Fases da Lua para 2014
Fase da Lua Data Hora
Lua Nova 1 janeiro 2014 09:15:02
Lua Crescente 8 janeiro 2014 01:40:20
Lua cheia 16 janeiro 2014 02:53:35
Lua Minguante 24 janeiro 2014 03:21:01
Lua Nova 30 janeiro 2014 19:40:35
Lua Crescente 6 fevereiro 2014 17:22:33
Lua cheia 14 fevereiro 2014 21:54:46
Lua Minguante 22 fevereiro 2014 14:16:56
Lua Nova 1 março 2014 05:02:41
Lua Crescente 8 março 2014 10:27:08
Lua cheia 16 março 2014 14:10:46
Lua Minguante 23 março 2014 22:47:36
Lua Nova 30 março 2014 15:48:06
Lua Crescente 7 abril 2014 05:31:44
Lua cheia 15 abril 2014 04:45:18
Lua Minguante 22 abril 2014 04:53:06
Lua Nova 29 abril 2014 03:17:37
Lua Crescente 7 maio 2014 00:16:49
Lua cheia 14 maio 2014 16:18:47
Lua Minguante 21 maio 2014 10:00:33
Lua Nova 28 maio 2014 15:43:03
Lua Crescente 5 junho 2014 17:40:58
Lua cheia 13 junho 2014 01:13:45
Lua Minguante 19 junho 2014 15:40:05
Lua Nova 27 junho 2014 05:10:33
Lua Crescente 5 julho 2014 09:00:41
Lua cheia 12 julho 2014 08:26:46
Lua Minguante 18 julho 2014 23:09:44
Lua Nova 26 julho 2014 19:42:51
Lua Crescente 3 agosto 2014 21:50:56
Lua cheia 10 agosto 2014 15:10:51
Lua Minguante 17 agosto 2014 09:27:01
Lua Nova 25 agosto 2014 11:13:02
Lua Crescente 2 setembro 2014 08:11:53
Lua cheia 8 setembro 2014 22:38:55
Lua Minguante 15 setembro 2014 23:05:49
Lua Nova 24 setembro 2014 03:13:32
Lua Crescente 1 outubro 2014 16:33:02
Lua cheia 8 outubro 2014 07:50:43
Lua Minguante 15 outubro 2014 16:13:16
Lua Nova 23 outubro 2014 19:56:14
Lua Crescente 31 outubro 2014 00:48:56
Lua cheia 6 novembro 2014 20:22:56
Lua Minguante 14 novembro 2014 13:17:55
Lua Nova 22 novembro 2014 10:32:04
Lua Crescente 29 novembro 2014 08:07:23
Lua cheia 6 dezembro 2014 10:27:13
Lua Minguante 14 dezembro 2014 10:53:53
Lua Nova 21 dezembro 2014 23:36:15
Lua Crescente 28 dezembro 2014 16:32:50

Lua Nova

Lua Nova

Dia  para dar início a novos projetos e deixar o fluxo de ideias surgirem; Neste momento a Lua retorna a Luz e as transformações são inciadas.

Lua Crescente

Geminar. Momento de transformar as ideias, estruturadas na lua anterior, na transformação real do “não tangível em tangível”. em prática. Também podemos afirmar que é a Lua da Ação.

Lua Cheia

Esta fase corresponde à plenitude de todas as coisas. A semente germinada cresceu e chegou ao seu ponto máximo de poder. A Lua Cheia está intimamente relacionada à mãe e à transformação das emoções. É uma fase que pode ser usada para a realização profissional e amorosa, assim como para atingir alegria, saúde, sucesso e prosperidade.

Lua Minguante

Representa o declínio, a morte que antecede nova vida, o retorno ao seu estado original. A Lua está ficando cada vez mais escura. É tempo de silêncio e quietude. De avaliar tudo o que foi feito e pensar no que poderia ter sido feito de forma diferente. A Lua Minguante representa a sábia Anciã. É um período propício para recolhimento e introspecção.

Fonte: CBN

Conheça os principais tipos de argila:

ARGILA BRANCA:

É a mais leve de todas. Usada em másaras faciais e shampoos para cabelos secos.

É indicada para peles sensíveis e desidratadas. A argila branca contém o maior percentual em alumínio e seu pH é muito próximo ao da pele.

Seus benefícios são:

Clarear a pele (indicada para tratar manchas);
Absorver a oleosidade da pele sem desidratar;
Ação suavizante;
Cicatrizante.

ARGILA VERDE:

A argila verde possui maior diversidade em elementos. É indicada para peles oleosas e com acne. Também utilizada para cabelos oleosos.

Seus benefícios são:

Ação adstringente;
Tonificante;
Estimulante;
Combate edemas;
É secativa;
Bactericida;
Analgésica;
Cicatrizante;
Esfoliante
Promove a desintoxicação.

ARGILA VERMELHA:

É uma argila rica em óxido de ferro e cobre.

Seus benefícios são:

Hidratante;
Previne o envelhecimento da pele;
Redutora de medidas e peso;
Ativa a circulação;
Atua como antiestressante.

ARGILA AMARELA:

A argila dourada é rica em silício; tem ação tonificante e é indicada para peles maduras e cansadas.

Seus benefícios são:

Formação do colágeno da pele devido ao silício;
Indicada para rejuvenescimento e tratamentos cosméticos;
Hidratante;
Atua na flacidez cutânea.

ARGILA ROSA:

É a mistura da argila branca com a vermelha. Por ser mais suave, a argila rosa é indicada para as peles sensíveis, delicadas, cansadas e sem viço. Possui ação desinfetante, cicatrizante e suavizante.

Seus benefícios são:

Devolve a luminosidade;
Hidrata a pele;
Aumenta a circulação;
Auxilia a eliminar celulite e gordura localizada;
Efeito tensor;
Auxilia nos tratamentos de flacidez tissular.

ARGILA PRETA:

Raramente encontrada, é a mais nobre de todas. A argila preta ou lama negra, é utilizada para a desintoxicação da pele; principalmente peles oleosas.

Seus benefícios são:

Ação antiinflamatória;
Anti-artrósica;
Absorvente;
Anti-stress;
Revitalizadora do couro cabeludo.

ARGILA MARROM:

É uma argila rara devido sua pureza. Eficaz contra acne e tem efeito rejuvenescedor do tecido.

Seus benefícios são:

Ativa a circulação;
Rejuvenece a pele e tecidos.

ARGILA CINZA:

Indicada para peles oleosas e manchadas. Devido ao titânio presente em sua composição, combate espinhas, cravos e é uma excelente esfoliante.

Seus benefícios são:

Antioxidante natural;
Retardando o envelhecimento da pele;
Eficaz contra acne;
Efeito rejuvenescedor do tecido.

Fonte:
dicasdemulher

 

Muito mais energia

Tenha mais pique para encarar as tarefas do dia a dia.
Pela manhã, assim que acordamos, o natural é que estejamos a mil por hora, bem-dispostos e com energia de sobra para enfrentar as atividades de mais um dia. Quando a noite não foi suficiente para recarregar as baterias, o dia se arrasta, falta concentração e haja mal humor. Mas reverter essa situação é fácil e só depende de você.
Sono reparador
– A falta de pique pode ser resultado de uma noite maldormida. Jovens e adultos precisam dormir, em média, de sete a oito horas por noite. A criança precisa de mais tempo, enquanto o idoso está pronto para o dia seguinte com pouco mais de seis horas.
– Não basta quantidade: o sono deve ter qualidade. Desacelerar dez minutos antes de deitar é importante. Isso inclui deixar de lado internet, TV e mensagens de celular. Desligue os eletrônicos e leia um livro!
– O quarto também precisa ser acolhedor, silencioso e escuro, com temperatura amena. É aconselhável não fumar nem ingerir bebida alcoólica antes de dormir. O ideal é haver um intervalo de pelo menos duas horas entre a refeição (com pouca gordura e alimentos de fácil digestão) e a hora de dormir.
Alimentação aliada
– A energia de que precisamos para o dia a dia também pode ser encontrada em alimentos como agrião, alcachofra, amêndoa, amendoim, aveia, caju, canela, cevada, geleia real, gergelim, ginseng, girassol, hortelã, nozes e pinhão.
– O café é um bom estimulante. Adultos podem tomar até quatro xícaras de 100 ml por dia. Que tal uma dose da bebida no início da manhã, no meio da manhã, no início e no fi nal da tarde?
– Capriche no café da manhã. Ele é a fonte dos nutrients que vão garantir o pique da manhã e também um momento de relaxamento.Acorde um pouquinho antes para investir nessa hora, sem correria.
Corpo em movimento
– Durante o exercício, o organismo libera a endorfina, enzima que proporciona bem-estar e ajuda a diminuir o estresse. Além disso, a prática regular de exercícios físicos está associada à redução de sintomas depressivos e ansiedade. De acordo com um estudo com idosas, o grupo que pratica caminhada teve melhoras signifi cativas na atenção, memória, agilidade motora e também no humor.
– Atividades físicas melhoram a qualidade do sono. É só cuidar para que os exercícios sejam feitos, pelo menos, até quatro horas antes da hora de dormir.
Emoções em equilíbrio
– Ao longo do dia, vale tentar controlar os momentos de ansiedade. Assim fi ca fácil manter o pique.
– Alongue-se para ajudar o sangue a circular e para relaxar os músculos. A prática também acalma e ajuda a respirar melhor. Pare algumas vezes por dia para respirar profunda e lentamente, sobretudo nos momentos em que houver maior tensão.
– Avalie se não está exagerando sua reação negativa aos acontecimentos e procure outros pontos de vista.
Adultos podem tomar até quarto xícaras de 100 ml de café por dia, um estimulante e tanto para o pique.
_____
Fontes: Edson Credidio, médico nutrólogo e doutor em Ciências de Alimentos pela Universidade de Campinas (SP); Rubens Reimão, médico neurologista, líder do Grupo do Sono do Hospital das Clínicas (SP); artigo “O exercício físico e os aspectos psicobiológicos”, de Marco Túlio de Mello, Rita Aurélia Boscolo, Andrea Maculano Esteves e Sergio Tufi k.

“E um homem disse: Fala-nos do Autoconhecimento.
E O Profeta respondeu, dizendo:
Vossos corações conhecem, em silêncio, os segredos dos dias e das noites.
Mas vossos ouvidos têm sede de ouvir o saber de vossos corações.
Desejais conhecer, em palavras, o que sempre soubestes em pensamento.
Desejais tocar, com vossos dedos, o corpo desnudo de vossos sonhos.
E é bom que assim seja.
A fonte oculta de vossa alma precisa brotar e
correr a murmurar até o mar;
E assim seria revelado aos vossos olhos o tesouro de
vossas profundezas infinitas.
Mas que não haja medida para vosso tesouro desconhecido;
E não deveis sondar as profundezas de vosso
conhecimento com cajado e bordão.
Pois o Eu é um oceano imensurável e sem fronteiras.
Não dizei: “Encontrei a verdade”, mas sim: “Encontrei uma verdade”.
Não dizei: ‘Encontrei o caminho da alma”.
Dizei:”Encontrei a alma enquanto seguia meu caminho”.
Pois a alma segue todos os caminhos.
A alma não caminha sobre uma linha, nem cresce como um junco.
A alma desdobra-se, como um lótus de inúmeras pétalas”

Khalil Gibran

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“Toda força de ação provoca uma força de reação. É uma lei mecânica da matéria, mas o karma vai muito além da matéria: pensamento, palavra e ação estão submetidos a ele – eles vão e voltam. E na incessante busca pela felicidade, acabamos pensando e agindo de forma equivocada, e essas ações geram reações, que são situações negativas na sua vida. Até certo estágio, você acredita que tais situações são simplesmente um “não” da vida ou de Deus. Você acredita ser uma vítima, pois não compreendeu que está onde se coloca. Mas, ao avançar no processo de autoconhecimento, você percebe que tudo é um jogo; tudo está ao seu favor. Inclusive as situações negativas são oportunidades de crescimento; são chances de liberar os karmas registrados no seu sistema.”

 Sri Prem Baba

Essa bela Orchidaceae (orquídea macaco) é extremamente rara, bela e preciosa. Pode ser encontrada na América do Sul e é um verdadeiro presente da natureza.

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Plantas fenomenais, as orquídeas são o foco de colecionadores em todo o mundo. Poucas plantas foram tão amadas quanto as orquídeas na história da humanidade quanto elas e poucas plantas na natureza conseguiram atingir uma gama tão variada de formas e cores quanto as orquídeas. Algumas orquídeas são tão impressionantes que se eu contasse você não acreditaria. Assim, sou obrigado a mostrar. Veja por exemplo a orquídea que já vem com seu inseto de fábrica:

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Veja a beleza da natureza. Trata-se da Ophrys insectifera.

Imagine só quantos milhões de anos foram necessários para que esta planta imitasse com tal perfeição um inseto pousado nela. Um truque engenhoso, pois com esta estratégia ela consegue atrair insetos reais com intensão de cópula.

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Eles pousam, vêem que o inseto da planta é falso e voam para outra, carregando sem saber o pólen da primeira. Assim, estes animais proliferam essa espécie de orquídea. A Ophrys insectifera é tão sabia que ela conseguiu até imitar o feromônio do inseto, aumentando suas chances de reprodução.

Lógico que enquanto alguns insetos são “enganados” por algumas espécies de orqúideas, outros tiram proveito justamente de parecem uma planta. Como é o caso do Louva-Deus-orquídea:

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Para um inseto predador, parecer com uma flor é uma boa estratégia para garantir aquele almoço. Como as orquídeas variam muito, é natural que elas acabassem oferecendo toda sorte de formas curiosas.

Fonte: mundogump.com.br e Sun Gazing

  • Esta técnica milenar é indicada para eliminar o zumbido, diminuir os sintomas de sinusite, rinite e dor de ouvido

Imagine um conta-gotas de vidro gigante que traz numa das extremidades um pavio feito de tecido e um pequeno reservatório onde são colocados azeite de oliva extravirgem ou um mix de óleos essenciais. Agora, visualize uma pessoa deitada de lado com a ponta mais fina desse acessório dentro do ouvido, a haste totalmente na vertical e, na outra ponta, o pavio aceso.

Assim é a sessão dos cones chineses, técnica milenar que já foi usada por índios para combater a dor de ouvido e hoje é indicada para eliminar o zumbido, diminuir os sintomas de sinusite, rinite, labirintite ou aumentar o intervalo entre as crises.

Segundo a terapeuta holística Susi Kelly Benevides, autora do livro Cones Chineses (editora Madras), isso é possível porque a queima do pavio reduz a quantidade de oxigênio dentro do cone, gerando uma pequena pressão capaz de movimentar a cera ou o muco no canal auditivo.

“Com isso, o ouvido fica limpo, o que consequentemente beneficia o nariz e a garganta, já que estão todos interligados”, conta a especialista, que apresentou a técnica na 1ª Expo Saúde Alternativa, que aconteceu nos dias 23 e 24 de junho no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

A importância do cerume

Para o otorrinolaringologista Arthur Castilho, do Hospital Bandeirantes, em São Paulo, o alívio da dor de ouvido prometido pelos cones está relacionado ao calor. “É que, ao promover uma vasodilatação, há melhora na circulação e redução do edema, efeito semelhante ao obtido com a bolsa de água quente ou a toalha aquecida com o ferro de passar roupa”, diz o médico, que não vê com bom olhos a mobilização da cera pelos cones chineses.

“Ao contrário do que muita gente pensa, o cerume protege o ouvido de infecções, bloqueando a entrada de micro-organismos, e não precisa ser removido, já que o excesso sai naturalmente com os movimentos de mastigação. Somente em pouquíssimos casos, como excesso de produção de cera ou quando ela é empurrada com hastes de algodão, por exemplo, é que a retirada é recomendada”, completa o médico.

Sessão dura 30 minutos

Originalmente, os cones chineses eram feitos de vários tipos de materiais, como tecido de algodão e folha de bananeira seca, e conhecidos como vela de ouvido, cones de hindu, canudos de ouvido ou de hopi.

De acordo com a terapeuta, durante a sessão, que dura 30 minutos, a pessoa pode sentir um ligeiro calor, ter a sensação de líquido escorrendo pelo ouvido ou sentir gosto de fumaça na boca. Assim que o cone de vidro é retirado, tem-se a impressão de que o som está mais alto e o ouvido mais ventilado e uma nítida sensação de bem-estar.

“Isso porque tanto os nervos auditivos quanto o labirinto, que é responsável pelo equilíbrio, foram sensibilizados pelo calor da fumaça oleosa”, diz Susi, que só não recomenda a terapia para quem perfurou o tímpano, passou por algum tipo de cirurgia ou fez lavagem no ouvido há menos de três meses.

Segundo a terapeuta, uma sessão é suficiente para conter a dor de ouvido e, entre três e sete, sendo uma por semana, para aliviar os sintomas da sinusite, rinite e labirintite.

Fonte:

http://noticias.uol.com.br/saude/

Você pode agendar uma sessão

consulte www.selmaflavio.com.br 

A felicidade está dentro de você!

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.
Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.
Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.
A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.
As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”
Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.

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Doenças Psicossomáticasuma linguagem corporal

 

 

Inicialmente, cabe falarmos um pouco, sobre o que é a doença e abordagem psicossomática.

A doença, qualquer que seja ela, vai estar “presa” ao corpo. Este mesmo corpo que ao nascer, foi tratado (espera-se), com todo carinho e atenção. Pensemos um pouco, que este alguém que se dedicou a nós quando nascemos e também durante o nosso crescimento, nos deu carinho, afeição e amor (na maioria das vezes, nossa mãe) deixou em nós marcas profundas e que na certa, todos carregamos por toda a vida. Quando tais sentimentos, não foram proporcionados pela mãe, certamente o foram por outra pessoa.

Toda criança desperta em nós bons sentimentos. Uma criança possui uma força enorme, no sentido de mobilizar-nos emocionalmente; isso para não irmos um pouco mais adiante e dizermos, lembrando que “a criança é o pai do homem”.

Quando ficamos doentes, de certa maneira, voltamos ou tendemos voltar à condição de crianças; numa linguagem mais técnica, regredimos; ficamos mais “dengosos”, queremos atenção, consideração, cuidados, etc. Com tudo isso, quer dizer que quando adoecemos “procuramos” nossa mãe.

Assim ,quando somos crianças, somos fortes, conseguimos “seduzir  adultos; temos um poder de persuasão muito maior do que quando nos tornamos adultos. Aqui, quando adultos, a doença pode, e às vezes assume as rédeas da sedução do outro. Quantas vezes, vemos pessoas doentes, que se aproveitam dessas doenças para obterem pequenos favores ou comodidades.

Quase sempre, “procuramos” as doenças das quais somos portadores. Esse procurar, no entanto, não é claro nem explícito pois, ele se mascara, escondendo-se atrás de sintomas, emoções e sentimentos.

Inúmeros são os sintomas que parecem ser de alguma doença orgânica e que na realidade, correspondem a uma manifestação corporal de depressão.

Conceitos e visões entrelaçam-se no conceito da doença. A visão centrífuga durante muitos anos, deu conta de explicações que tentavam justificar que o surgimento de uma doença é momentâneo e imediato e que seus males se disseminam pelo corpo, cabendo, então, a extirpação imediata da doença ou do órgão por ela afetado. Podem-se exemplificar inúmeras doenças; entretanto, citaremos algumas: problemas cardíacos; gastrites e úlceras. Neste tipo de visão de doença, uma gastrite tem seu início e eclosão no próprio estômago ou órgãos desse sistema. Uma doença do coração, tem seu foco de início no próprio órgão enquanto a úlcera tem como local de origem o estômago ou duodeno.

A visão centrípeta sobre o conceito de doença, procura não relacionar o órgão ou local onde a doença se mostra, como origem necessária dessa doença. O local, órgão ou região onde surge a doença ou os seus sintomas, se limitará apenas em ser o seu ponto de manifestação física. O que isso significa ? Esta doença, ora manifestada num determinado órgão, está sendo a expressão de situações ligadas a todo o contexto vivido pelo seu portador. Estamos, sem dúvida, falando de contextos nos quais se ligam emoções, sentimentos, afetos. Quando nos referimos o contexto vivido, ligado a emoções, sentimentos e afetos o tempo passa a ter grande significado. Estamos dizendo que esta determinada úlcera ou este problema cardíaco ou até mesmo uma gastrite, pode ter se iniciado por sentimentos de alguma perda afetiva, raivas reprimidas, enfim emoções que, no passado deixaram de ser expressadas de forma natural, espontânea. Em tais exemplos, cabe lembrar, não se encontra em questão, doença que apresentam a hereditariedade como causa.

Muitos médicos, atualmente, têm começado uma busca nos sintomas das doenças, através do Homem, da pessoa como um todo. Contudo, a Medicina, ainda mantém uma tendência a visualizar o doente, como algo passivo, como alguém que está ali para ser paciente, portanto, é a condição daquele que é portador de um mal, uma doença.

A pessoa doente ou com alguma sintomatologia, não representa, na visão psicossomática, uma pessoa inerte; em outras palavras, ela não é um doente, e, sim, uma pessoa que tem alguma doença. Isso é diferente. Enquanto alguém tem uma doença, significa que também tem coisas nele, não doentes, enquanto, se este alguém é doente, fica implícito que é toda doença.

Quanto a definição de psicossomática, é ao mesmo tempo uma filosofia – porque envolve uma visão de ser humano, uma maneira de definir o ser humano – é uma ciência que tem como objeto os mecanismos de interação entre a dimensão mental e a dimensão corporal.

De certa forma a Psicossomática também é uma prática clínica, cujo conjunto teórico muito se aproxima dos conteúdos das disciplinas Psicologia Médica e Psicologia Hospitalar.

Passamos agora pelo doente, Mac Lean, considera que os doentes psicossomáticos são incapazes de verbalização conveniente, pois suas emoções não estão ligadas aos processos intelectuais, e, por esse motivo as tensões se descarregam sobre o hipotálamo pelo sistema neurovegetativo, provocando as psicossomatizações.

Nas biopatias, que segundo a Escola Européia de Orgonomia, tem sua origem antes do nascimento. A emoção “medo” já está presente no plano verbal, e quando não há nenhuma manifestação somática, a emoção fica reprimida na consciência, mas presente no organismo. A evolução é imprevisível e depende de fatores desencadeantes, como por exemplo, stress físico ou emocional. Assim nas biopatias  todo organismo está implicado, a doença invade o corpo.

Estudos apontam para uma ligação entre o estado mental e doença, com indícios convincentes de que o sistema imunológico poderia ser um importante elo entre o cérebro e a saúde física.

Segundo  Goleman. D, o sistema imunológico é o meio através do qual o organismo se defende de doenças infecciosas e do câncer. Tem duas tarefas primárias: distinguir entre células “próprias” e células  “não próprias” e, em seguida, destruir, neutralizar ou eliminar substâncias estranhas identificadas como não próprias, que naturalmente não fazem parte do organismo.

Inúmeras são as doenças que afligem o indivíduo, desencadeadas ou não pelo seu emocional. After-me-ei em algumas, iniciando pelo CÂNCER.

Nos Estados Unidos, têm surgido há algum tempo, muitos questionamentos que dão conta do Câncer enquanto doença cercada por questões afetivo-emocionais. No organismo vivo, cada célula, ou melhor, cada grupo celular específico, possui funções próprias, que são muito específicas, para aquele tipo de função desempenhada por aquele órgão. Como é de se esperar, todos os nossos sentimentos, afetos e emoções impregnam essas células. Senão, vejamos: quando ficamos com raiva, nosso organismo fica pronto ou para “fugir” ou para “lutar”, quando temos raiva, contraímos; nossos músculos ficam tensos, enquanto quando sentimos alegria, tranqüilidade, ocorre um abrandar dessas energias.

Existem Estudos que comprovam que pessoas mais fechadas, mais tensas e chegadas ao isolamento, tendem mais a desenvolverem quadros de tristezas, depressões e pessimismos. Seus corpos “sabem” o que as emoções lhes pedem e respondem com  “obediência” , dando como resposta, quem sabe, uma cefaléia (dor de cabeça), uma gastrite (dor  no estômago produzida por inflamação) ou quem sabe, uma doença do coração.

Às vezes, o que o corpo executou, não foi suficiente para redimir a pessoa da culpa, sobrevindo doenças mais graves, talvez, como uma desordenada proliferação de células defeituosas. Aliás, já foram comprovados em Estudos, que tais células sofrem um controle contínuo por nosso Sistema de Defesa Imunológico, que tem como finalidade, impedir uma produção desordenada de células anormais. Todos os componentes de nosso Sistema de Defesa Imunológico, ao que parece, estão ligados às emoções e sentimentos.

Um câncer, não se formou naquele momento, ou dias antes de ter sido detectado. Muitas vezes, ou na maioria das vezes, o seu desenvolvimento e evolução tiveram início muitos meses ou anos atrás, momento em que, “enviamos uma mensagem” para nosso Sistema Imunológico “ordenando” que algo deveria ser feito naquele sentido. Falta de carinho, distanciamento de afetos, ou quem sabe, raivas “incubadas” durante muitos anos, ocasionaram um proliferar desordenado de células ou grupos celulares.

Em se tratando de CORAÇÃO, a questão parece mais clara. Não há quem deixe de perceber seu coração acelera diante determinadas situações emocionais, bem como de atribuir alguma representação simbólica a ele, investindo-o, pois, de um significado subjetivo. Não obstante, os caminhos e a maneira através dos quais as emoções repercutem no coração.

Situações de ansiedade estimulam através do hipotálamo – a liberação de catecolaminas e corticosteróides, seja por ação direta do sistema simpático, seja por ação indireta sobre as supra-renais. Algumas dessas substâncias repercutem sobre o aparelho cardiovascular – elevação de freqüência cardíaca, da pressão arterial, vaso constrição periférica e outras reações.

Fazem também referência ao aparecimento de manifestações cardiovasculares desencadeadas por fatores emocionais; entre elas a doença coronariana e a hipertensão arterial, que são as mais comuns do mundo moderno.

E DOENÇAS DE PELE, acontecem ? A pele é um órgão particularmente fascinante, e as doenças de pele possa se enquadrar entre as biopatias do sistema nervoso, pois o sistema nervoso origina-se no ectoderma do embrião.

Ela é ao mesmo tempo intimamente privada e notavelmente pública, é a interface final entre o eu e o outro – o nosso mundo interior e o mundo externo. Acaba sendo o portal através do qual sentimos o mundo e pela quais nossas primeiras sensações aconteceram – o TOQUE – ao nascermos.

Como o maior órgão do nosso corpo (esticada, tem cerca de 2 metros quadrados), a pele é a primeira linha de defesa contra o ataque constante de micróbios, traumas físicos e elementos ambientais irritantes.

Pode-se esperar que um órgão tão complexo, traduza problemas emocionais em sintomas físicos ?

Os estudiosos tendem a afirmar que alguns problemas são causados por estresse, conflitos concernentes a sentimentos e impulsos hostis – agressivos, já que a hostilidade seria reprimida devido a sentimento de culpa. Bem como, há situações em que o contato, a carícia forem insuficientes, provocando uma erotização da pele.

As doenças dermatológicas consideradas biopatias primárias e que tendem a ter forte componente emocional são: eczema constitucional, psioríase, dermatite de herpes, alopecia (queda de cabelo em certas zonas), línquem, liquitose (pele de peixe), causando em algumas situações muito constrangimento à pessoa, desfavorecendo sua auto-imagem, até por ser uma doença fisicamente visível.

Nesse momento não é somente primordial dissertarmos as inúmeras doenças e suas causas, mas também termos consciência se contribuímos para o desencadeamento delas, como ? estressados, insatisfeitos, culpados …Percebemos que o nosso organismo não está separado de nossas experiências e que aquilo que vivemos –  nossos pensamentos, sentimentos, necessidades e crenças- tem uma repercussão no funcionamento de nosso corpo.

         A doença vem deflagrar algo a respeito de nós mesmos e de nossas vidas

 — Luise de Souza Cozzolino Soares

 

BIBLIOGRAFIA

 

Goleman, Daniel & Gurin, Joel, Equilíbrio Mente e Corpo, Editora Campos, 1977, RJ

Lemgruber, V, Caderno de Psicopatologia, Dep. De Psicologia, PUC, 1997, RJ

Graeff, G, F & Brandão, L. M, Neurobiologia das Doenças Mentais

    Keleman, S, Realidade Somática, Summus Editorial, 1994, SP.

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