Nos Conceitos da Constelação Sistêmica – OFICINA TERAPÊUTICA

Sobre este evento

O objetivo do encontro é o aprofundamento nos três pilares da Constelação Sistêmica voltado para as questões da Mulher em toda a sua esfera – Pertencimento – Retomando o direito de pertencer; Equilibro – Compreender o dar e receber; Ordem – a hierarquia no sistema. Vivenciaremos questões para possíveis soluções através da prática, meditação, visualizações e vivências.

Ainda nos deparamos com tabus e preconceitos arreigado nas nossas questões de ser mulher, defrontando com os abusos, humilhações, dificuldades nos relacionamentos, sexualidade e na prosperidade da vida. Olhar com a visão sistêmica, desencadeia as possibilidades de vivenciar a liberdade das emoções.

“Compreender o movimento da vida, nos transporta para a realidade que não conhecemos, assim, olhar para a origem buscando do autoconhecimento a cura. Poder ver a vida em bosque de flores, colhendo a sabedoria e o entendimento para a transformação pessoal. “
Selma Flavio – Terapeuta em Constelação Familiar

Para pagamentos a vista com boleto ou dinheiro com descontos entre em contato – AuraQuartz / Inscrições: WhastApp 11 973873144 Selma

PARA TODAS AS MULHERES QUE DESEJAM RESPOSTAS

♂ Para você que deseja ser feliz nos relacionamentos

♂ Para quem quer tratar situações em que sofreu abusos em todas as esferas

♂ Para quem quer ser amada

♂ Para resolver as questões com o feminino e a feminilidade

♂ Para mulheres que tem maridos “fracos”

♂ Se sofreu com os abortos espontâneos ou não.

♂ Se deseja ter filhos

♂ Questões com a sexualidade e sentir prazer novamente

♂ Nas questões profissionais

♂ Quer sair da depressão, da síndrome do pânico ou outros males emocionais.

Confiram mais informações no Facebook

Facilitadora Selma Flavio – CTN – SP nº. 0879 – Terapeuta, Constelação Familiar e Terapias Energéticas – Formada em Pedagogia, Educadora Transdisciplinar. Terapeuta Naturista especializada em Terapia Floral, Profª Curso Internacional Healingherbs (Florais de Bach); Sistemas Florais da Califórnia, Minas, Austrália, Saint Germain, Filhas de Gaia, Fox Mont, Formação em Reiki, nível III; Bioletrografia; Consciência Energética, Radiestesia, Cinesiologia; EFT (Emotional Freedom Techniques); Magnified Healing; Pertenceu ao corpo diretivo SINATEN (Sindicado Nacional dos Terapeutas Naturistas). Trabalhos comunitários realizados na associação de amigos do bairro Jardim Sapopemba e trabalhos sociais com mulheres da Delegacia Feminina Eliana de Gramon, através da Associação dos Terapeutas Florais – ABR-flor; Participante no Seminário Internacional de Bert Helling, Brasil – e Constelação Familiar Sistêmica.

Entrevista Rádio Justiça de Brasília – entrevista-concedida-a-radio-justica-constelacao-familiar-no-judiciario/

Quer saber mais quer saber mais sobre Constelação – leia aqui constelacao-familiar/


Vivencie a Sexualidade Feminina - informações pelo whastapp 11 973873144
Sexualidade Feminina


Terapeuta Sistêmica #SelmaFlavio / FaceBook #EspaçoAuraQuartz / #SejaEstejaSorria

A avó materna é chave para entender a transferência de informações e programas que carregamos inconscientemente durante toda vida.
Quando nossas avós estavam grávidas de nossas mães, o feto em formação já carregava os dois ovários que continham os óvulos com os quais ela iria se desenvolver. Um destes óvulos tem seu nome.

Este pequeno óvulo que está nos ovários de sua mãe, dentro do ventre de sua avó, recebe todos os impactos emocionais que esta senhora vivencia.
Nossas mães, como feto, e nós, como óvulos, estamos sujeitos a toda sorte de experiências traumáticas vividas por nossas avós maternas.
Esta é a essência do processo de transferência de informações.
Estes impactos emocionais estão relacionados à forma como foram vividas estas experiências, ex: se era o momento adequado de ter filhos, se a gravidez foi desejada, se sentia-se protegida por seu marido, se havia suspeita de traição, se havia ninho (território), se haviam suficientes recursos financeiros, se as condições de saúde eram as adequadas, etc.

É importante ressaltar que as experiências em si mesmo são neutras apesar de sua carga de dramaticidade. O que é decisivo neste caso é a forma como cada um vê e experimenta cada circunstância.

Ex.: se eu acho que estou sendo traído, meu inconsciente não quer saber se é verdade ou não, vive como real e ponto. Se meu marido passa o dia todo trabalhando eu posso viver esta situação como desproteção ou mesmo abandono.
Que necessidades biológicas não estavam cobertas pela avó no sentido de sobrevivência, proteção, valorização pessoal e de relacionamentos interpessoais?

Todas estas informações e muitas outras ficam gravadas em forma de engramas em cada célula do feto, das quais uma é você. É conhecido como memória celular.
Algumas vezes escutamos falar que a genética salta uma geração, aí está a explicação.

E por que a avó e não o avô?
Porque os espermatozóides se renovam a cada dia, ao contrário dos óvulos que permanecem os mesmos durante toda a vida adulta. Além disso, os óvulos carregam um tipo de informação que não está presente nos espermatozóides, o DNA mitocondrial.

E você, o que sabe da sua avó materna?”

Carlos Veiga Jr. 
Créditos: Voo Da Coruja #magaverde


Terapeuta Sistêmica #SelmaFlavio / FaceBook #EspaçoAuraQuartz / #SejaEstejaSorria


Confira Evento Facebook

Vivencie a sexualidade feminina nos conceitos da constelação familiar, dia 14 de setembro às 10h, informações com Selma celular 11 973873144 no Tatuapé
Sexualidade Feminina

ANATOMIA FEMININA

*foto Facebook

Mulheres, isso é um útero.
A imagem também mostra os ovários.
Todas as mulheres nascem com esse órgão maravilhoso, e muitos de vocês nunca viram isso.
Seu tamanho normal é de cerca de 7 centímetros de comprimento e 5 centímetros de largura. Este órgão se expande mais de 100 vezes para abrigar um feto.
Todo mês, ela se autodestrói e reconstrói, eliminando a menstruação devido a contrações, então a dor menstrual é a dor do útero, não dos ovários.
Pode suportar até 150 vezes o seu próprio peso.
É o único órgão capaz de criar outro órgão: a Placenta.
Está ligado a você. Se você ficar estressada, ele fica estressado, se você relaxar, ele relaxa.
Nesse mesmo órgão, a vida é compartilhada, pois há mulheres que com esse órgão, deram vida a até 15 crianças, hoje em dia, só dão vida a 2 ou 3 filhos, mas está capacitada para treinar mais de 20 vidas.
É o segundo coração de uma mãe, porque ali ela forma o coração de seus filhos.


Terapeuta Sistêmica #SelmaFlavio  / FaceBook #EspaçoAuraQuartz / #SejaEstejaSorria


Confira Evento Facebook


Independência é aceitar a si mesmo antes da aprovação alheia. 
É defender a própria verdade e ter humildade para mudar de opinião caso seja surpreendido por melhores argumentos. Ser independente é preferir ir ao cinema com alguém, mas não perder o filme por falta de companhia. É vibrar quando lhe abrem um champanhe, mas não deixar de comemorar sozinho se a sua alegria basta para o brinde. Ser independente é fazer tudo o que se gosta junto de quem mais se gosta, incluindo a si mesmo.

Martha Medeiros


Terapeuta Sistêmica #SelmaFlavio  / FaceBook #EspaçoAuraQuartz / #SejaEstejaSorria


Confira Evento FaceBook


Será que isto significa que o pai ama menos do que a mãe?

Para nós, não há nada mais longe da realidade do que essa afirmação. Neste ponto, a vida se mostra tão perfeita ao incluir um amor tão completo que surge a partir de dois seres diferentes.

A mãe nos permite experimentar o amor que acolhe. O pai permite experimentar o amor que te mostra o externo, que ensina sobre limites. Os dois são necessários, cada um da sua forma.

Vemos em nosso trabalho de forma frequente como o amor que vem do pai é incompreendido, principalmente nos dias de hoje.

É comum ver como os filhos, em geral, têm dificuldade de ver o amor que está presente na firmeza e ou dureza que por vezes recebem de seus pais.

Os filhos se perdem ao ver o que recebem através destes gestos que, em um primeiro olhar não conseguem interpretar. Eles não se apropriam da força que surge deste relacionamento tão singular.

Sem poder contar com a força do masculino que vem do pai, por julgarem profundamente esta outra forma de amor, acabam por sofrer as consequências disso na vida. 

Em última instância, quando julgam os pais, proíbem a si mesmo de usar as riquezas do masculino contidas em si.

Fonte IpêRoxo

É verdade que há uma fase na vida em que as pessoas precisam dizer não aos pais, mas é um não comportamental, de ação, não necessariamente de coração. É normal, em certo momento, que exista essa necessidade de se separar, de se diferenciar, de se fazer grande em relação aos pais. No entanto, se o filho diz com o coração aos seus pais: “Não, eu não tomo aquilo que vem de vocês porque não é o que eu mereço”, mesmo que vá para a Austrália continuará percebendo uma corda enorme que o amarra aos seus pais através da rejeição.

Mas se ele diz: “fico feliz que vocês e juntaram e me entregaram a vida e os agradeço e digo sim à vida que me deram e a aproveito, e em tudo de bom que vivo na minha vida os tenho presentes”, então os pais se sentem grandes e o filho se sente impulsionado à vida, e pode deixar os pais e seguir o seu próprio caminho, possuir a vida, fecundá-la, injetar os seus genes na torrente da vida, CRIAR, arriscar, viver.

E de vez em quando ele vai voltar para os seus pais e dirá de novo: “obrigado”.
A rejeição ata. O consentimento liberta, pois é amor.

Joan Garriga

“Querida mamãe,

eu tomo a vida de você,

tudo, a totalidade,

com tudo o que ela envolve,

e pelo preço total que custou a você

e que custa a mim.

Vou fazer algo dela, para a sua alegria.

Que não tenha sido em vão!

Eu a mantenho e honro

E a transmitirei, se me for permitido,

Como você fez.

Eu tomo você como minha mãe

E você pode ter-me como seu (sua) filho (a).

Você é a mãe certa para mim

E eu o (a) filho (a) certo (a) para você.

Você é a grande, e eu sou o (a) pequeno (a).

Você dá, eu tomo – querida mamãe.

Eu me alegro porque você tomou meu pai.

Vocês dois são os certos para mim. Só vocês!”

“Querido papai,

eu tomo a vida também de você,

tudo, a totalidade,

com tudo o que ela envolve,

e pelo preço total que custou a você

e que custa a mim.

Vou fazer algo dela, para a sua alegria.

Que não tenha sido em vão!

Eu a mantenho e honro

E a transmitirei, se me for permitido,

Como você fez.

Eu tomo você como meu pai,

E você pode ter-me como seu (sua) filho (a).

Você é o pai certa para mim

E eu o (a) filho (a) certo (a) para você.

Você é a grande, e eu sou o (a) pequeno (a).

Você dá, eu tomo – querido papai.

Eu me alegro porque você tomou minha mãe. Vocês dois são os certos para mim. Só vocês!”


Você tem conflitos com seus pais? Agende-se e venha constelar seu tema pelo WhastApp 11 973873144 – Selma Flavio – Consteladora Familiar.


#EspaçoAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio 


AMOR À SEGUNDA VISTA

No prefácio do seu livro, AMOR À SEGUNDA VISTA, Bert Hellinger aponta  qual a postura  para uma relação de amor se sustentar com mais força:


“O que acontece quando o homem diz à mulher e a mulher diz ao homem esta frase: “Eu amo você e aquilo que guia a mim e a você”? De repente não olham apenas para o seu desejo, olham para algo que está além deles. Mesmo que ainda não consigam compreender o que essa frase exige deles ou com o que de especial ela os presenteia, e ainda qual o destino que guarda cada um deles separadamente e juntos – trata-se de uma frase que prepara e possibilita, após o amor à primeira, o amor à segunda vista.”
As relações podem dar certo se conhecemos as ordens ocultas do amor.
Por exemplo, para se preparar para uma relação ou facilitar a fluência do amor em um relacionamento existente é importante ter conseguido tomar  os três círculos do amor, dos cinco que o Hellinger descobriu ao longo destes anos.


1º CÍRCULO DO AMOR: Como você recebe a vida dos teus mãe e pai? Como foi o teu nascimento? Na infância seus pai e mãe estavam presentes?


2º CÍRCULO DO AMOR:
Como você caminha para a tua mãe, pai e vida? Ainda julga teus mãe e pai? Quantos irmãos você tem, vivos e mortos? Qual o seu lugar na família? Você tenta resolver os conflitos de casais dos teus pai e mãe? Já entendeu que o casal que eles formam ou formaram não sobrepõe o fato de serem teus pai e mãe?


3º CÍRCULO DO AMOR: Teus pai e mãe tiveram parceiros importantes antes da relação deles? Estes parceiros são respeitados? Como foi a tua primeira experiência sexual? E de amor? Você sabe dar e receber nas relações? Se mantém do tamanho do parceiro/a ou é maior ou menor? Exige do parceiro/a o que não recebeu dos pai ou mãe? A família do teu parceiro/a tem um lugar em teu coração? E a tua família, tem? Você criou uma relação (família) com teu parceiro/a ou levou ele/a para teu sistema familiar porque o teu sistema é “melhor”? Sabe que há 3 esferas e 5 “entidades” que precisam ser contempladas em uma relação de amor? Você ama também aquilo o que te guia e ao teu parceiro/a, além dele/a? Escolheu este homem ou mulher por benefícios? Usou o casamento para ter cidadanias ou outras vantagens? Está solteiro/a e quer se preparar para uma relação, sem fazer a lista dos atributos do outro? Consegue tirar força e ensinamentos das frustrações nas relações que “não deram certo”? Acha que o parceiro ou parceira nasceu para atender às suas expectativas? Acredita em loja de relacionamentos perfeitos ou está preparado/a para arriscar?


Se busca respostas, tente responder essas questões. Agende-se e venha constelar seu tema pelo WhastApp 11 973873144 – Selma Flavio – Consteladora Familiar.


#EspaçoAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio 


As constelações familiares têm por objetivo restaurar o equilíbrio das leis sistêmicas, a partir das dinâmicas familiares. É importante ressaltar que uma dinâmica prejudicial pode conter várias rupturas sistêmicas que, deixarão sequelas nessa geração e nas gerações seguintes.

Nas famílias, existem dinâmicas ocultas entre os membros que são capazes de perturbar as ordens do amor, o equilíbrio entre dar e tomar e o pertencimento. Como é possível uma família com 55 filhos? Não é possível. Isso é um fenômeno de agrupamento coletivo, não uma família. Uma família com essa quantidade de filhos não serve de modelo pois gerenciar uma família significa equacionar as muitas dinâmicas subjacentes às relações e que são suficientes para sobrecarregarem até mesmo famílias pequenas.

Sobre as rupturas da ordem do amor, um exemplo seria o distanciamento e o atrito do casal que encabeça a família. Todos sabem que a vitalidade da conexão dos parceiros é fundamental para organizar o núcleo familiar. Não importa o sexo dos parceiros porque o destaque é a coordenação de membros subordinados ao casal, feita mediante a conexão. Quando esta se encontra enfraquecida, ocorre deslocamentos compensatórios para fora da família (extraconjugalidade) ou para dentro dela com um dos filhos, por exemplo, passando a se sentir responsável pela conexão do casal. É comum vermos mães compensarem o enfraquecimento da conexão com o parceiro delas, colando-se aos filhos. Isso provoca uma exclusão do parceiro, sentimentos de rivalidade e de ciúmes, sobrecarga no filho que, por lealdade à mãe, assume a responsabilidade de apoiá-la visto que o parceiro dela não a apoia. Cada filho assim empaca na vida: fracassa na escola, se isola socialmente, fracassa em ter parceria própria… ele está com o “slot” ocupado pelas questões da mãe. A energia que alimenta essas dinâmicas torna o filho (ou filha) infeliz no amor, fracassado financeiramente, incapaz de manter dinheiro, doente mental e fisicamente. Quando a compensação parte do pai que se alia à filha, ele acaba excluindo a parceira. Esta desenvolve sentimento de repulsa ciumenta pela filha, e se torna abusiva, denegridora e humilhante. Por motivos inerentes à sexualidade dos machos, pode ocorrer abuso sexual nesses casos também. Visto a energia materna excluir a filha, esta não se sentirá e poderá, neurótica e compensatoriamente, se refugiar em uma pseudo homossexualidade sofrida, ou se vincular com um parceiro insuficiente, ou desenvolver esterilidade e infertilidade, ou ficar sexualmente frígida ou afetivamente amarga e, materialmente, viver na pobreza.

A dinâmica de um casal deve refletir um dar-e-receber equilibrado porque ele antecede a formação da família. Quando a família antecede o casal (união por causa de gravidez) surge um terreno fértil para disfuncionalidade do dar-e-receber e consequente fracasso da parceria. Ninguém deve permanecer uma parceria contrariado: uma separação saudável é melhor do que uma convivência doentia. Não pretendo banalizar as parcerias; pelo contrário: parceria é coisa séria, não devendo ser estabelecida levianamente, principalmente na existência de prole.

Sobre problemas na dinâmica do pertencimento, os mais simples são aqueles referentes ao de ciúme entre irmãos. O ciúme é quando alguém quer expurgar do outro um afeto que julga que deveria ser seu. É uma disputa por amor e atenção que pode gerar rivalidades inconciliáveis e, inclusive, promover trapaças entre irmãos. Na base disso, existe um anseio de expropriar o fraterno. Quando o ciúme é simbólico, fica no registro do psíquico, gerando preocupações competitivas e desvio de energia. Outro exemplo é o pai que tem ciúmes do filho e quer ser o único macho da horda. Ele pode, simbolicamente, tentar emascular o filho, sendo abusivo, agressivo, fazendo ele se sentir inferior, incapaz e covarde. Normalmente o filho se submete a essa imposição e vira um banana. Na verdade, o banana é o pai que entra em rota de colisão desleal com uma criança, um filho; só que esse segredo é algo que só será descoberto mais tarde. Outro exemplo é quando o excluído, para sobreviver, assume postura de vítima e se converte naquilo de que é acusado, potencializando-as através da conduta, confirmando a tese e o intento familiar, tipo “quem tem fama, deita na cama”. Tal filho entregou à família o próprio direcionamento ao viver reativamente e sem impulso próprio. É alguém que ficou mentalmente doente e precisa de um cuidador substituto (psicoterapeuta, conselheiro, etc.). Quando o ciúmes é entre irmãos e concreto, ele pode embasar trapaça em partilhas, corrupção familiar e até mesmo deserdamento decorrente da cooptação dos irmãos com os pais. Tudo isso, quando não produzir assassinato.

Em resumo, certos acontecimentos trágicos têm origem na quebra do equilíbrio de leis e ordens familiares. Uma família pequena já encerra problemas suficientes para ocupar bastante tempo. Imagine em agrupamentos de 55 filhos adotivos, cujos responsáveis chamaram de “família”! Será algo ainda mais crítico!!! Mesmo sem acontecimentos trágicos emergirem, os efeitos dos desequilíbrios sistêmicos, mesmo quando desapercebidos, serão sentidos nas gerações seguintes porque possuem grande energia. As constelações os revelam e trabalham a energia deles. As constelações os neutralizam e podem colocar as pessoas no movimento correto, em direção à adequação, tornando-as capazes de crescerem e de promoverem o crescimento, o respeito e a responsabilidade.

Se você leu até aqui, curta o artigo e a página para ela poder continuar a crescer e venha conhecer como funciona uma constelação.

Fonte: Livro Constelações Familiares: evoluções – Miguel Mello


#EspaçoAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio 


Informações / Agendamento 11 973873144 – Selma Flavio

Espiral de mudanças! Tudo que é meu por direito divino está neste exato momento entrando na frequência que meu ser emana, por merecimento. Sim, eu mereço!

Eu declaro hoje em minha vida e em meu coração a paz que busquei todos esses anos.

Eu perdoo o tempo pelas decepções que carreguei até aqui, e sou grata ao mesmo pelo aprendizado de cada um deles.

Eu abro minha mente quântica para que meus olhos possam ver além das aparências e observar luz em qualquer situação e fé como estilo de vida.

Eu agradeço o ar que respiro por me manter viva e abundante! E respiro profundamente, sentindo meus pulmões fazendo exuberantemente seu trabalho: manter-me viva!

Eu emano amor para meu coração para retribuir todo o amor que ele me ensinou a ter por tudo e por todos – eu sou amor!

Agradeço cada parte mais íntima do meu ser, meus erros e meus acertos, pois eu SOU todos eles reunidos. Eu evolui.

Eu declaro que meus dias daqui para frente serão de novidades, oportunidades e satisfações, tudo se encaixa e gira rapidamente com um único intuito: realizar meus sonhos, todos eles.

Tudo que é meu por direito divino está neste exato momento entrando na frequência que meu ser emana, por merecimento, sim eu mereço!

Fonte O Segredo


O corpo
Para onde olhamos primeiro quando precisamos da cura? Olhamos para onde algo dói. Ou seja, olhamos primeiro para o nosso corpo. É no corpo, acima de tudo, que esperamos por alívio. Procuramos um médico que conheça o corpo e suas funções. Ele nos examina e encontra o local que está doendo e o órgão que está sofrendo.
Trata do local dolorido e fornece ajuda ao órgão que não desempenha mais, parcial ou totalmente, suas funções.
Que meios ele utiliza no tratamento necessário para a cura? Ele utiliza os meios que possui à sua disposição como médico. Por exemplo, meios capazes de retirar a dor. Isso já é um alívio enorme para nós.
Trata de um local ferido com as mãos, por exemplo, endireitando um membro deslocado. Às vezes corta algo fora ou costura um ferimento, curando-o com uma pomada.
Às vezes, percebe que nosso corpo está com falta de algum nutriente ou outra coisa, capaz de restabelecer suas capacidades. Prescreve-nos tais meios para que os usemos. Principalmente, prescreve-nos meios para coibir bactérias ou vírus em nosso corpo.
Ao mesmo tempo, sentimo-nos em boas mãos junto a ele. Isto também nos faz bem. Depositamos confiança nele, o que já nos faz sentir melhor. Criamos esperança de que esse tratamento nos curará.


A alma
O que acabamos de aprender aqui sobre a cura, além do tratamento corporal? Além de nosso corpo, nossa alma e nossos sentimentos também desempenham um papel importante na cura. Também devem ser tratados de uma boa maneira. Muitas vezes, sentimos a dor na alma de forma ainda mais intensa que as dores corporais.
Quais são geralmente as dores da alma? Quase sempre, são dores causadas por uma separação no presente, ou vêm da lembrança de separações ocorridas no passado, muitas vezes em nossa infância. Tais dores são experimentadas como traumas. Principalmente em casos onde somos expostos a elas de forma desprotegida, sem poder nos afastar delas.
Essas dores advindas de separações são armazenadas em nosso corpo, podendo ser resgatadas a qualquer instante, por exemplo, através de imagens internas capazes de evocar sentimentos passados, sem que precisemos lutar contra isso.
Nesse momento, nosso comportamento perante as pessoas muda. Sem estar imediatamente conscientes disso, esperamos por uma nova separação que virá.
Ao mesmo tempo, nosso corpo reage de uma forma que faz algo nele se apertar. Ficamos apertados. Por exemplo, perdemos o apetite ou não conseguimos respirar direito. Ou então, nosso coração dói e fica apertado. Ao invés de nos movimentarmos, ficamos sentados ou até mesmo de cama. Nossa força vital e nossas esperanças de uma vida feliz esmorecem. Tornamo-nos tristonhos e fisicamente doentes.
Qual será o resultado quando procuramos um médico nesse estado? Esperamos a cura? Ou aniquilamos internamente seus esforços? Separamo-nos dele sem esperanças como outrora? Onde começa a cura?
Em primeiro lugar na alma, através da cura das dores da separação do passado. Retornamos às pessoas das quais nos sentimos separados de forma dolorosa. Dessa forma, retornamos também à esperança. Ao longo deste livro mostrarei, em detalhes, como isso é possível. Ao mesmo tempo, irei conduzi-lo ao caminho da cura da alma através de exercícios internos e meditações.


O espírito
A pergunta é: como conseguimos a compreensão e a força para seguir esse caminho? A quem obedece a nossa alma? De onde obtém a fé na cura do corpo?
Ela obtém essa fé do amor. De um outro amor, muito além do amor que nos adoece, que nos adoece primeiro na alma e depois no corpo. Pois, o amor também faz adoecer. Por isso, é importante distinguir entre o amor que adoece e o amor que cura.
Você se surpreende com essa informação? Essa compreensão se manifesta como verdadeira em diversos sentidos nas Constelações Familiares. Todavia, o amor que leva à doença é diferente do amor que cura.
Diferentemente do amor que sentimos em nossas relações, o amor que cura é um amor do espírito. É o amor deste poder espiritual que, de forma criativa, trouxe à existência tudo aquilo que é.


Fonte Bert Hellinger – Livro A Cura


#EspaçoAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio 

Você deseja realizar a sua Constelação Familiar, informações 11 973873144 – Selma


%d blogueiros gostam disto: