SEPARAÇÃO DE CASAL

SEPARAÇÃO DE CASAL  E A SAÚDE DOS FILHOS PODEM ESTAR LIGADOS DIRETAMENTE AOS FILHOS QUE NÃO FORAM VISTOS.

– A importância do luto por aborto ou natimortos.

Numa cultura de negar as perdas por mortes, não se permitem vivenciar o  luto pela perda de um aborto (provocados ou não). Causando profundo sofrimento para uma mãe, uma dor imensurável, quão a perda de uma criança nascida.

Infelizmente ainda  para grande maioria dos homens, perder um filho por  aborto, é a mesma coisa de saber que a mulher menstruou, não dando devida importância e reconhecimento, julgando como exagerado a tristeza da mulher.

Quando esse homem não se dá conta da dor do sofrimento, e juntos não vivenciam o luto, pode provocar um grande abismo entre o casal, no decorrer do tempo levar a separação.

Todos os abortos, deveriam ter uma cerimônia intima, no qual o casal olha para essa criança, mesmo que de forma fictícia, reconhece a perda e se despede, dando um lugar em seu coração. Pois; essa criança é tão filho, quantos os filhos vivos.

Dar um nome amoroso mesmo não sabendo o sexo da criança, entender qual é a ordem de chegada desse filho. Evitando assim, transtornos futuros com o relacionamento do casal e com possíveis desarmonias entre os filhos.

Crianças diagnosticadas como por exemplo TDAH – Doença crônica que inclui dificuldade de atenção, hiperatividade e impulsividade. – Pode ser a criança identificada pela falta desse irmão, mesmo que inconsciente, não sabe qual é o seu lugar no sistema familiar, provocando desequilíbrios de todos os gêneros.

O futuro de todos podem estar afetados, e você sabe qual é o seu lugar no seu sistema familiar?

Lembrando que natimorto é o termo atribuído ao feto quando morre dentro do útero materno ou durante o trabalho de parto.

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica


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VIDA ESCOLAR E PANDEMIA, COMO VAI A SUA SAÚDE MENTAL?

Eterna aprendiz

MAIS DO QUE UMA REFLEXÃO

Compreendo a dificuldade de ajudar os filhos nos afazeres escolares, principalmente nos dias de hoje, compreendo também que sempre tivemos dificuldades em todo o âmbito familiar.

Mas entendo também, que nossos filhos que ainda cursam ensino fundamental, são crianças que precisam de ajuda, da ajuda de vocês pais.

Professores e escola oferecem aprendizado. Pais, deram a vida e mostram o caminho.

Se pararem 20 minutos por dia com seu filho, 20 minutos que podem parecer longos para você, já estará plantando sementes em terras férteis para a saúde emocional do seu filho.

Olhe nos olhinhos deles, pelo menos por alguns minutos, 1 minuto que seja, olhe lá no fundo e diga um sincero sinto muito e que eles podem contar com você. Mas olhem, nem que seja por 30 segundos.

Ele se sentirá reconhecido, e saberá que mesmo diante tantas dificuldades, lá no fundo tem pais que os amam. O amor que vocês têm para dá, da forma que for, mas que seja amor.

Um olhar de 30 segundos nos olhos de seu filho, poderá livrá-lo das tempestades futuras. Que com certeza será muito mais difícil de enfrentar do que esses 20 minuto, além dos 30 segundos de olhar sincero.

Se não conseguir estar com seu filho 20 minutos, ofereça 10 min.
Em 10 minutos ele falará como foi o seu dia de criança e ainda consegue fazer alguma lição, que vezes 7 dias já são 70 minutos na semana de momentos só dele com você.

A vida é difícil para você, sim, você não é o único.

O momento da pandemia deixou mais complicado, sim!
Mas estamos tentando nos adaptar.
Quando voltarmos as aulas, não pare com os 20 min ou 10 min de atenção. Pois, esses momentos sem brigas, sem discussões, sem cobranças, sem raiva… Fortalecerá seus laços familiares e os tornarão pessoas melhores. E com certeza, você também ficará bem!

Pense nisso!

Por Selma Flavio – Terapeuta
Terapia Cognitivo-Comportamental / Constelação Familiar – Terapia Florais

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Homenagem ao dia das mães

“NÃO BASTA HOMENAGEAR, NECESSITA O OLHAR.”

Nesse dia consagrado , vamos olhar com benevolência as  nossas mães, com respeito e amor. Sem julgamento, cada uma tem o amor que poder dar, da forma que o receberam. Sem nos sentirmos maiores, simplesmente sendo o pequeno, o filho.

“Você é minha mãe, você é a única, a certa, a melhor, porque você me deu a vida com o meu pai.

Obrigada pela vida, muito obrigada por minha vida.

Eu te amo.

Está tudo certo.

Recebi tudo.

O melhor.

A vida.

Muito Obrigada. “

Já dizia Renato Russo –

”Você culpa seus pais por tudo,

isso é absurdo

São crianças como você

O que você vai ser

Quando você crescer”

Selma Flavio – Psicoterapeuta – Terapia Cognitivo-Comportamental / Constelação Familiar – Terapia Florais

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A PAZ INTERIOR

Entre o homem e a paz, existe uma vertente qual o homem ainda não se encaixa totalmente, uma vertente gerada dentre um vácuo, qual separa o homem da capacidade de CoCriar a própria paz. Quanto mais o homem se aproxima da matéria mais  se posiciona distante. Num conceito antagônico; o ser humano aprende que o homem como matéria necessita de bens para se sentir em paz.

Efêmero

         Com dificuldade  de sentir, de vivenciar sentimentos o homem quer o controle da situação, não aceita o invisível como caminho e não permite a  entrega. Exatamente nesse espaço está a dificuldade de se relacionar com a paz tão procurada; inerente ao ser humano contrapõem-se; pois, se encontra no efêmero, é leve  sublime sentimento da tranquilidade interna.  Por um instante você o sente, no outro tudo pode ter caído por terra ou simplesmente não se dá conta e perde-se na oportunidade do momento; pois, embotado na dor, os sentimentos estão fragilizados e se torna impossível perceber qualquer movimento favorável.

         Ao procurar a paz no palpável  mais dela se distancia, quanto mais tentar controlar, mais se perde num emaranhado de acontecimentos. Somos  humanos e muitas vezes flagelados nos traumas de abandono, rejeição e agressividade… Tentar controlar tudo e idealizar a paz, nos transforma em seres incapazes de ser  feliz. A cada conquista viveremos  instantes de satisfação; pois, amanhã queremos mais.

Satisfação são momentos de alegria, paz é a quietação de ânimo, a tranquilidade.

        


“O desapego não significa que você não deva possuir nada, mas sim que nada deve possuir você”.

Ali Ibn abi Talib

Fiquem em Paz! 

Por Selma Flavio – Psicoterapeuta I Constelação Familiar I Terapia Floral

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Declaro-me livre

“Declaro-me livre para não ser cúmplice de uma linhagem sombria,
Dou luz à minha árvore genealógica.
Eu curo tudo o que minha linhagem não ousou dizer,
ouvir e olhar. Eu mereço ser livre e meu(s) filho(s) ou futuras linhagens, também.
Aqui e agora nos libertamos das cargas pesadas que os
outros não ousaram enfrentar, somos saudáveis ​​e cheios,
amorosos e conscientes e perdoamos com compaixão
a inconsciência de todos aqueles que nos precederam”.

Constelação Familiar

“Tu és o sonho de todos os teus antepassados.”

As chamadas “ovelhas negras” da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.

Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo na contramão dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras

As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo,  desabrocham ramos na árvore genealógica.

Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes

Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.

Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se.

A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.

No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas?

Quem criaria ramos?

Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes. Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua “raridade” como a flor mais preciosa da tua árvore.

Tu és o sonho de todos os teus antepassados.”

Bert Hellinger


Selma Flavio – Psicoterapeuta I Constelação Familiar I Terapia Floral

Precisa de mais ajuda?

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Estamos aqui para ajudar.

Coletânea atualiza saberes sobre PICS. Primeiro número aborda florais

Medo, ansiedade, sintomas depressivos, sensação de impotência diante do desconhecido. De alguma forma esses sentimentos tornaram-se comuns na população mundial diante da pandemia do novo coronavírus, entre os que se isolam obrigatoriamente para se proteger dos  riscos de infecção e entre os que precisam estar na linha de frente do combate, nas unidades de saúde tentando salvar vidas ou em outras atividades essenciais, expondo-se ao vírus. Estudos  demonstraram em outras situações de adoecimento coletivo recente, como nas síndromes respiratórias por H1N1 e Ebola, por exemplo,  que a quarentena apresenta riscos à saúde mental, exigindo, então, um cuidado amplo e integral. O ObservaPICS dá sua contribuição diante do quadro emergente mundial, lançando a coleção Cuidado integral na Covid-19, sobre diferentes práticas integrativas e complementares com evidência de sucesso em cenários similares de sofrimento.

“Diante de uma pandemia que obrigou quarentena mundial sem precedentes, torna-se fundamental fortalecer  o corpo, a mente e o emocional, para lidar com esse novo desafio, às vezes negligenciado nos aspectos sociais e emocionais durante e após a epidemia”, explica a pesquisadora Islândia Carvalho, coordenadora do ObservaPICS. Ela lembra que a Organização Pan-Americana (Opas) e o Ministério da Saúde recentemente lançaram campanha sobre o assunto . “E é  nesse sentido”, completa,  “que buscamos analisar as evidências e experiências acerca das  Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)  que possam contribuir com o bem-estar, associadas à prevenção, promoção da saúde e ao tratamento biomédico”.

A terapia floral (TF) é uma dessas práticas, indicada para ajudar na estabilidade mental e emocional, tão necessária em situações como a vivida diante do risco de adoecimento mental coletivo. A TF abre a coleção Cuidado Integral na Covid-19, que o ObservaPICS está lançando para orientar, principalmente, profissionais de saúde com rotina de trabalho estressante e ampliado, que precisam de equilíbrio e fortalecimento físico, mental e emocional. Afinal, além de cuidar dos portadores do novo coronavírus e das populações que sofrem com os impactos da pandemia, lidam com o sofrimento pessoal, o distanciamento das suas famílias e perdas afetivas.

OMS reconhece ação dos florais desde 1950

Reconhecida desde a década de 1950 pela Organização Mundial de Saúde, a terapia floral vem ajudando na reabilitação de pessoas em sofrimento emocional. É baseada, principalmente, no conhecimento desenvolvido pelo médico inglês Edward Bach, daí existirem os florais de Bach.

Formado na medicina convencional, o médico acabou se interessando por tratamentos mais naturais. Concebia a doença como resultado da desarmonia entre o corpo, a mente, a alma e a personalidade. E viu, no estudo das essências extraídas das flores, a possibilidade de ajudar os indivíduos a alcançarem essa harmonia. As pesquisas de Bach aconteceram nas primeiras décadas do século XX e, graças a elas, os florais começaram a ser usados em maior escala.

Evidências no Brasil

No Brasil, os florais integram as 29 práticas integrativas e complementares reconhecidas pelo Ministério da Saúde, com aplicação por várias equipes de saúde em diferentes municípios e unidades do SUS, além de  estarem incluídos em projetos de pesquisa e extensão de universidades públicas.

“Frente à pandemia de Covid-19, a TF pode diminuir o sofrimento”, explicam as pesquisadoras Carla Luzia França Araújo, professora associada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ), Maria Júlia Paes da Silva, professora titular da Universidade de São Paulo (EEUSP), e Vanessa Damasceno Bastos, professora substituta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ). Elas assinam a publicação Terapia Floral: equilíbrio para emoções em tempo de pandemia, que abre a coletânea produzida especialmente para a página especial do ObservaPICS. “Pessoas deprimidas têm o seu sistema imunológico enfraquecido e, consequentemente, são mais suscetíveis ao contágio de doenças”, lembram.

O documento produzido pelas três pesquisadoras reúne informações conceituais e faz uma revisão na literatura, considerando resultados de estudos publicados nos últimos 14 anos em periódicos científicos. Quatro deles são destacados: um sobre a experiência dos florais em gestantes, para alívio da dor e ansiedade durante o trabalho de parto, outro que investiga o efeito de quatro florais em pessoas ansiosas, um terceiro que aborda a terapia floral como alternativa ao tratamento de indivíduos com sequelas psicológicas decorrentes de violência familiar e um quarto que analisa a eficácia dos florais e de outras práticas no controle de sintomas na menopausa. Em complemento, o documento lista florais com a respectiva indicação, como exemplo do uso voltado ao equilíbrio físico, mental e emocional.

Carla Luzia, Maria Júlia e Vanessa lembram, com base em outros autores, que as essências florais não agem sobre a bioquímica do corpo, não substituindo alimentos e medicamentos. Também não interferem na ação dos remédios.   explicam.

Uso durante a pandemia

Do ponto de vista prático, como usar a terapia floral na rotina dos profissionais de saúde diante da pandemia de Covid-19? “A recomendação é que equipes do SUS que  têm experiência com uso de TF possam oferecer  o suporte aos colegas que estão na linha de frente da assistência às vítimas do novo coronavírus, como também aos que atuam na atenção primária, lidando diretamente, nas comunidades, com a aflição das famílias”, esclarece  Islândia Carvalho, coordenadora do ObservaPICS. Profissionais interessados na terapia floral que não contam com esse tipo de atendimento na rede de saúde onde atuam poderão buscar grupos de apoio com oferta da terapia, a exemplo do que oferece a Rede Cuidar Enfermagem, apoiada pelo observatório.

  • Para leitura complementar
  • Brooks SK, Webster RK, Smith LE, Woodland L, Wessely S, Greenberg N, et al. The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence. Lancet. 2020;395:912-20
  • Ornell F, Schuch JB, Sordi AO, Kessler FHP. “Pandemic fear” and COVID-19: mental health burden and strategies. Braz J Psychiatry. Forthcoming 2020
  • Campanha Saúde Mental https://www.paho.org/bra/

Fonte: fiocruz


Selma Flavio – Psicoterapeuta em Saúde Mental – Constelação Familiar e especialista em Terapia Floral.

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São Paulo

Por tudo que representas, por tudo que falam de ti, amo-te eternamente. Filho de São Paulo não dorme a luta, filho de São Paulo sucumbe a dor, filhos, São Paulo, dores, amores, vida. São Paulo o pai que acolhe, o pai que ensina, o pai que carrega o filho nos braços cândidos, sangrando, que cicatrizam ao vento, ensinando a crescer.

Teus filhos quando criados estão prontos, feitos sementes maduras ao vento, florescem em qualquer outra terra.

Amo-te com dores, com amores.

Selma Flavio

Gratidão São Paulo.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2021


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