Aura Quartz

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Nunca tinha visto aquilo, me transformei em todas as Deusas, fazia os gestos indianos e de outras castas, de outras fé. Percebi em mim que estavam todas “as santas” todas as mães curadoras, todas as figuras femininas em fé, a Grande Mãe. Que todas, eram uma só!

“ O relacionamento afetivo não é uma relação de ajuda, mas uma relação que ajuda. Ajuda o desenvolvimento pessoal, às vezes por meio da alegria, mas outras vezes por meio do sofrimento e do desânimo conscientemente aceitos. Provavelmente, nada ajuda mais o próprio crescimento que assumir de maneira consciente a dor e dar-lhe um espaço dentro de nós mesmos.”

Meu pai me magoou muito a vida toda. Eu tenho que incluir? Ele errou feio comigo.

A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.

Não aceitar o pai é como exigir de uma macieira que dê laranjas. É brigar com o que é a realidade.Este é um caminho que traz dificuldades. Sofrer é mais fácil do que resolver. Quando sofremos, nos iludimos que nós temos a razão, e por isso, outros deveriam mudar para acalmar nosso sofrimento.

Hellinger diz que o nosso relacionamento com nossos pais refletem fortemente no nosso movimento na vida. A forma como nos relacionamos com eles é a forma que nos colocamos no mundo, e por isso este relacionamento é tão definidor.

Herdamos, emocionalmente, muitas situações de conflito, originárias do nosso sistema familiar. Olhe para trás, e somente naquilo que você sabe, e veja quantas separações, quantas traições, quantos filhos fora do casamento, quantos abortos, quanta mentira no relacionamento familiar, quantas dores, quantos desfalques, atos abomináveis e até desumanos… tudo isso faz parte de você.

o existe nada além do processo de acompanhar a si mesmo, ter em mente os vínculos importantes e orientar-se da maneira mais sábia possível para que ninguém tenha que sofrer ou para que possa estar melhor.

As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo e desabrocham ramos na árvore genealógica.
Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes.

Sua recusa em tomar se dirige sobretudo a um dos pais ou a ambos. Posteriormente estendem essa recusa às outras relações e às coisas boas deste mundo.