Nada melhor do que começar o dia com um suco natural. Melhor ainda é fazer isso inovando de forma sustentável.

Aprenda aqui a fazer seu próprio barril de melancia, um item simples, bonito e saudável.

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Ao trabalho:

Os materiais são:

Uma melancia média ou grande (uma que seja sem sementes facilitará sua vida)

Faca de cozinha

Tábua para corte

Uma torneira

Um descaroçador de maçã (pode ser outro material que sirva para furar a melancia)

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Passo 1: Para a melancia conseguir se sustentar, corte uma pequena parte de uma das extremidades. Essa extremidade será a base de seu barril.

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Passo 2: Corte uma parte maior em cima. É por esse lado que tiraremos seu conteúdo.

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Passo 3:  Retire o conteúdo da fruta.

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Passo 4: Coloque as partes retiradas no liquidificador e faça um suco como preferir.

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Passo 5: Use o descaroçador para furar o local onde a torneira será encaixada.

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Passo 6: Encaixe a torneira. É importante que fique bem fixada para o suco não vazar.

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Passo 7: Coloque o suco dentro de seu mais novo barril de melancia e agora é só aproveitar.

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Fonte 

Legumes mediterrânicos assados

Nesta deliciosa receita de legumes mediterrânicos assados, as beringelas, courgettes, pimentos e tomate fazem uma combinação maravilhosa quando assados e regados com azeite a ferver. Lascas de queijo Pecorino de ovelha são o toque final perfeito. Para quem o queijo tradicional não faz parte da sua dieta, existem várias opções totalmente vegetais no mercado, basta escolher a que mais lhe agrada. Esta é uma receita vegetariana colorida cheia de nutrientes e saudável, mas com baixo teor calórico se optar por excluir o queijo Pecorino.

INGREDIENTES PARA 4 PESSOAS

  • 1 beringela, às rodelas
  • 2 courgettes, às rodelas
  • 2 pimentos (vermelhos ou amarelos), cortados em quartos e sem sementes
  • 1 cebola grande, cortada em rodelas grossas
  • 2 cenouras grandes, cortadas em palitos
  • 4 tomates-chucha rijos, cortados em metades
  • Azeite extravirgem, para pincelar e regar
  • 3 colheres de sopa de salsa fresca picada
  • 3 colheres de sopa de pinhões ligeiramente torrados
  • 115g de queijo Pecorino
  • Sal
  • Pimenta preta moída

PREPARAÇÃO DOS LEGUMES MEDITERRÂNICOS ASSADOS

– Faça camadas das fatias de beringela num passador, polvilhando cada camada com um pouco de sal, e deixe escorrer no lava-louça durante 20 minutos. Depois passe por água corrente, escorra bem e enxugue com papel de cozinha. Aqueça o forno a 220º C.

– Coloque as fatias de beringela, as courgettes, os pimentos, a cebola, as cenouras  e o tomate num tabuleiro de ir ao forno. Pincele-os ligeiramente com azeite e asse-os durante cerca de 30 minutos ou até ficarem ligeiramente castanhos e as peles dos pimentos estarem queimadas.

– Transfira os legumes para um travessa. Se desejar, pele os pimentos e deite fora as peles. Aproveite o molho do tabuleiro e deite sobre o assado. Tempere a gosto com sal e pimenta. À medida que os legumes vão arrefecendo, espalhe mais azeite por cima. Quando estiverem à temperatura ambiente, misture a salsa fresca e os pinhões torrados.

– Utilizando um utensílio para pelar legumes, corte lascas de queijo Pecorino ou a sua alternativa vegetal e espalhe-as sobre os legumes. Pode servir acompanhado com batatas grelhadas com alho.

 

Fonte receitasvegetarianas



Segundo estudo científico, praticantes experientes de meditação parecem ser capazes de harmonizar áreas do cérebro associadas a devaneios, ansiedade e certos distúrbios psiquiátricos, como autismo e esquizofrenia

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A meditação tem sido uma ferramenta extraordinária para estabilizar a mente humana e elevar os padrões de consciência (longtrekhome /Wikimedia Commons)


Praticantes experientes de meditação parecem ser capazes de desligar áreas do cérebro associadas a devaneios, ansiedade e certos distúrbios psiquiátricos, como autismo e esquizofrenia, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos.

 “A prática de meditação tem se mostrado capaz de amenizar vários problemas de saúde, ao contribuir para q
ue pessoas parem de fumar, lidem melhor com o câncer e até mes 

mo evitem a psoríase”, destacou Judson A. Brewer, o principal autor da pesquisa e professor assistente de psiquiatria em Yale.

Os pesquisadores usaram análises de ressonância magnética funcional em praticantes de meditação, experientes e novatos, usando três diferentes técnicas de meditação.

Os resultados mostraram uma redução da atividade na rede neural padrão (DMN – Default Mode Network, ou Rede Neural em Modo Padrão) em praticantes experientes, que é associada a distúrbios de ansiedade, déficit de atenção, hiperatividade e a formação de placas na doença de Alzheimer.

A redução da atividade nessa região, que engloba parte do córtex cingulado posterior e do córtex medial pré-frontal, foi percebida nos praticantes mais experientes, independente do tipo de meditação que faziam.

A investigação também mostrou que, quando a DMN estava ativada, áreas cerebrais associadas ao automonitoramento e ao controle cognitivo foram coativadas nos praticantes de meditação de longa data, mas não nos novatos. Isso também aconteceu quando os praticantes não estavam meditando, mas simplesmente descansando.

De acordo com o estudo, “A meditação tem sido associada com o aumento da felicidade.” (Brewer).

Os cientistas acreditam que os praticantes de meditação podem se concentrar melhor no momento presente, e estão constantemente reprimindo o surgimento de pensamentos egoístas e devaneios, que são fortemente associados com o autismo e a esquizofrenia.

“A capacidade da meditação ajudar as pessoas a permanecer no presente tem sido parte de práticas filosóficas e contemplativas há milhares de anos”, disse Brewer.

“Por outro lado, uma marca distintiva de muitas doenças mentais é uma preocupação com os próprios pensamentos, condição que a meditação parece atingir. Isso nos dá algumas pistas de como os mecanismos neurais podem atuar clinicamente.”

Epoch Times

Pergunta a Osho:

“Fico doente com muita facilidade e acho que isso tem relação com o fato de me esforçar demais. Quando isso acontece, não me sinto mais conectado ao meu centro e o corpo adoece.”

Todo mundo tem de entender o funcionamento do próprio corpo. Se está tentando fazer algo além do que o seu corpo pode tolerar, mais cedo ou mais tarde ficará doente.

Existe um limite para o que você pode impingir ao corpo, então chega o momento em que ele não aguenta mais. Pode estar trabalhando demais. Para as outras pessoas, pode não parecer que você está trabalhando tanto, mas isso não interessa. O seu corpo não aguenta tanto esforço, você tem de descansar.

E o resultado final será o mesmo. Em vez de trabalhar por duas ou três semanas e depois descansar durante um período equivalente, trabalhe por seis semanas seguidas, mas reduza o esforço pela metade… é simples aritmética.

E é muito perigoso trabalhar demais porque pode prejudicar muitas coisas frágeis no corpo – você se sobrecarrega de trabalho e depois fica exausto, deprimido, se joga na cama e se sente mal com relação a todas as coisas.

Reduza o ritmo, vá mais devagar em tudo o que fizer. Por exemplo, pare de andar do jeito que anda. Ande devagar, respire devagar, fale devagar. Coma devagar: se você costuma levar 30 minutos para fazer uma refeição, leve 40 minutos. Tome banho devagar: se está acostumado a tomar banho em 10 minutos, prolongue o banho por 30 minutos.

Não estou falando apenas de seu lado profissional. Nas 24 horas do dia, tudo tem de ser reduzido, o ritmo tem de voltar para o mínimo, para a metade. Tem de ser uma mudança em todo o padrão e estilo de vida.

Fale mais devagar, leia mais devagar, pois a mente tende a fazer tudo de uma determinada maneira. A pessoa que trabalha muito lê rápido, fala rápido, come rápido – é uma obsessão. Seja lá o que estiver fazendo, ela o fará rapidamente, mesmo quando não houver necessidade. É o seu mecanismo automático e passa a ser uma característica quase inerente.

Pare com isso. De hoje em diante, reduza tudo pela metade. Levante-se devagar, ande devagar. E isso também lhe dará uma consciência maior, pois, quando fizer alguma coisa mais lentamente, ficará alerta ao que está fazendo. Quando move a mão depressa, faz o movimento de forma mecânica.

Se quiser ir mais devagar, terá de fazer isso conscientemente. Não é uma questão de falta de capacidade, é uma questão de ritmo. Cada pessoa possui seu próprio ritmo e tem de se movimentar de acordo com ele. Você pode trabalhar o suficiente obedecendo a esse ritmo, e acho até que poderá trabalhar mais. Depois que chegar ao seu ritmo certo, conseguirá fazer muito mais.

Seu trabalho não será febril, transcorrerá de um jeito muito mais suave e você será capaz de produzir mais. Existem pessoas que trabalham devagar, mas essa lentidão tem suas qualidades. E, na verdade, são as melhores qualidades. A pessoa que trabalha rápido pode ser quantitativamente melhor. Consegue produzir mais, mas, qualitativamente, nunca será muito eficiente.

A pessoa que trabalha devagar faz as coisas com mais qualidade. Toda a energia dela flui numa dimensão qualitativa. A quantidade pode não ser grande, mas não é o importante. Se você puder fazer poucas coisas, mas bem-feitas, quase perfeitas, se sentirá muito feliz e realizado. Não há necessidade de fazer muitas. Se conseguir até mesmo fazer uma única coisa que cause extremo contentamento, isso basta; sua vida estará preenchida.

Não existe o que as pessoas chamam de natureza humana. Existem tantas naturezas humanas quanto existem seres humanos, por isso não há critério. Uma pessoa corre velozmente, a outra anda devagar. Não se pode comparar as duas, porque estão separadas, ambas são totalmente únicas e individuais. Portanto, não se preocupe com isso.

Essa preocupação vem da comparação. Você vê que alguém está trabalhando duro e não precisa dormir, enquanto você faz uma só coisa e precisa ir para a cama. Por isso se sente mal, acha que não tem a capacidade que deveria.

Mas quem é essa outra pessoa e como é possível comparar-se a ela? Você é você e ela é ela. Se ela for obrigada a diminuir o ritmo, pode ficar doente. Ela estará indo contra a natureza dela. O que você está fazendo é ir contra a sua natureza – portanto, fique atento à sua essência.

Sempre ouça seu corpo. Ele sussurra, nunca grita, porque não pode gritar. Ele transmite suas mensagens sussurrando. Se você ficar alerta, será capaz de entendê-lo. E o corpo tem uma sabedoria só dele, muito mais profunda que a da mente.

O corpo ainda detém o controle de todas as coisas básicas. Só as coisas inúteis foram atribuídas à mente: pensar. Pensar sobre filosofia, sobre Deus, sobre o inferno e sobre a política.

As funções mais básicas – respiração, digestão, circulação do sangue – estão sob o controle do corpo, enquanto apenas os luxos foram dados à mente.

Ouça seu corpo e nunca faça comparações. Nunca antes existiu alguém como você e nunca existirá. Você é absolutamente único -no passado, no presente e no futuro. Não é possível comparar-se com alguém e também não é possível imitar outra pessoa.

Osho, em “Corpo e Mente em Equilíbrio”

 

corpo

 

 

Cuide-se!

Atendimento

Selma D. Flávio – Educadora e Terapeuta Transpessoal

http://www.selmaflavio.com.br

 

 

O que interessa no amor

 

“O que me interessa no amor, não é apenas oque ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. Ele a  pazigua o meu peito com uma lista breve de prós e contras e me dá escolhas. Eu me percebo transformada pelo que o amor tirou de mim por precisar de espaço amplo e bem cuidado para que ele se instale. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele; tira também a intransigência. O amor me ensina a negociar os prazos, a superar etapas, a confiar nos fatos. O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade, de ir embora antes de sentir vontade, de abandonar sem saber por quê. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque não posso ignorar a delícia que sinto quando estou sozinha. E também não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda vontade de companhia. O amor me tira coisas que eu não gosto, coisas que eu talvez gostasse, mas me dá em dobro o que nunca tive: um namoramento por ele mesmo. O amor me tira aquilo que não serve mais e que me compunha antes. O amor tirou de mim tudo que era falta.”

Marla de Queiroz

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Unifesp e USP lançam campanha com ginecologistas para não deixar problemas sexuais passarem desapercebidos no consultório

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Vida sexual. Mulheres, ao contrário de homens, precisam estar bem consigo para ter um bom desempenho no sexo – Latinstock

RIO – Uma rotina estressante, com tarefas intermináveis em casa e no trabalho, está reduzindo o desejo sexual de boa parte das mulheres brasileiras. É o que avalia Ivaldo Silva, professor de Ginecologia da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), onde coordena o Grupo Afrodite, que abriga um ambulatório voltado para orientar mulheres sobre sexualidade. Ele diz ter notado, na prática, que a perda de libido é uma das queixas mais frequentes entre elas. Tratar esse e outros problemas, ou ao menos identificá-los, faz parte da rotina dos ginecologistas. Ou, pelo menos, deveria.

— Se a paciente não falar, é importante que o médico pergunte sobre a vida sexual dela, pois é uma forma entendê-la de maneira mais ampla — explica o professor. — A sexualidade faz parte do currículo da universidade de medicina, então, teoricamente, todos deveriam ter esta noção. Mas muitos profissionais não falam sobre o tema com suas pacientes.

CAMPANHA PARA FALAR MAIS DE SEXO

Foi pensando nisso que o professor — através do Grupo Afrodite, que abriga o ambulatório — junto da psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do grupo Prosex, da Universidade de São Paulo (USP), lançam hoje a campanha “Sinta-se!”. A primeira atividade do projeto é avaliar como está o diálogo sobre sexo entre ginecologistas e pacientes. Eles aplicarão questionário aos profissionais durante o Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal, que começou ontem. Os resultados dessa pesquisa serão apresentados no próximo congresso de ginecologia, em São Paulo, em setembro.

A ideia da campanha, explica Silva, é lembrar que falar de problemas sexuais na consulta é tão importante como de qualquer outro.

— Infelizmente, mulheres colocam outras queixas acima da sexual — ressalta Silva. — E os próprios médicos costumam dividir a paciente em partes, tratam o coração, o pulmão… Mas é bom lembrar que ela precisa ser vista como um todo. Às vezes uma queixa sintomática tem relação com um problema sexual.

Há cerca de uma década, o Prosex realizou uma pesquisa e revelou, na época, que 56% das mulheres estavam insatisfeitas com a vida sexual e 63% tinham dificuldades de admitir o problema. Também apontou que 56% dos ginecologistas não investigavam a vida sexual de suas pacientes e 50% dos profissionais mostravam-se pouco seguros para responder sobre problemas relacionados a esta questão.

O pesquisador reforça que a mulher tem uma resposta sexual bastante diferente da masculina:

— O homem faz sexo como uma forma de relaxar. A mulher é o contrário disso. Se ela não estiver bem consigo, se não estiver tudo em ordem, ela não consegue funcionar.

Além disso, ele lembra, falta de conhecimento e de conversa, assim como a cultura machista arraigada ainda influencia a visão sobre sexo entre casais:

— Nos países sul-americanos, fala-se muito de sexualidade, mas o casal mesmo não conversa, a mulher acha que precisa manter a regularidade sexual mesmo sem vontade como uma espécie de dever matrimonial, e o homem evita tratar o tema por achar que isto o torna menos viril.

Segundo Silva, a maioria das mulheres que busca ajuda no ambulatório tem curso superior. Em camadas mais baixas e com menor escolaridade, o tema, ele diz, é colocado ainda menos em pauta.


Fonte: O Globo –  FLÁVIA MILHORANCE

A sexualidade da mulher é um assunto mais complexo, envolve padrões limitantes e vida pessoal atual. Muitas vezes deve se refletir e ir a busca de uma ajuda terapêutica.

Informações :

http://www.selmaflavio.com.br

 

Fizeram a gente acreditar que amor

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Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

John Lennon

Lua Cheia

 

 

 

perfeita

Lua Cheia: esta fase corresponde à plenitude de todas as coisas. A semente germinada cresceu e chegou ao seu ponto máximo de poder. A Lua Cheia está intimamente relacionada à mãe e à transformação das emoções. É uma fase que pode ser usada para a realização profissional e amorosa, assim como para atingir alegria, saúde, sucesso e prosperidade.

Pai

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Pai presente, 


Pai oração,
 
Pai exemplo;

além do tempo; 
sabedoria e justiça,

sagrado templo de bondade.
Pai amigo. Pai herói, como dói sua ausência…
caminho que sigo, 
Voce me mostrou,

Pai da paciência, tudo está, pois ficou,
na mente gravado, no coração guardado;
pois só um Pai tão poderoso, 
criaria um Pai para nós.
 
Pai nosso,
 que estais no céu….


Bendito seja sempre.
 bem-vindo será sempre nos meus sonhos tão reais… 

[gustavo drummond]



FELIZ DIAS DOS PAIS!!!

O que é Pai:

Pai é uma palavra com origem no latim pater, e representa a figura paternal de uma família, ou ogenitor de uma pessoa.

O conceito de pai é bastante amplo, e não se restringe a uma pessoa que é o pai biológico de alguém. Um pai adotivo ou um pai de criação, apesar de não gerado o seu filho, não deixa de ser pai.

Em muitas sociedades, um pai tem a função de amar e educar uma criança, dando resposta às suas necessidades mais básicas, para que ocorra o seu saudável desenvolvimento a nível físico, emocional, psicológico e espiritual.

Quando a palavra pai é usada com letra maiúscula, normalmente ela se refere aDeus, sendo que algumas expressões usadas para descrever Deus são: Pai EternoPai CelestialPai de Amor, etc.

 

 

Três pesquisas explicam por que nossos sonhos colaboram de forma intensa para nosso equilíbrio mental

3 fatos curiosos sobre os sonhos 3 fatos curiosos sobre os sonhos

Uma boa noite de sono é capaz de curar uma dor de cabeça ou até diminuir a dor de uma decepção amorosa. Dormir adequadamente é importante tanto para a saúde do corpo quanto para a saúde da mente, e a ciência já provou, em mais de uma ocasião, a necessidade que o corpo humano tem dessas horas de repouso para poder reorganizar as funções vitais e nos preparar para uma nova jornada, seja de trabalho, seja de estudos, seja de exercícios físicos.

Mesmo assim, nem toda noite de sono é tranquila e restauradora como deveria ser. Algumas vezes, ao acordar, temos a nítida sensação de havermos passado as horas destinadas ao descanso em plena atividade, ainda que estivéssemos indubitavelmente adormecidos. Isso acontece porque, mesmo enquanto dormimos, nosso cérebro continua funcionando de maneira contínua, inclusive produzindo imagens e sensações as mais diversas, às quais chamamos sonhos.

De acordo com os especialistas, todos os seres humanos sonham, todas as noites, mas nem todo esse conteúdo estará disponível para o cérebro no estado de vigília.

Algumas informações acabam sendo perdidas e, por isso, algumas vezes não somos capazes de nos lembrar aquilo com que sonhamos, ainda que tentemos faze-lo imediatamente após acordar. Isso nos dá a impressão de que não sonhamos coisa alguma. Para entender melhor o universo maravilhoso no qual habitam os sonhos, confira 3 curiosidades sobre eles.

1 – Os sonhos podem te ajudar a resolver problemas reais

Sabe aquele conselho da sua avó, que dá conta de que dormir pode ser o melhor remédio para solucionar um grande problema? Pois é. A Universidade de Lancaster, no Reino Unido, descobriu que essa é uma baita verdade. Durante o sono REM, nosso córtex frontal processa as novas informações e as conecta a outras, pré-existentes em nosso cérebro. Algumas dessas conexões aparentemente sem sentido podem nos levar a encontrar uma solução para o problema, de modo que, ao acordarmos, a resposta simplesmente parece ter surgido como mágica.

2 – Nova ideias podem chegar durante o sono

Do mesmo modo que os sonhos são eficazes para solucionar problemas, eles também podem nos ajudar a ter novas ideias que colaborem em nossos projetos profissionais ou pessoais. Ao menos é o que garante Deirdre Barrett, psicóloga da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Para isso, basta concentrar-se fortemente na questão que pretende elucidar antes de dormir e, principalmente, não se movimentar assim que acordar, uma vez que isso pode “espantar” a imagem do sonho. Ao invés disso, permaneça deitada e pense sobre o que sonhou. É muito provável, segundo a psicóloga, que o conteúdo do sonho esteja relacionado à questão que você mentalizou antes de dormir.

3 – Ter pesadelos pode ser bom para a saúde da mente

De acordo com a psicóloga Rosalind Cartwright, da Universidade de Rush, também nos Estados Unidos, uma noite tensa pode acabar nos levando a um estado mental mais tranquilo, quando despertamos. Ao que parece, os pesadelos nos ajudam a lidar com situações complexas pelas quais estejamos passando na vida real. As conclusões da psicóloga foram resultado de um estudo que avaliou pessoas que estavam em processo de divórcio, verificando que aqueles que se mantinham mais tranquilos diante do problema eram justamente os que relatavam maior número de pesadelos.

 

fonte Dica de Mulher – Por Carolina Werneck

 

 

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