E o amor?

Para quê serve um Relacionamento?

Uma das necessidades mais profundas dos seres humanos é a de pertencer, de estar em contato. de se sentir unido amorosamente a outras pessoas.

Quando crianças, experimentamos uma grande felicidade ao sentir que pertencemos a nossa família, não importa se a atmosfera é alegre ou tensa. Vivemos essa sensação de pertencimento como uma benção em nosso coração.

Depois crescemos e, como adultos, continuamos pertencendo a nossa família, mas já não experimentamos a doce sensação de pertencer aos nossos pais. Passamos a ter a necessidade de ter essa sensação de pertencimento com outras pessoas, especialmente com um(a) parceiro (a).

Ao nos comprometermos comum caminho de amor, como adultos, escolhendo um(a) companheiro(a), criamos o âmbito para um novo núcleo familiar, com filhos ou sem eles, e experimentamos de novo a sensação de pertencer a algo.

“ O relacionamento afetivo não é uma relação de ajuda, mas uma relação que ajuda. Ajuda o desenvolvimento pessoal, às vezes por meio da alegria, mas outras vezes por meio do sofrimento e do desânimo conscientemente aceitos. Provavelmente, nada ajuda mais o próprio crescimento que assumir de maneira consciente a dor e dar-lhe um espaço dentro de nós mesmos.”
Joan Garriga


Constelação Familiar – Atuação

Uma constelação não faz o trabalho; o trabalho é feito por cada pessoa com a sua receptividade, sua atenção à si mesma, seu compromisso com sua vida a sério.
E, na realidade, não há outro trabalho além do processo que a constelação desencadeia.


Não existe nada além do processo de acompanhar a si mesmo, ter em mente os vínculos importantes e orientar-se da maneira mais sábia possível para que ninguém tenha que sofrer ou para que possa estar melhor.
Não há outra opção que se responsabilizar e fazer recair na própria força a administração de nossa vida e de nossos vínculos.
O método das constelações mostra com clareza que as dinâmicas do nosso coração e os movimentos profundos do nosso interior não dependem somente de nossa vontade nem tem sempre uma explicação racional, que por outro lado, também não me parece necessário.

O importante está nos efeitos, nos resultados, naquilo que resolve, libera e promove em cada pessoa ou casal.

Joan Garriga – O amor que faz bem


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O sentido da vida

O sentido da vida é vivê-la, dar o que temos para dar, receber o que temos para receber e fazer o que temos de fazer.
É estar no que é.
As grandes respostas sobre o sentido que vêm do pensamento e da análise mais racional nos apartam do perfume da rosa agora.
Assim, não importa tanto que sentido a vida tem para mim, senão que sentido eu tenho para a vida.
Ou seja, qual a nossa colaboração à beleza e ao canto da vida.
Vivamos sustentados em nossos próprios pés, em nossos próprios pais e em nossas raízes familiares e transformemos as moedas que recebemos de nossos antepassados, muitas ou poucas, alegres ou tristes, em riqueza para nossa vida e para a vida daqueles que nos rodeiam.
Vivamos confiantes na grande inteligência que governa as coisas, na força do espírito que a tudo alcança e que nos iguala como irmãos, e não esqueçamos que, além das mágoas e temores das paixões humanas, brilha a batida da vida, sempre alegre e barulhenta.
Aceitar as moedas é uma meta que devemos alcançar para conquistar a paz e a reconciliação com nossos pais, com a vida, com os demais e com a gente mesmo.

Joan Garriga – Onde estão as moedas

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Terapeuta – Constelação Familiar ? Selma Flavio

O corpo é a casa da vida

O corpo é a casa da vida e o legado primordial de nossos pais e ancestrais, que por meio dele nos passam uma vasta e útil informação. 
O corpo não questiona a si mesmo. 
Segue as regras de sua própria natureza. Nós, com nossa vontade, tentamos as vezes guiá-lo de acordo com nossas ideias, que nem sempre estão em consonância com suas necessidades. 
Por acaso o corpo está insatisfeito com si mesmo? 
É inimigo de suas doenças, quando na realidade ele mesmo as cria, as escolhe e até leva à própria morte?
Por acaso o corpo está contra ele mesmo?
No corpo vivemos sensações, sentimentos, pensamentos e também a presença do transcendente. 
Ele é o laboratório pelo qual a Alma se expressa e experimenta, um presente material para nossa singular viagem pessoal e Ítaca. A residência do biológico, o hormonal, o instintivo: nosso santuário.

Fonte #JoanGarriga – Viver na alma


Evento – O Caminho da Cura  – Constelação Familiar
Data 15/06/2019 – às 10h – Sábado – São Paulo
Informações- WhastApp 11 973873144 – Selma

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