restante da sua vida.

Métodos, práticas de autoconhecimento leva água para a semente da comunicação germinar e assim trazer flores a fala, tranquilidade e facilidade de circulação entre as pessoas.

A pergunta é – O que houve que te calou?

Um olhar assertivo para você, através da visão sistêmica é um despertar. Viver sem medo de estar, de ser, de se reconhecer.

Selma Flavio – Psicoterapia/Constelação Familiar

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O amor do pai e a manifestação do masculino

Será que isto significa que o pai ama menos do que a mãe?

Para nós, não há nada mais longe da realidade do que essa afirmação. Neste ponto, a vida se mostra tão perfeita ao incluir um amor tão completo que surge a partir de dois seres diferentes.

A mãe nos permite experimentar o amor que acolhe. O pai permite experimentar o amor que te mostra o externo, que ensina sobre limites. Os dois são necessários, cada um da sua forma.

Vemos em nosso trabalho de forma frequente como o amor que vem do pai é incompreendido, principalmente nos dias de hoje.

É comum ver como os filhos, em geral, têm dificuldade de ver o amor que está presente na firmeza e ou dureza que por vezes recebem de seus pais.

Os filhos se perdem ao ver o que recebem através destes gestos que, em um primeiro olhar não conseguem interpretar. Eles não se apropriam da força que surge deste relacionamento tão singular.

Sem poder contar com a força do masculino que vem do pai, por julgarem profundamente esta outra forma de amor, acabam por sofrer as consequências disso na vida. 

Em última instância, quando julgam os pais, proíbem a si mesmo de usar as riquezas do masculino contidas em si.

Fonte IpêRoxo

É verdade que há uma fase na vida em que as pessoas precisam dizer não aos pais, mas é um não comportamental, de ação, não necessariamente de coração. É normal, em certo momento, que exista essa necessidade de se separar, de se diferenciar, de se fazer grande em relação aos pais. No entanto, se o filho diz com o coração aos seus pais: “Não, eu não tomo aquilo que vem de vocês porque não é o que eu mereço”, mesmo que vá para a Austrália continuará percebendo uma corda enorme que o amarra aos seus pais através da rejeição.

Mas se ele diz: “fico feliz que vocês e juntaram e me entregaram a vida e os agradeço e digo sim à vida que me deram e a aproveito, e em tudo de bom que vivo na minha vida os tenho presentes”, então os pais se sentem grandes e o filho se sente impulsionado à vida, e pode deixar os pais e seguir o seu próprio caminho, possuir a vida, fecundá-la, injetar os seus genes na torrente da vida, CRIAR, arriscar, viver.

E de vez em quando ele vai voltar para os seus pais e dirá de novo: “obrigado”.
A rejeição ata. O consentimento liberta, pois é amor.

Joan Garriga

Pedagogia Sistêmica aponta o afeto como uma das causa do TDAH infantil

“Não existe fracasso escolar, existe o grande amor das crianças por seus pais.” Dita assim, a frase pode parecer sem sentido. Mas inserida no contexto da pedagogia sistêmica é a resposta para o maior dos desafios da educação.

O assunto foi tema de uma palestra proferida por Angelica Olvero na Universidade de Brasília, nesta segunda-feira (25). Diretora Corporativa Acadêmica e de Investigação Educativa da Universidade Emílio Cárdenas (CEDUC), ela estuda e forma professores nessa especialização há 16 anos.

Ao longo de seus 46 anos de formação em pedagogia, Olvero diz ter encontrado a solução para os principais problemas da educação, na união da base teórica da pedagogia aos ensinamentos do filósofo e professor alemão Bert Hellinger, o criador das constelações familiares.

O resultado é uma abordagem mais completa e sensível do histórico de cada membro participante do processo de aprendizagem. Em sua apresentação, Olvero pediu que espectadores representassem pai, mãe, criança, escola, professora, ensino da matemática e violência. Com um trabalho semelhante ao feito na constelação familiar, ela mostrou quais são os cinco principais problemas encontrados nas escolas atualmente:

1) Desvio de função

Quando a professora ou o professor percebe na criança a ausência da mãe ou do pai e se sente no dever de assumir esse papel, a aprendizagem é prejudicada. Em vez de atuar como mestre e se concentrar na transmissão do conteúdo, passa a cuidar, consolar, ajudar a criança que está passando por algum problema, colocando o ensinamento e as outras crianças em segundo plano.

2) A culpa

Se as crianças não vão bem na escola começa um jogo de empurra. A família culpa a escola. A escola culpa o professor. O professor culpa a criança. A criança se sente culpada e a família se volta contra a escola. Segundo Angelica Olvera, a solução para esse conflito é o respeito. Os dois espaços, tanto o escolar quanto o familiar, precisam ser respeitados para que a criança se desenvolva bem.

3) O problema da criança

Onde está a atenção da criança que não consegue se concentrar na escola? O que a preocupa? De acordo com Olvera, essa é a reflexão que pais e mestres precisam fazer para descobrir a origem da agitação ou tédio que impedem as crianças de aprender.

“Tenho, na minha biblioteca, mais de cem livros sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. Mas a resposta não está lá. Está aqui”, disse ela.

De acordo com a especialista, se a criança não quer ir para a escola é porque existe algo mais importante a preocupando. Ela se sente no dever de cuidar do pai, da mãe, dos irmãos, que podem estar passando por alguma dificuldade. Ela sente, sabe e precisa ajudar.

“Nós compramos livros, fazemos cursos e nada funciona. Viajei muitíssimo. Nenhuma escola do mundo tem a resposta porque é isso. Ninguém tem culpa. Só que a criança precisa estar com a família”, explica.

4) Violência

Para Olvera, o problema começa na família. A violência presente em uma família desestruturada, onde existem ameaças, discussões, agressões, se expande até a escola, onde as crianças reproduzem o que sofrem, prejudicando outras crianças e famílias. A grande incoerência, no entanto, é que para acabar com a violência, a escola gera mais violência, com medidas punitivas e improdutivas. A solução, na opinião de Algelica Olvera é tratar as famílias individualmente por meio da terapia sistêmica de Bert Hellinger.

5) A presença dos pais

Os pais tanto das crianças quanto dos professores também precisam estar presentes na escola para que o aprendizado seja efetivo. São as raízes, as origens e não podem ser desprezadas, diz ela. Na palestra, Olvera lembrou o caso de uma professora que costumava colocar quadros dos próprios pais na sala de aula e os apresentava as crianças. Ela pedia para que os alunos também trouxessem, simbolicamente, os pais para a escola.

“Nessas horas, sempre tem alguma criança que diz: ‘Não conheço meu pai’. E ela respondia: ‘Mas eu conheço seu pai. Eu vejo ele bem aqui, na minha frente, porque você é a metade dele. Vamos desenhá-lo’.”

Segundo Olvera, muitos problemas escolares são resolvidos como mágica, quando as crianças fazem esse trabalho de trazer suas origens para a sala de aula.

“A criança que não consegue aprender matemática não consegue somar seu pai e sua mãe. As matemáticas são somas. Esse é o segredo da matemática. Todas as disciplinas têm seus segredos.”

É a consciência desses segredos por parte das professoras e professores, das mães e pais e da escola que faz com que as crianças tenham êxito no aprendizado.

“Essa é a solução dos problemas de todos os países porque o problema de todos os países é a educação”, completou.

 

Fonte  ebc 

 

*imagem Pixabel

Se filho tem TDAH infantil entre em contato e saiba como resolver essa questão através da Constelação Familiar,  preenchendo o formulário abaixo ou se preferir use WhatsApp 11 973873144.

A RELAÇÃO DE CASAL


 

A RELAÇÃO DE CASAL SEGUNDO BERT HELLINGER, O CRIADOR DAS CONSTELAÇÕES FAMILIARES.

 

“Se o homem pudesse desenvolver em si o feminino e possuí-lo, não precisaria da mulher. E se a mulher pudesse desenvolver em si o masculino e possuí-lo, não precisaria do homem. Por isto, muitos homens e mulheres que desenvolvem em si as características do outro sexo frequentemente vivem sós.
Eles se bastam.”
Para Hellinger, esta confusão entre o masculino e o feminino, que leva os cônjuges a uma inversão de lugares no casamento, é uma das grandes causas do fracasso nos relacionamentos. As constelações familiares buscam deixar claro para o casal, qual o lugar e a função de cada um, para que possam, através de amor e da ordem, crescer e evoluir a partir do relacionamento.

A GRANDEZA DE UM RELACIONAMENTO

“O relacionamento de casal é o que existe de maior e mais importante. Todos nós viemos de uma relação de casal. Através dela a vida é passada adiante, aliás, é a condição para que a vida seja passada adiante. Por isso, na relação de casal estamos mais profundamente conectados com aquilo que leva o mundo adiante e o dirige. Essa força atua na relação de casal de forma especial, pois nela estamos conectados com essa força.”

 “Quando alguém para no caminho e não quer avançar, o problema não está no saber. Ele busca segurança quando é preciso coragem e quer liberdade quando o certo não lhe deixa escolha. Assim, fica dando voltas.

 

O mestre, porém, não sede ao pretexto e à aparência. Busca o próprio centro e, recolhido nele, espera por uma palavra eficaz que o alcance, como alguém que abre as velas e aguarda pelo vento”.
Bert Hellinger – “No Centro Sentimos Leveza”.


Saiba mais- o que pode ser tratado – clique aqui


Através do campo morfológico, acessamos as informações necessárias para o desvendamento
do emaranhado familiar, levando luz e trazendo novas soluções para a problemática pessoal
e familiar, libertando-o para um olhar para uma nova história. 

Para Constelar entre em contato 
Selma D. Flávio - facilitadora em Constelação familiar
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A equivalência é o que faz um relacionamento dar certo


Bert Hellinger, trouxe para o mundo o conceito das Ordens do Amor, leis que para ele são tão arcaicas como nós mesmos e que são Leis da vida que regem os relacionamentos humanos, em todos os seus níveis.

Quando ele fala sobre o tema do RELACIONAMENTO DE CASAIS, cita vários pontos onde podemos nos emaranhar e colocar o risco nossas relações, sendo que, entre elas, talvez a mais comum e mais perigosa é a postura de esperarmos, cobrarmos ou exigirmos de nosso parceiro aquilo que não recebemos (ou não aceitamos receber) de nossos pais.

Quando fazemos isso, saímos do lugar de pessoa equivalente (pessoa diferente, mas tão importante quanto) e nos colocamos em situação inferior ou superior ao nosso parceiro. Se estamos no lugar da cobrança, estamos tentando transformar nosso parceiro em PAI ou MÃE e nós nos transformamos em CRIANÇAS. Se vamos para o lugar daquele que quer oferecer o que o outro exige, transformamos nosso parceiro em FILHO/A e nós mesmos vamos para o lugar de PAI ou MÃE. Em ambos os casos, para Hellinger, há uma quebra de uma lei e o relacionamento perde suas chances de dar certo e levar ambos a um outro lugar, o do crescimento de um através do outro.

Este belíssimo texto de Bert, ilustra bem esses princípios:

“As ordens do amor entre o homem e a mulher são diferentes das ordens do amor entre pais e filhos. Por isso a relação do casal sofre abalo e fica perturbada quando o casal transfere irrefletidamente para ela (a relação) as ordens do relacionamento entre pais e filhos.

Se, por exemplo, numa relação de casal, um parceiro busca no outro um amor incondicional, como uma criança busca em seus pais, ele espera receber do outro a mesma segurança que os pais dão a seus filhos. Isso provoca uma crise na relação, fazendo com que aquele de quem se esperou demais se retraia ou se afaste.

E com razão! Pois ao se transferir para a relação de casal uma ordem própria da infância, comete-se uma injustiça para com o parceiro. Quando, por exemplo, um dos parceiros diz ao outro: “Sem você não posso viver” ou: “Se você for embora eu me mato”, o outro precisa se afastar, pois tal exigência entre adultos no mesmo nível hierárquico é inadmissível e intolerável.

Já uma criança pode dizer algo assim a seus pais, porque sem eles realmente não pode viver.Inversamente, se o homem ou a mulher se comporta como se fosse autorizado a educar o parceiro e tivesse a necessidade de fazê-lo, arroga-se, em relação a alguém que lhe é equiparado, direitos semelhantes ao dos pais em relação aos filhos.

Neste caso, frequentemente o parceiro se esquiva à pressão e busca alívio e compensação fora do relacionamento.Portanto, faz parte das ordens do amor na relação entre o homem e a mulher que ambos se reconheçam como iguais. Qualquer tentativa de colocar-se diante do parceiro numa atitude de superioridade, própria dos pais, ou de dependência, característica da criança, restringe o fluxo do amor entre o casal e coloca em perigo a relação.”

Trecho extraído da Obra de Hellinger, O amor do Espírito.

 

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CORTANDO AS AMARRAS FAMILIARES


ESPECIAL DO MÊS
CONSTELAÇÃO PARA TODOS
APENAS 150,00 – com coffe black
Vila Prudente -SP


CORTANDO AS AMARRAS FAMILIARES

“Através do campo morfogenético, acessamos as informações necessárias para o desvendar
o emaranhado familiar, levando luz e trazendo novas soluções para a problemática pessoal
e familiar, libertando-o para um novo olhar para uma nova história de sucesso e felicidade.”
Selma D. Flávio

É indicado para:

  • Problemas de relacionamento entre os membros da família;
  • Comportamentos como, tais como: angustia, agressividade, culpa, medo, tristeza, ansiedade, depressão;
  • Relacionamento entre casais, namorados, casados, amante, parceiros anteriores;
  • Tratar questões de conflitos, separação, divorcio, amor;
  • Conflito com filhos;
  • Saúde do filho, sendo ainda criança;
  • Situações ocultas de relacionamento amoroso;
  • Abuso sexual, incesto;
  • Vícios, transtornos;
  • Compartilha de filhos na separação;
  • Herança;
  • Vida profissional;
  • Conflitos e questões empresariais;
  • Pessoas rejeitadas ou excluídas da família;
  • Dificuldades para engravidar, adoção e abortos;
  • Transplante de órgãos, consequências psicológicas e espirituais;
  • Saúde em geral.

É útil porque:

A capacidade do método de ver a origem da questão, e poder ressignificar a história, transformando-a em soluções e harmonizando as causas em questões.

>>Mais informações sobre constelação, acesse Os Benefícios da Constelação Familiar

Para Constelar entre em contato –
Selma D. Flávio – facilitadora em Constelação familiar
www.selmaflavio.com.br

Para assistir 15,00, necessita de inscrição

Inscrições e informações- 11 973873144 – whatsapp

 


 

Bert Hellinger – Constelação Familiar e seus benefícios

 


Quando se vivencia a possibilidade de o próprio sistema familiar manifestar o caminho para que o amor volte a fluir, sem fazer compensações, tem-se a chance de incluir aqueles que nos dão força. Portanto, todos os que participam de uma dinâmica da Constelação familiar, como o constelado, o constelador, os participantes e os que observam, têm a chance de vivenciar esta fonte de amor, que não precisa perguntar pelo caminho.

 

A Constelação Familiar ou Sistêmica olha para as diversas consciências as quais somos tomados. Sabendo ou não, querendo ou não, gostando ou não, pertencemos à um grupo, a um sistema, a uma família, funcionamos assim.

Nosso corpo físico funciona num sistema, nossa sociedade, a natureza, as empresas, o planeta, as estrelas. Fazemos parte de uma constelação, por isso, o alemão Bert Hellinger chamou essa forma de interpretarmos essas relações de: Constelação. Cada encontro com ele é um movimento grandioso em direção às infinitas possibilidades de amadurecimento de alma.

Através do método de percepção do “Campo Mórfico” desenvolvido por por Sheldrake e por vários terapeutas importantes do século passado e desse, Bert foi corajoso em desenvolver um método claro e preciso na qual a pessoa traz um problema e o “campo” nos mostra o que não conseguimos perceber com nossa razão e olhos físicos.

Por exemplo, que dinâmica existe entre um casal que se agride? O que está por traz dessa agressão? Nesse campo, através dos representantes (pessoas que participam do grupo) podemos entrar em contatos com “Revelações Divinas”, como o próprio Bert descreveu a constelação no “Trainning Camp” de 2012, na Alemanha.

Com tanta experiências, pesquisas e vivências desenvolvidas por Bert, ele encontrou um meio de trazer a tona o invisível que atua no nosso destino e a forma de transformarmos isso, não só com o objetivo de nos curarmos mas também curarmos o TODO.

Ele percebeu que em várias gerações, assim como somos tomados pela aparência dos nossos familiares, seus dons, etc, também se repetiam situações de perdas, sofrimentos, doenças e outras situações as quais as pessoas nem percebiam estar envolvidas devido à consciência familiar atuando e não a consciência individual.

Ou seja, muitas pessoas falam: eu plantei tanta coisa boa e colho tantos problemas. Isso é karma? Onde está a lei da ação e reação? Muitas pessoas também notam que, de repente, aparece uma dívida, uma relação afetiva complicada ou somos “levados” a determinadas escolhas que parecem não serem nossas. Também notou que a nossa vida não responde aos nossos esforços se, inconscientemente estão envolvidos com historias que não são nossas. Ficamos indisponíveis para nossa vida e disponíveis para nosso sistema.

O sistema familiar busca equilíbrio e o fluir do amor, da prosperidade, do respeito, do pertencer, da hierarquia. Se, de alguma forma, algum membro do nosso sistema, sai dessas estruturas, alguém da próxima geração busca compensar isso, mesmo que inconscientemente. Por isso, a constelação é um método de diagnóstico, um processo de reorganização e equilíbrio dentro dos sistemas as quais pertencemos.

Hoje, as constelações Familiares ou Sistêmicas olham inclusive para outras vidas. Apesar de um tema ainda tão polêmico, o próprio Bert Hellinger nos trás de forma tão profunda e tão respeitosa as verdades que só os corajosos nesse processo de evolução podem usufruir.

Fonte Livros Bert Hellinger

 

Saiba mais Constelação Familiar


 

Nascido em Leimen, morava em Cologne, sendo parte de uma família católica. Aos 10 anos, foi seminarista em uma ordem católica não alinhada ao nazismo. Apesar disso, aos 17 anos se alistou no exército e combateu com os nazistas no front, sendo preso na Bélgica[2]. Aos 20 anos, com o fim da guerra, se tornou padre. Se formou no curso de Teologia e Filosofia na Universidade de Würzburgo em 1951. Foi enviado como missionário católico para a África do Sul, onde atuou como diretor de várias escolas, como o Francis College, em Marianhill. Em 1954, obteve o título de Bacharel de Artes da Universidade da África do Sul e, um ano depois, graduou-se em Educação Universitária.

No final dos anos 1960, abandonou o clero e voltou à Alemanha, onde passou a estudar Gestalt-terapia. Mudou-se para Vienna para estudar psicanálise. Ali, conheceu sua primeira esposa, Herta, uma psicoterapeuta.

Em 1973 se mudou para a Califórnia para estudar Terapia Primal com Arthur Janov. Lá, se interessou pela Análise Transacional.

Hellinger se divorciou de Herta e casou-se com Marie Sophie, com quem mantém cursos, oficinas e seminários em vários países.

 

 

Conheça mais Constelação Familiar 

 

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Selma D. Flávio

 

 


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