Entenda o que é Psicopatia Infantil e as principais características do problema


A criança que apresenta a psicopatia infantil já nasce com esse problema, e apresenta diversos problemas que afetam a sua conduta perante as outras pessoas.

As formalidades médicas impedem que uma criança seja considerada psicopata, uma vez que o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Antissocial só é aplicável em pessoas com mais de 18 anos. Crianças que apresentam certos comportamentos antissociais são diagnosticadas com Transtorno de Conduta.

Estima-se que essa desordem mental atinja entre 1% e 2% da população mundial. Estudos mostram que os psicopatas apresentam deformações em uma estrutura cerebral chamada amígdala — responsável pelas reações emocionais do ser humano — e, como consequência, os portadores deste problema não desenvolvem o superego e não conseguem aprender ou entender valores sociais.

Embora não exista uma causa específica para a Psicopatia, sabe-se que o problema não é causado por traumas ou eventos vivenciados pelo indivíduo. A pessoa já nasce com essa desordem, e não possui a capacidade de simpatizar com as emoções dos outros, são apáticas, dominadas pelo excesso de razão e a ausência de emoção.

Características de uma criança com Transtorno de Conduta

  • Hábito de mentir;
  • Incapacidade de tolerar a frustração;
  • Hábito de maltratar de maneira cruel os coleguinhas, irmãos e animais domésticos;
  • Ausência de culpa ou remorso, além de não demonstrar o menor constrangimento quando são pegas fazendo algo errado;
  • Conduta desafiadora às figuras de autoridade, como professores e pais;
  • Preocupação excessiva com os próprios interesses;
  • Tendência a culpar outras pessoas pelos seus erros;
  • Violação constante às regras sociais.

Como os pais devem agir diante de um Transtorno de Conduta

É importante ressaltar que as características de um psicopata, acima citadas, são muito genéricas e apenas um diagnóstico médico feito por especialistas pode dizer com exatidão se a criança possui ou não um distúrbio de conduta. Os pais também precisam ficar atentos com a frequência e intensidade que esses comportamentos se manifestam.

É possível que as crianças e adolescentes que apresentam transtorno de conduta tornem-se psicopatas quando adultos. Por isso, é fundamental que os pais adquiram conhecimento sobre o tema e passem a reconhecer a disfunção nas crianças. Quando o transtorno é identificado em um grau leve, a psicopatia pode ser modulada por meio de vigilância constante, regras mais duras e uma educação mais rigorosa.

 

Fonte sbie


 

Dia Mundial da Conscientização do Autismo – 2 de Abril


Dia Mundial da Conscientização do Autismo

A data serve para ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo, um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo.

Próximo Dia Mundial da Conscientização do Autismo 2 de Abril de 2017 (Domingo)

Origem do Dia Mundial do Autismo

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre esta doença, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos.

O que é o Autismo?

O Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por “Transtornos de Espectro Autista” – TEA.

Os sintomas do autismo são: fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o autismo é único para cada pessoa. Existem vários níveis diferentes de autismo, até mesmo pessoas que apresentam o transtorno, mas sem nenhum tipo de atraso mental.

(google)

Autismo na visão espiritual

Segundo Bezerra de Menezes, no livro “Loucura e Obsessão”, muitos espíritos buscam na alienação mental, através do autismo, fugir do resgate de suas faltas passadas, das lembranças que os atormentam e das vitimas que angariaram nesse mesmo pretérito.

Esta temática visa recolher o máximo afim de irmos ao encontro quer do porquê da deficiência, da provação e expiação e da necessidade do conhecimento dos valores da vida reais.

A autora do livro “Vida Além da Vida” deixa-nos em suas experiências três casos;
Nessas, pelo que se vê, o ser/essência nada sofreu, encarando com naturalidade e compreendendo todos processos, mesmo os mais dolorosos.

1º caso – Minha mãe não me desejava. Certa vez tentou abortar e fiquei irado por ocasião do parto, porque ela pretendia divorciar-se do meu pai. Estou agora conscientizado de que parte do meu carma consiste em aprender a amar minha mãe, de qualquer maneira.

2º caso – Ao me ligar ao feto, dava-me conta de que minha mãe estava assustada, de início, posteriormente aceitou o processo com naturalidade.

3º caso – Foi uma experiência forte não desagradável, mas surpreendente o meu nascimento. Enviei mensagens à minha mãe para que ela encarasse tudo como sensação e não como dor. Percebia, de forma clara, as atitudes das outras pessoas. Eu estava muito feliz por assumir esta vida.

(livro “Loucura e Obsessão)

 Na psicossomática

A necessidade imediata de escapismo, grande dificuldade de lidar com o mundo denso. É mais fácil ficar fora de si, do que lhe dar com o cotidiano humano terrestre.

 

Visão Transcendental

Algumas crianças Índigo, Cristal ou Esmeralda,  podem ser confundidas com o autismo, pois são mais introvertidos e não muito sociáveis, confundidos são diagnosticados com a patologia.

 

Leia mais sobre o assunto CRIANÇAS ÍNDIGO e CRISTAIS

 

Quando abrimos a mente para novas informações temos a compreensão dos fatos com  visão mais consciente e ampla, proporcionando  possibilidades de transformar as histórias, dessa forma, enxergar saídas e respostas. 

         Selma D. Flávio

 


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Entenda o que é Criança Índigo e Cristal


As crianças CRISTAL são recém-chegadas ao planeta (cada vez em maior número). No entanto, sempre existiram, ainda que em pouca quantidade . As crianças cristal são os chamados pacificadores, pois trazem atributos de paz e equilíbrio para poder continuar o trabalho começado pelas crianças índigo. Ambas as crianças representam um desafio para a sociedade, especialmente para os pais. A forma de tratá-las vai ter de mudar, os pais e os educadores têm de adotar novas formas de ser, para lidar corretamente com as crianças da nova vibração.
Segue-se um texto sobre os atributos de uma criança cristal – de Sharyl Jackson – traduzido para o castelhano por J. M. Piedrafita Moreno e para o português pela autora:

“Que sabemos das crianças da vibração de cristal? Por um lado, sabemos bastante. Por outro, nada sabemos de muito concreto. Como as próprias crianças, a informação, neste momento, é muito etérica, muito sutil e pouca óbvia. A diferença dos seus irmãos e irmãs ‘confrontadores’ Índigo, as crianças cristal não modificaram as coisas … ainda. O 11 de setembro de 2001 foi um ponto decisivo, um sinal e uma porta de acesso para a próxima onda de crianças. A era das crianças cristal já chegou.

As crianças CRISTAL são provavelmente, em grande medida, as crianças (filhos) dos Índigo. Podem até ser índigo. Em uma conversa muito recente com Lee Carrol sobre os cristais, este declarou que são Índigo artistas. Ele pode ter razão realmente é o mesmo. O que realmente importa é que cada grupo ou subgrupo de crianças inspiradas pela unidade seja apoiado, e lhes seja permitido realizar seus trabalhos, seus propósitos divinos. Steven Rother (proprietário de Planetlightworker.com) e o seu grupo chamam essas crianças de os pacificadores, enquanto que os Índigo foram chamados de confrontadores de sistemas. As crianças indigo foram assim chamadas pela diferente cor de suas auras, o Índigo, que é a cor do terceiro olho, ou seja, do chacra frontal. Como são muito intuitivas, mentais, rápidas e se aborrecem facilmente, as crianças cristal, ao contrário, são chamadas assim não pela cor da sua aura, mas pela sua alta vibração. Talvez com o tempo se saiba que as crianças cristal são mais dominantes no chacra da coroa, o spectrum de cor violeta, e que sua aura é branca ou transparente.

Quando começaram a chegar as crianças cristal?

Elas sempre existiram no planeta, porém era uma minoria que atuava como exploradores, apalpando o terreno, e a qual a humanidade não tratou muito bem. Como, por exemplo, aquele que ficou conhecido como Jesus, o Cristo. Com muita freqüência, esses exploradores eram assassinados, mas serviam o propósito de deixar sementes. Freqüentemente, diz-se que “cristal” e “Cristo” são palavras muito similares e, por esse motivo, têm uma definição parecida. Recordando o que foi dito, o leitor pode fazer uma boa imagem ou sentimento do que são as crianças cristal e para que vieram. Use suas habilidades intuitivas para sintonizar com a energia dessas crianças, criando uma unidade com elas, e o resultado no planeta será espantoso !

Com a chegada das crianças índigo, vimos um incremento dramático no número de crianças diagnosticadas como hiperativas ou com ADD peja comunidade médica. Já se escreveu muito sobre esse fenômeno, por isso, deixo essas explicações para os mais entendidos. No entanto, perguntavam-me como as crianças cristal seriam classificadas. Observando, que comecei a ouvir foi a palavra “autista”. Agora estou bastante convencida de que veremos um crescimento dramático no número de crianças autistas. Estas são realmente as crianças cristal (ou índigo artísticos), tão sensíveis e vulneráveis ao mundo que as rodeia, que se escondem dentro de si mesmas, desconectando-se o mais que podem, até mesmo dos humanos, para sobreviverem em um mundo em que ainda não se encaixam. Voltando à pergunta sobre quando as crianças cristal começaram a chegar aqui, podemos dizer que desde as últimas quatro décadas, mais ou menos. Uns quantos mais do que o normal começaram a encarnar para ancorar a energia. Pelo que tenho observado, foi um dos trabalhos mais duros do planeta, mas alguém tinha de fazê-lo, pois apenas alguns dos “grandes” se encarregaram do trabalho. Até então, não era garantido que o planeta pudesse estar preparado para as crianças de vibração cristal, mas o espaço tinha de ser criado, o caminho tinha de fazer-se, sementes tinham de brotar, de qualquer forma. E aqui estamos. no século XXI, tendo passado por todas as nossas provas, dando as boas-vindas a uma grande quantidade dessas crianças, de forma que, aparentemente, estamos preparados. Como reconhecer essas novas crianças ou poucos adultos cristal que, como precursores, ancoraram as energias necessárias? Não andam por aí causando estragos, vivem tranqüilamente em uma obscuridade relativa. Fazendo o melhor que podem para ficar no planeta. Tive o prazer e a honra, assim como também a frustração, de criar um desses pioneiros, uma das primeiras crianças cristal, que agora já é adulta.

Minha experiência pessoal, minha intuição e os conselhos dados pelo grupo foram usados para recompilar uma lista de atributos das crianças da vibração cristal. Por favor, considerem que esses atributos não são todos inclusivos, nem toda a criança cristal exibe necessariamente todas essas qualidades. Extremamente sensíveis a tudo no seu meio ambiente: sons, cores, emoções negativas dos outros, cheiros, comida, produtos quimicos, a sensação de “estar vestido”, violência, a dor de outros, consciência de grupo, freqüências eletromagnéticas, radiações solares.

Tão sensíveis que são profundamente vulneráveis, com muita intensidade e grande vulnerabilidade.

Devem passar um tempo sozinhas, não vivem bem em grupos e poucos entendem sua necessidade de solidão.

Devem entrar em comunhão com a Natureza e os elementos diariamente. O Espírito da Natureza os ajudará a equilibrar e a limpar todas as energias não harmoniosas que os afetam tão profundamente.

Simplesmente não entendem “a desumanidade do homem contra o homem”, a guerra, a avareza, etc .. e podem sentir-se facilmente sufocadas com tudo isso. Retrair-se, desconectar-se, proteger-se se a vida é demasiado intensa, se eles se traumatizam ou vêem ou sentem outros traumatizados.

Normalmente são tranqüilos, os outros os admiram e se sentem atraídos por eles como um imã. Terão profundas e longas relações com humanos que lhes ofereçam o amor incondicional que os cristal sabem que é o único amor verdadeiro.

Quando um cristal olha para você, é como se tivesse penetrado dentro da sua alma.

Raramente necessitam ser tratados como uma criança tradicional pois são gentis, prudentes e capazes de dizer o que necessitam, o que é bom ou o que não é bom para eles. Quando o meu filho era muito pequeno, disse um dia: “Eu não posso beber álcool ou tomar drogas”, e ele jamais tomou nada disso.

Com freqüência evitarão multidões ou centros comerciais. Demasiadas energias diferentes os incomodam.

Sentem um amor profundo pelas crianças e pelos animais. Têm uma forma extraordinária de conectar-se com todas as criaturas.

A água é muito benéfica para limpá-los e acalmá-los: banhos freqüentes, duchas diárias, cascatas, fontes, brincar com a água e a areia.

Requerem roupas confortáveis, à sua escolha, em cores e fibras naturais. Precisam de muita água pura e com freqüência preferem alimentos orgânicos frescos.

Antes de nascer, com freqüência, disseram a seus pais seu nome, como se o ouvissem em pessoa.

Milagres e magia ocorrem à sua volta: aparece dinheiro, os animais o procuram, os bebês lhes sorriem, curas ocorrem naturalmente.

São extremamente empáticos, ao ponto de saber o que um desconhecido está sentindo.

Sentem medo de intimidar porque se sentem invadidos, e não respeitados muito facilmente. Preferem ficar sozinhos a ter o seu “espaço pessoal corporal” descuidado. Também evitam relações românticas por medo de ferir o outro se a relação terminar.

Há uma inocência, uma falta de malicia, uma pureza, graças à ausência de ego nos cristal.

Podem necessitar de ajuda para aprender a conectar sua energia. Pode ser feito por meio de atividade fisica. Natureza, esportes, artes marciais, ioga ou dança.

Podem estragar aparelhos elétricos, rádios, televisões, computadores. Abstêm-se de mostrar emoções por medo da sua amplificação e perda de controle, pois podem parecer passivos ou sem sentimentos.

Podem sentir-se responsáveis porque alguém morreu, ou está ferido, ou, ainda, discutindo.

Podem ter, e provavelmente tiveram, periodos de depressão profunda. Respondem bem ao trabalho corporal à massagem ou ao trabalho energético realizado por alguém que está equilibrado. Massagens craneo-sacrais podem ser cruciais para manter seus corpos saudáveis e sem dor.

Com freqüência têm um metabolismo alto e são naturalmente vegetarianos. Inteligentes, vêem todas as possibilidades com um entendimento instintivo das leis espirituais, de como funciona tudo.

Têm uma conexão limpa com o seu eu superior, ascedendo naturalmente ao seu guia superior. É por isso que sabem a verdade da unidade espiritual. Curadores e pacificadores natos, com muitas habilidades, são capazes de regenerar os ossos e a pele.

Quando muitos de nós formos, gradualmente, renovados, ascenderemos à energia cristal que já está no DNA.

Podem ser pessoas de muito poucas palavras, mas todos os escutam, quando tranqüilamente expressam sua sabedoria com humildade. No entanto, não darão conselhos sem que lhes tenham sido pedidos e nunca interferirão.”

Apresentamos, agora, de uma forma mais esquematizada e sintética, as diferenças significativas identificadas entre as crianças índigo e as cristal. Essas últimas têm revelado uma sensibilidade muito acentuada e, portanto, é necessário observar atentamente para, no futuro, não virem a sofrer danos psicológicos e emocionais, já que se assustam e, às vezes, até se atemorizam com a violência física: são também propensos a contrair alergias, “sensíveis a campos eletromagnéticos, entre outras coisas”…

Outros autores salientam que as crianças e os adolescentes de vibração cristal, em geral, podem apresentar ainda algumas das seguintes características:

♥ São tranquilos, pacíficos (têm mesmo uma função pacificadora), gentis, construtores.

♥Apresentam,às vezes, capacidades telepáticas. Possuem uma força interior extraordinária.

♥ Lideram por meio do exemplo, são construtivos, e não têm o hábito de denunciar o que está errado, como os índigo.

♥ Testam seus limites psíquicos.

♥ Calam-se e afastam-se quando há conflitos. Têm tendência a evitar confrontações e arrelias.

♥ Falam com poucas palavras, mas o que dizem tem profundidade, e só dizem o que pensam se lhes pedem.

♥ Irradiam paz e tranqüilidade.

♥ São bastante afetuosos com os outros e percebem suas necessidades, embora geralmente não gostem de ser abraçados.

♥ Harmonizam naturalmente a energia que os rodeia.

♥  São menos robustos do que os índigo e são mais vulneráveis emocionalmente. Com eles não se pode brigar.

♥ Suas características podem ser confundidas com o autismo, por serem, às vezes, muito introvertidos e pouco sociáveis, sobretudo se percebem que não são compreendidos.

♥ Revelam possuir habilidades psíquicas desde que nascem.

♥ São extremamente sensíveis a tudo o que é o seu meio ambiente: sons, ruídos desagradáveis, cores, emoções negativas nos outros, cheiros, comida, produtos químicos, violência, a dor dos outros, consciência de grupo, freqüências eletromagnéticas, raíos solares. Podem ligar ou desligar aparelhos elétricos, rádios, televisores, computadores, alguns aparelhos até podem ser queimados com a sua presença.

♥ Procuram passar bastante tempo sozinhos, não se sentem bem vivendo em grupo, pois poucos entendem a sua necessidade de solidão. Gostam de se comunicar com a Natureza.

♥ Não compreendem nem aceitam a falta de humanidade do homem para com o homem: guerra, avareza, perseguição.

♥ Retraem-se, desligam-se ou desconectam-se para se proteger quando à sua volta o ambiente é demasiado violento, podendo ficar traumatizados.

♥ Ainda que normalmente sejam tranquilos, as pessoas sentem-se atraídas por eles como se fossem um imã. Têm grandes e profundas relações de amizade com pessoas que lhes oferecem amor incondicional, o único amor verdadeiro.

♥ São gentis e prudentes, serão capazes de dizer aos outros o que eles necessitam, o que é bom para eles e do que precisam.

♥ Com freqüência evitam aglomerações de pessoas: centros comerciais, feiras, por haver demasiada concentração de energias diferentes. Antes de elas nascerem, os pais tiveram algum tipo de experiência psíquica com essas crianças.

♥ Milagres e magias acontecem ao seu redor. Até curas podem acontecer à sua volta, com naturalidade, porque são extremamente empáticos, até conseguem saber o que um desconhecido está pensando.

♥ Têm uma inocência e uma falta de malícia, uma pureza, graças à ausência de ego.

♥ Preferem abstrair-se a mostrar suas emoções, por receio de perderem o controle, podendo parecer passivos e sem sentimentos.

♥ Têm capacidade e facilidade para se ligar, ou conectar, com o seu eu superior e com o todo, ascendendo naturalmente ao seu guia interior; por isso, sabem da existência da unidade espiritual.

♥ Possuem um bom equilíbrio dos dois hemisférios cerebrais, integrando as duas energias, a feminina e a masculina.

Segundo alguns autores há pessoas que integram, na mesma pessoa, as duas energias: Índigo e cristal. Elas podem ter uma mescla das duas energias, o que as faz mudar de comportamento conforme as situações. Não aceitam as regras culturais e só aprendem o que acham que é necessário. Têm, portanto, sua atenção centrada naquilo que para elas é essencial.

O silêncio é a melhor forma de se comunicar com uma criança ou um jovem cristal. O cristal é muito mais autônomo do que o Índigo, porque sua energia (se está equilibrada) lhe basta, e só aceita sua visão das coisas, porque sabe muito bem o que quer e o que é melhor para ele.

A solidão é muito apreciada pelos seres cristal, por isso, eles se afastam sem dar explicações, por necessitarem desses momentos de silêncio e solidão para se equilibrar e se centrar interiormente. Quando percebem que os outros querem usufruir de sua energia, limitam-se a desaparecer sem qualquer explicação.

Eles nada fazem para mudar as situações e muito menos as pessoas, respeitam os outros, mas exigem que os respeitem também. Por isso têm, às vezes, uma raiva contida que lhes pode trazer muitos problemas na relação com os outros, já que não perdem tempo com explicações do que pensam ou do que acham que está mal, mas sentem tudo muito intensamente, no seu intimo e na sua sensibilidade.

Entre irmãos (ou entre amigos), se um tem mais características Índigo e o outro, cristal: o Índigo tem tendência natural para proteger o cristal. Os Índigo vivem para o exterior, para fora, enquanto que os cristais são naturalmente espirituais, já que vivem para o seu interior, para dentro de si. Têm percepções, intuições e captam muito mais questões relacionadas com a espiritualidade.

É verdade que não existem características ou padrões definitivos, muito menos rígidos, e nesse amálgama que é, neste momento, a evolução humana, podem existir pessoas com algumas características Índigo e outras cristal e, no entanto, não se considerarem ainda um Índigo puro ou um cristal puro. Essas características surgem cada vez mais e, em pouco tempo, poderemos ser todos habitantes de um planeta Índigo. Os cristal têm uma aura transparente que não se vê nesta dimensão, há quem lhes chame cristal exatamente por isso. Dai que a dominância será certamente a cor Índigo, já que a cor do cristal não predomina.

Para concluir o tema das crianças cristal (embora a informação surja constantemente, por ser um assunto bastante recente), deixamos a vocês a experiência de J. Piedrafita Moreno e o seu primeiro encontro com uma criança cristal:

“Já tinha ouvido falar das crianças de vibração cristal, que eram o nosso passo seguinte na escala evolutiva humana, e que os índigo preparavam o terreno para a sua chegada.

A informação que eu tinha se referia a 2012. A minha intuição ultimamente me dizia que tudo acontecia mais rapidamente e uns dias atrás encontrei um artigo sobre eles. Deixei correr sem investigar muito.

Ontem, por ‘casualidade’, depois de dar uma pequena palestra sobre crianças índigo e sua educação, fomos a um café. Estávamos tomando algo quando um bebe de mais ou menos 1 ano de idade entrou, sentado em um carrinho empurrado por sua mãe. Foi como se tivesse entrado um Buda: puro e cheio de felicidade, irradiava paz.

Sendo eu um índigo, não o reconheci como tal, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: ‘criança cristal’. Sua vibração não era como a dos índigo, que rompe e muda sistemas. Era uma vibração que equilibrava e harmonizava tudo à sua volta. Sua aura tinha uma densidade especial, etérea.

Pude passar com ele um bom tempo, e a sua vibração impregnou todo o meu ser, de uma forma que eu nunca tinha sentido antes: a sensação de felicidade perdurou durante um longo tempo.

Foi uma das experiências mais bonitas de minha vida.

A vibração cristal está abrindo caminho, já se faz presente, trazendo a quinta dimensão até nós”.

Fonte primária Tereza Guerra 

Fonte secundária: Anjo de Luz

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12 maneiras de incentivar a autoestima infantil


12 maneiras de incentivar a autoestima infantil

 

Nós somos tão obcecados com a obtenção do bem-estar na idade adulta que nos esquecemos da importância de cultivar a autoestima em nossas crianças.

É fundamental que os nossos filhos tornem-se adultos equilibrados, uma vez que isto será o melhor que poderemos transmitir a eles. No entanto, se pararmos para pensar sobre o assunto, não será difícil perceber que os nossos defeitos são muito visíveis para eles.

Assim, as crianças percebem os nossos medos e as nossas inseguranças, e os adotam facilmente. Neste contexto, o fato é que devemos nos esforçar ao máximo para que isso aconteça em menor medida. Mas como fazer isto?

Primeiro, considerando que nós somos o melhor exemplo a seguir, por isso recomendamos o autocuidado. Em segundo lugar, com a nossa forma de agir e de tratá-los, assim como através dos valores que lhes transmitimos.

Nós não queremos que as crianças sejam perfeitas, mas elas devem cultivar o orgulho; queremos que as crianças confiem em si mesmas e em seu próprio potencial. Aqui nós compartilhamos 12 maneiras de incentivar a autoestima infantil que não irão falhar.

1 – É importante dedicar um tempo exclusivamente a eles

Devemos considerar o que as crianças nos pedem e nos dizem. Além disso, se estamos caminhando com eles, não devemos ir olhando para os nossos celulares, pois a criança irá perceber os momentos em que nós deixamos de dar atenção a ela.

2 – Corrigir os erros, mas a partir do afeto

Sem gritos e pacientemente. A criança é uma esponja que vai absorver o bom e o ruim. Faça-a entender que vocês aprendem juntos, que o aprendizado é mútuo.

3- Promova a autonomia dando responsabilidades

Deixe-os tomar pequenas decisões sobre seus relacionamentos ou hábitos diários. Por exemplo, você pode cozinhar e preparar o almoço, mas eles podem ajudar a secar e a recolher os pratos, arrumar a mesa, escolher a roupa que elas desejam colocar…

4- Não faça comparações

Com os irmãos ou com os amigos. Não compare uma criança com ninguém, nem os adultos. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém; todos nós somos diferentes.

 

5 – Não crie rótulos como “desajeitado”, “bobo”, “burro”

Isto não ajuda a desenvolver uma autoestima saudável. Quando uma criança faz algo errado, há muitas maneiras de dizer isso a ela: que não é certo bater em seus irmãos, que não se deve quebrar brinquedos ou eles param de funcionar…

6- Também não o faça com “esperto” “ótimo” ou “inteligente”

A criança não entende o que se passa quando você se refere a algo dessa forma. Neste caso, você deve expressar o quão bem ela fez a lição de casa, que ótimo que ela recolheu os brinquedos, que maravilha é vê-la desenhar e pintar. Ou seja, você deve elogiar o comportamento, não a criança, e assim reforçar a autoestima infantil.

7- Estabeleça limites claros e coerentes com a idade e capacidade

Isto é, se você não guardar seus brinquedos, não irá ao parque; a criança vai querer negociar isso, mas não vale a pena tomar meias medidas. Se você colocar uma condição razoável, deve aplicá-la; caso contrário ela não será levada a sério. Seja firme.

8- Valorize o esforço, não os resultados

Não foque em excelência ou aprovação. É importante que a criança tenha sido constante e tenha se esforçado, reforce isto.

9- Não exagere nos elogios e seja objetivo

Isto é, diga-lhes o que elas fizeram de bom e fale sobre o que você gostou; deixe a criança saber o que lhe agrada. “Você guardou direitinho seus carrinhos e bichos de pelúcia” é substancialmente diferente de “Você arrumou bem”.

É importante que comente com os outros, na frente da criança, as conquistas e esforços delas. Isto vai fazer com que elas se sintam úteis e importantes.

10- Valide as emoções delas

Se a criança chora, é provável que ela tenha se machucado. Dê a isto a devida importância. Evite dizer: “Não foi nada! Já já passa!” Se alguma coisa faz ela se sentir mal, é importante que nós possamos dar a relevância adequada.

11- Não as superproteja, isso irá gerar insegurança e dependência

Não os guarde e vigie-os o tempo todo, porque assim você irá criar seus filhos dentro de uma bolha. As crianças não são feitas de cristal e precisam de uma dinâmica que irá gerar oportunidades para se desenvolverem de uma forma constante.

12- Reserve um momento para cada um dos seus filhos

Tente reservar um momento individual para cada um, pois o fato de ser importante e protagonista durante alguns minutos, ou algumas horas, é muito importante para os pequenos. Isso é a chave para mostrar a eles o quanto você se importa, e estes momentos podem gerar trocas inovadoras entre vocês ao longo do tempo, reforçando assim a a autoestima infantil.

 

fonte amenteémaravilhosa

 


O dever de desobediência


“Todo sofrimento do mundo pode ser explicado de forma simples: todos foram recortados, moldados, reorganizados pelos outros sem que eles mesmos sequer tentassem descobrir o que supostamente deveriam ser por sua própria natureza.
Eles não deram uma chance à existência.
Desde o momento em que uma criança nasce, começam a estragá-la, sempre com boas intenções, é claro.
Os pais não fazem isso de forma consciente, mas eles mesmos foram condicionados assim.
Depois repetem o processo com seus filhos, pois não sabem fazer de outra forma.
Uma criança desobediente é continuamente condenada.
Por outro lado, uma criança obediente é sempre recompensada. Contudo, alguém já ouviu falar de alguma criança obediente mundialmente famosa em qualquer uma das dimensões da criatividade?
Já ouviram falar de uma criança obediente que tenha recebido um prêmio Nobel em qualquer área: literatura, paz, ciência?
As crianças obedientes se tornam parte do rebanho.
Tudo que é trazido de novo à existência é ocasionado pelos que desobedecem.”

– Osho

 


 

Reiki e Yoga ajudam crianças com necessidades especiais

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A Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais – Leque, com sede em Alfândega da Fé, está utilizar o Reiki e o Yoga, em contexto aquático, para ajudar de forma terapêutica, crianças e jovens com necessidades especiais.

Segundo os promotores de uma colônia de férias inclusiva, frequentada por cerca de 26 crianças, jovens e adultos de todos o país, e de França, foi utilizado um método considerado “inovador”, neste tipo de ajuda.

“Está comprovado cientificamente que o Reiki e o Yoga têm efeitos terapêuticos no alívio da dor, em pessoas com patologias graves, e nós estamos a utilizar esta terapia em contexto aquático, o qual já tinha sido ensaiado em sala, e verificamos que tem um efeito calmante em pessoas com autismo”, explicou à Lusa a fundadora da associação Leque, Celmira Macedo.

Para a também especialista em educação especial, tanto o Reiki como o Yoga, tem demonstrado efeitos terapêuticos positivos, mas, sempre com a sua utilização em contexto de sala, “em ambientes controlados”.

“Quando estas duas terapias são utilizadas, em contacto com o meio natural, em locais como o Eco Parque do Azibo [Macedo de Cavaleiros] ou as águas do Douro Internacional [Miranda do Douro], os efeitos calmantes nos pacientes são intensificados, aliando os conhecimentos dos mestres à componente terapêutica e de intervenção na área da deficiência. Dado o relaxamento proporcionado, os frequentadores acabam mesmo por adormecer”, afiança a técnica.

A associação Leque está utilizar outros desportos aquáticos, como a canoagem, “stand up paddle” e embarcações do tipo catamarã, para o relaxamento de pessoas com autismo e outras deficiências, meios técnicos “que trazem um novo conceito” a este tipo de terapias.

Todo este trabalho “inclusivo e terapêutico” está estudado cientificamente por especialistas da Associação Cuidadores e pela Leque, que pretendem comprovar o impacto deste tipo de atividades, na qualidade de vida e no bem-estar dos frequentadores.

“Há uma equipa multidisciplinar que está a avaliar os efeitos na qualidade de vida e emocionais dos utilizadores, ou seja, quais são os efeitos verificados, após terem frequentado este tipo de colônias de férias”, indicou Celmira Macedo.

Este tipo de trabalho tem sempre a avaliação dos familiares e cuidadores informais dos jovens que frequentam este tipo de atividades.

“Esta colônia de férias, onde esteve a minha filha, ajudou muito a acalmá-la. Isto foi uma das melhores coisas que aconteceu. Há muita diferença no seu comportamento, antes e depois da colônia de férias”, verificou Alfredo Magalhães, um dos cuidadores presentes na ação.

Um grupo de voluntários da região do Porto verificou que as ajudas de cães de raça ‘boxer’ e ‘chihuahua’ tiveram um efeito “especial” sobres os utentes, acalmando-os.

“Estávamos a passar férias e não tínhamos a noção do que é lidar com pessoas com portadoras de deficiência e a calma e as expressões que [estas terapias] podem transmitir às pessoas. Foi uma agradável surpresa”, disse Carla Silva, um dos voluntários.

A mentora da Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais – Leque, Celmira Macedo, explica ainda que esta colônia de férias é um alívio para as famílias que têm filhos com deficiência, que, pela primeira vez, podem tirar férias tranquilamente.

“Tentamos conciliar o turismo rural como turismo terapêutico. Muitas destas crianças e jovens têm necessidades específicas e, por esse motivo, necessitam de um apoio terapêutico aliando a natureza à reabilitação psicomotora de cada um dos intervenientes”, concluiu.

Esta colônia contou com o apoio de voluntários de varias áreas tais como a enfermagem, psicologia, educação física e outras áreas terapêuticas.

Fonte: Jornal do Enfermeiro

 


Informações sobre recebimento de Reiki

Selma Flávio – Terapeuta Sistêmica e Vibracional

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Crianças com memórias de vidas passadas surpreendem pesquisadores

O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Em “Além da Ciência”, o Epoch Times coleta histórias sobre alguns fenômenos estranhos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide.

Diversos pesquisadores têm investigado cuidadosamente casos de crianças que relatam memórias de vidas passadas. Foram verificados muitos casos em que os detalhes dados por crianças (algumas vezes com uma precisão surpreendente) correspondem a pessoas falecidas. Em outros casos, os dados são mais difíceis de se verificar.

Mesmo nos casos mais convincentes, alguns encontrarão algum elemento de dúvida. Será que os pais influenciaram os seus filhos com uma certa linha de questionamento sugestionável? Será que as crianças ouviram informações e repetiram-nas, sem o conhecimento de seus pais? Poderia uma imaginação fértil ou desejo de atenção terem alimentado a conversa sobre uma vida passada? Talvez a probabilidade possa explicar como tais “memórias” correspondem a pessoas ou eventos reais, ou talvez sejam apenas palpites de sorte.

A psicologia

O psicólogo Dr. Erlendur Haraldsson, professor emérito da Universidade da Islândia, em Reykjavik, estudou 30 crianças no Líbano, que persistentemente falaram de memórias de vidas passadas, e as comparou com outro grupo de teste composto por outras 30 crianças. O Dr. Haraldsson se perguntou se as crianças que se associam tão fortemente a outra pessoa (sua encarnação de vida passada) são psicologicamente semelhantes a pessoas com múltiplas personalidades.

O Dr. Haraldsson testou as crianças para saber se elas estavam mais propensas a tendências dissociativas do que seus pares do grupo outro teste. Ele explicou em seu artigo “Crianças que falam de experiências de vidas passadas: Há uma explicação psicológica?”, publicado pela Sociedade Britânica de Psicologia, em 2003: “O conceito de dissociação tem sido usado para descrever uma variedade de processos psicológicos, que vão desde aqueles que são perfeitamente normais, como a atenção dividida e sonhar acordado, ao aparecimento de múltiplas personalidades na mesma pessoa com pouca ou nenhuma consciência umas das outras”.

Ele descobriu que as crianças com supostas memórias de vidas passadas “obtiveram pontuações mais elevadas em relação a sonhar acordado, busca de atenção, e dissociação, mas não em relação ao isolamento social e à facilidade de se deixarem levar por sugestões”. No entanto, ele descobriu “que o nível de dissociação foi muito menor do que nos casos de personalidade múltipla, e não foi clinicamente relevante”.

No mesmo artigo, ele fez referência ao seu estudo de campo no Sri Lanka. Ele descobriu que lá, as crianças que falavam de vidas passadas sonhavam acordadas mais do que seus pares do outro grupo teste, mas não houve nenhuma indicação de que elas eram mais propensas a fabricar experiências imaginárias. Nem foram encontradas evidências indicando que elas seriam mais  facilmente levadas por sugestões. Em um de seus estudos no Sri Lanka, ele descobriu que essas crianças têm vocabulários maiores, obtiveram maior pontuação em um breve teste de inteligência e tiveram melhor desempenho escolar do que seus pares do outro grupo teste.

Haraldsson citou o Dr. Ian Stevenson, conhecido por seu estudo sistemático iniciado na década de 1960, sobre milhares de casos de crianças que relataram memórias de vidas passadas. Stevenson reexaminou muitas das crianças e descobriu que elas cresceram de forma saudável, se ajustaram apropriadamente à sociedade, e não tiveram diferenças psicológicas significativas comparadas com seus pares do outro grupo teste. Apenas uma das crianças que Stevenson reexaminou tornou-se esquizofrênica na vida adulta.

A busca pela verdade

Psicólogos como Haraldsson e Stevenson esforçaram-se para detectar qualquer influência psicológica que pudesse gerar dúvidas sobre as supostas memórias que eles investigaram.

Em 1975, o Jornal da Associação Médica Americana escreveu sobre Stevenson: “No que diz respeito à reencarnação, ele cuidadosamente e sem emoção coletou uma série detalhada de casos na Índia, casos em que as evidências são difíceis de serem ligadas a qualquer outra razão. … Ele registrou uma grande quantidade de dados que não podem ser ignorados.”

Em 1994, Haraldsson publicou um artigo intitulado “Estudos de Replicação de Casos Sugestivos de Reencarnação por Três Investigadores Independentes”, no Jornal da Sociedade Americana para a Pesquisa Psíquica, delineando estudos que replicaram a obra de Stevenson.

Ele resumiu: “Até o momento, Jurgen Keil estudou 60 casos na Birmânia, Tailândia e Turquia; Erlendur Haraldsson estudou 25 casos no Sri Lanka; e Antonia Mills estudou 38 casos no norte da Índia. … Em 80% dos 123 casos, foi identificada uma pessoa falecida que aparentemente correspondeu a algumas ou todas as declarações da criança. … Em 51% dos 99 casos resolvidos, a pessoa que a criança alegou ser era desconhecida pela família da criança; em 33% era conhecida e em 16% era parente. Da amostra combinada de 123 casos, apenas um dos casos [um estudado de Mills] parecia estar na fronteira entre o engano consciente perpetrado e o autoengano.”

O trabalho incluiu alguns exemplos de casos em que foram verificados os detalhes das memórias. Um desses casos foi o de Engin Sungur, nascido em dezembro de 1980 no Hospital Antakya, em Hatay, Turquia.

Caso de um menino na Turquia

Quando Sungur era um jovem garoto, fez uma viagem com sua família para longe de sua aldeia natal, Tavla. Durante a viagem, ele apontou para uma aldeia pela qual passava, chamada Hancagiz, e disse que ele morava lá. Ele disse que seu nome era Naif Cicek, e que ele tinha ido para Ancara antes de morrer.

Realmente existiu um Naif Cicek, que havia morrido naquela aldeia um ano antes de Sungur nascer. Mas a família de Sungur ficou sem saber disso por algum tempo. Eles não cederam imediatamente aos pedidos de Sungur para visitar a aldeia de sua vida passada.

Em data posterior, quando a filha de Cicek estava na aldeia de Tavla, onde Sungur vivia, antes da família de Sungur e Cicek terem qualquer contato, Sungur se aproximou dela e disse: “Eu sou o seu pai”.

A mãe de Sungur eventualmente levou-o para Hancagiz para conhecer a família de Cicek. O menino identificou corretamente vários membros da família, incluindo a viúva do falecido. Ele apontou para uma lamparina a óleo na casa de Cicek e disse que ele a havia feito sozinho. Ele disse que seu filho uma vez acertou-a com seu próprio caminhão enquanto estacionava de ré.

Todas as declarações feitas por Sungur estavam corretas, todas elas combinaram com os detalhes da vida de Cicek. Algumas outras declarações que ele fez não puderam ser verificadas, mas ele não fez nenhuma declaração incorreta.

O Dr. Jim Tucker, sucessor de Stevenson em estudos de reencarnação da Universidade de Virginia, contou casos semelhantes em que puderam ser verificados os detalhes das memórias de vidas passadas de uma criança, em seu livro “Retorno à Vida: Casos Extraordinários de Crianças que Lembram de Vidas Passadas”. Mas, ele observou, com relação aos casos que não podem ser verificados, “no mínimo, eles levantam a questão sobre o que poderia levar as crianças a acreditar que lembram dos acontecimentos que algumas delas relatam”.

Caso de uma menina no Canadá

O Dr. Tucker citou alguns exemplos, um dos quais envolveu uma menina do Canadá, que pareceu lembrar-se de ser uma senhora idosa. O pai da menina não tinha nenhum interesse por hóquei. Na verdade, ele evitava assistir ou falar sobre este assunto porque ele tinha más associações com o esporte – seu próprio pai era apaixonado por hóquei e sua falta de interesse pelo esporte havia afetado negativamente a relação entre os dois.

A menina, Hannah, quando tinha 3 anos de idade, perguntou ao seu pai por que o filho dela nunca mais levou-a para assistir jogos de hóquei. O pai perguntou quando o filho dela havia feito isso, e Hannah respondeu: “Você sabe, papai, quando eu era uma senhora idosa”.

Depois de algum tempo, ela falou mais sobre seu filho, dando detalhes como o carro branco com ferrugem que seu ele costumava dirigir e sua jaqueta de couro.

O 

Dr. Tucker escreveu: “Mesmo que as declarações da criança não possam ser verificadas neste caso, eu acho que são bastante impressionantes. O que levaria uma criança de 3 anos de idade, especialmente cuja família nem gostava de hóquei, a imaginar que ela tinha sido uma mulher idosa que desejava que seu filho a levasse para assistir a jogos de hóquei?”

fonte www.epochtimes.com.br