SEPARAÇÃO DE CASAL

SEPARAÇÃO DE CASAL  E A SAÚDE DOS FILHOS PODEM ESTAR LIGADOS DIRETAMENTE AOS FILHOS QUE NÃO FORAM VISTOS.

– A importância do luto por aborto ou natimortos.

Numa cultura de negar as perdas por mortes, não se permitem vivenciar o  luto pela perda de um aborto (provocados ou não). Causando profundo sofrimento para uma mãe, uma dor imensurável, quão a perda de uma criança nascida.

Infelizmente ainda  para grande maioria dos homens, perder um filho por  aborto, é a mesma coisa de saber que a mulher menstruou, não dando devida importância e reconhecimento, julgando como exagerado a tristeza da mulher.

Quando esse homem não se dá conta da dor do sofrimento, e juntos não vivenciam o luto, pode provocar um grande abismo entre o casal, no decorrer do tempo levar a separação.

Todos os abortos, deveriam ter uma cerimônia intima, no qual o casal olha para essa criança, mesmo que de forma fictícia, reconhece a perda e se despede, dando um lugar em seu coração. Pois; essa criança é tão filho, quantos os filhos vivos.

Dar um nome amoroso mesmo não sabendo o sexo da criança, entender qual é a ordem de chegada desse filho. Evitando assim, transtornos futuros com o relacionamento do casal e com possíveis desarmonias entre os filhos.

Crianças diagnosticadas como por exemplo TDAH – Doença crônica que inclui dificuldade de atenção, hiperatividade e impulsividade. – Pode ser a criança identificada pela falta desse irmão, mesmo que inconsciente, não sabe qual é o seu lugar no sistema familiar, provocando desequilíbrios de todos os gêneros.

O futuro de todos podem estar afetados, e você sabe qual é o seu lugar no seu sistema familiar?

Lembrando que natimorto é o termo atribuído ao feto quando morre dentro do útero materno ou durante o trabalho de parto.

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica


Tire suas duvidas ou agende sua sessão terapêutica.


Leia mais

Continuar lendo SEPARAÇÃO DE CASAL

como está a saúde do filho

Você sabe o que é alienação parental, você sabia que ela começa muito antes da separação?

É a manipulação psicológica em uma criança em mostrar medo, desrespeito ou hostilidade injustificados em relação ao pai/mãe ou outros membros da família do parceiro.

Em poucas palavras, é colocar a criança contra qualquer pessoa do grupo familiar do seu companheiro(a) ou ex-companheiro(a), prejudicando o seu vínculo afetivo, para que a criança fique apenas a seu favor.

Nessa situação a criança é obrigada a tomar partido, tirando a sua posição de filho, forçando a julgar um dos pais. Quando isso acontece, você está dizendo a criança que não gosta de 50% dela, – pois ela é o resultado da união do casal.

“O homem dever reconhecer que a família da mulher, apesar de diferente, tem o mesmo valor que a sua. E a mulher tem que reconhecer que a família do marido, embora seja diferente da sua, também tem o mesmo valor.”

Bert Hellinger -2016

Quando Bert diz a família do companheiro deve ser reconhecido, ele sugere que devemos reconhecê-los como família de nossos filhos. Olhar com respeito sem menosprezar diante a criança.

Em consequência a criança inconscientemente também passa a se rejeitar, não gostar parte de si, se rejeita da mesma forma que você rejeita o companheiro(a).

A alienação parental começa muito antes da separação, começa quando o relacionamento não vai bem e um dos pais já faz a manipulação do filho a  seu favor.

Um jogo grave e perigoso, onde as consequências maiores se projetam na saúde mental do seu filho. Podemos ter crianças com baixa de autoestima, depressivas, agressivas, com doenças físicas e muito mais.

Na gravidade da situação, uma criança é capaz de tentar salvar o casamento dos pais, desenvolvendo uma doença grave.

Deve estar se questionando, como é difícil não mostrar a insatisfação para o filho, principalmente em casos em relacionamentos abusivos com agressividade.

Sei o quanto é difícil, tente pelo menos não comentar na frente do filho, não jogar as frustações na criança, principalmente nas primeiras fases da vida, o que existe entre os adultos precisam ser resolvidos entre os adultos. Mantenha-o o mais parcial possível e procure ajuda terapêutica.

Para poder tomar decisões assertivas, cuidando também do seu emocional, ajudando a preservar a saúde emocional do seu filho. A separação muitas vezes é o melhor caminho, fazê-lo de forma saudável é a melhor solução para todos. Pois, todos estão adoecidos.

Selma Flavio – Psicoterapeuta/Constelação Familiar

“O pai está sempre presente na criança. Quando eu rejeito o pai, rejeito também a criança. A criança sente isso e fica dividida. Não pode ficar completa.”

Bert Hellinger no livro “A fonte não precisa perguntar pelo caminho”

Veja o vídeo e entenda


Para informações e agendamento

Continuar lendo como está a saúde do filho